terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Calendário de corridas de rua em BH 2016


calendario de corrida de rua bh


MARÇO 2016
13MARCIRCUITO DAS ESTAÇÕES OUTONOPraça da PampulhaDistância:05 km,10 km
20MARCORRIDA ARAÚJO
ABRIL 2016
3ABRCORRIDA SICOOB ASCICREDParque do BaririDistância:05 km,10 km
9ABRCORRA PRA NIGHTMarco ZeroDistância:05 km,10 km
30ABRCIRCUITO DESAFIO EXTREMO ESTRADA REALGBH - OPDistância:106 km,Ultramaratona
MAIO 2016
7MAINIGHT RUN / ETAPA CORUJAPraça da PampulhaDistância:05 km,10 km
15MAIBRAVUS RACE / ETAPA SPEEDDistância:Corrida de Obstáculos
22MAIT&F RUN SERIES BOULEVARD SHOPPINGBoulevard ShoppingDistância:05 km,10 km
JUNHO 2016
11JUNCORRIDA EU ATLETADistância:05 km,10 km
19JUNMEIA MARATONA INTERNACIONAL DE BELO HORIZONTEPraça da PampulhaDistância:05 km,10 km,21 km
26JUNCIRCUITO DAS ESTAÇÕES INVERNOPraça da PampulhaDistância:05 km,10 km
AGOSTO 2016
7AGOCIRCUITO DAS ESTAÇÕES PRIMAVERAPraça da PampulhaDistância:05 km,10 km
OUTUBRO 2016
15OUTNIGHT RUN / ETAPA PANTERAPraça da PampulhaDistância:05 km,10 km
NOVEMBRO 2016
27NOVCIRCUITO DAS ESTAÇÕES VERÃOPraça da PampulhaDistância:05 km,10 km
DEZEMBRO 2016

Tendências fitness: as modalidades que vão dar o que falar em 2016

Pesquisa anual, feita por cerca de 3000 experts no assunto, revelou as dez modalidades com maior potencial de bombar no próximo ano. Confira!

malhacao-academia

Se você ainda não faz parte desse time, certamente já viu alguém andando por aí com uma pulseirinha que conta os passos, correndo com o celular na mão ou usando um relógio capaz de contabilizar as calorias queimadas, a quilometragem percorrida e monitorar a frequência cardíaca – tudo ao mesmo tempo.
Pois de acordo com o American College of Sports Medicine (Colégio Americano de Medicina do Esporte) essa inovação, chamada tecnologia “Wearable”, é a tendência fitness número 1 de 2016. “Esses dispositivos tecnológicos fazem parte, agora, do nosso dia a dia, e mudaram a maneira como planejamos e gerenciamos nossos treinos", diz Walter R. Thompson,  autor da pesquisa e diretor da Faculdade de Educação e Desenvolvimento Humano, da Georgia State University, em Atlanta (Estados Unidos). Não é à toa: ele oferecem praticidade, segurança, feedback imediato e ainda estimulam a prática de exercícios e superação de metas. Da até para competir – e ganhar, claro – dos amigos!
Confira a lista das 10 principais tendências de 2016:
 1. Tecnologia Wearable: como pulseiras fitness, relógios inteligentes, monitores de batimento cardiáco e GPS.
2.  Treinamento de peso corporal: Treino feito com o peso do corpo, usando o mínimo de equipamento possível (o que torna a atividade mais acessível).
3. Treino Intervalado de Alta Intensidade: o treino envolve os chamados tiros (máxima intensidade em um curto período de tempo) com momentos de descanso e recuperação (normalmente o treino tudo dura menos de 30 minutos).  
4. Treinamento de força: A clássica musculação continua sendo uma das primeiras opções para quem busca um programa de exercícios completo (de iniciante à avançado e para ambos os sexos).
5. Educadores físicos certificados e experientes: É importante que o praticante escolha programas com acompanhamento de profissionais qualificados e com registro profissional (aqui no Brasil, aprovado pelo Conselho Regional de Educação Física).
6. Personal Training. Cada vez mais os profissionais estão se especializando nos movimentos do corpo, o que os torna ainda mais preparados para o acompanhamento em exercícios particulares ou em academias.
7. Treinamento Funcional: exercícios feitos com o peso do próprio corpo  para melhorar o equilíbrio e preparar o corpo para as atividades básicas do dia a dia. A tendência é que esse tipo de treino seja mais aproveitado por adultos e por praticantes da terceira idade.
8. Programas Fitness para Adultos mais velhos: Contrapondo o boom fitness entre os jovens, há uma grande tendência em programas voltados para o público mais velho, preocupados com a saúde e bem-estar.
9. Exercício e perda de peso. A dupla nutrição + exercício é a chave do sucesso para um bom programa de emagrecimento. Profissionais de ambas as áreas estão trabalhando cada vez mais em conjunto para potencializar os resultados e para um maior controle do programa.
10. Yoga. Baseada em tradições ancestrais a Yoga (incluindo diversas modalidades e diferentes vertentes) usa uma série de posturas corporais que visam a saúde e o relaxamento.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Fascite Plantar: o que fazer?


Zona de localização da dor 
Infelizmente corredores sofrem certos tipos de lesões músculo-esqueléticas por desempenho extremo. 

Certamente alguns já experimentaram uma forte dor no calcanhar, geralmente de manhã, inclusive vindo a perder a força. Talvez você tenha fascite plantar ... 


A fáscia plantar é uma fáscia, localizada no sopé (originando do calcanhar até a parte dianteira do pé), e é um tecido fibroso muito resistente que proporciona estabilidade ao arco. 


Assim, fascite plantar é uma inflamação do tecido  ocasionada por microtraumatismos de repetição na origem da tuberosidade medial do calcâneo. As forças de tração durante o apoio levam ao processo inflamatório, que resulta em fibrose e degeneração das fibras fasciais que se originam no osso. Esta inflamação causa dor, geralmente no interior do calcanhar, a qual pode irradiar para o bordo interior do pé. 




A dor  geralmente não aparecem durante a execução, mas quando o corpo resfria, quando apoiamos o pé pela primeira vez, de manhã ou depois de passar algum tempo sentado e descansando. A dor  intensa, quando aquecemos, em poucos minutos a dor diminui ou desaparece. Em estágios avançados da doença, a dor também pode estar dormente após a atividade física prolongada durante todo o dia  e manifestar-se durante o exercício.

Após o processo inflamatório, se a condição persiste durante muito tempo, pode resultar em mudanças degenerativas. Isto é chamado "fasciosis", a perda das características fisiológicas da fascia. Momento crítico porque a dor pode se tornar crônica.



Fascite geralmente está associada a diferentes alterações biomecânicas, tais como a pronação excessiva, arcos do pé ou assimetrias no comprimento dos membros inferiores. As causas possíveis são múltiplas e variadas. Nos deteremos em formas de tratar.



Fascia plantar – Dissecção 

Tal como acontece com qualquer inflamação dolorosa, o protocolo deve ser seguido. A primeira coisa que você deve fazer é descansar. Como? Descansar? Que palavra é essa? Sim a imobilidade nas fases agudas favorecem a recuperação. 

Preciso deixar de correr?



Sim e para os amantes de corrida é um legítimo castigo! É uma das primeiras coisas que deveríamos fazer, mas provavelmente não conseguiremos. Se descansar de 6 ou 7 dias da corrida, a inflamação passa a regredir se está em sua fase aguda. Durante este tempo, pode-se fazer outro exercício que não tenha impacto com o solo, tais como elíptico, natação, etc ...

A segunda seria aplicação de gelo na planta do pé.  A auto-massagem na área com  alongamento de dos músculos da perna (isquiotibiais e panturrilha). Para alongamento da fáscia plantar, você pode fazer uma extensão forçada do pé para cima. Também pode ajudá-lo a uma fita ou uma toalha, tracionando a parte dianteira do pé para trás. Com cerca de 5 minutos por dia (ou após o exercício) será suficiente.
Auto-alongamento da fascia



Auto-alongamento da fascia














Se a dor persistir, peça ajuda de um fisioterapeuta, que com técnicas de manipulação, aplicações "kinesiotape" e etc ... pode aliviar e/ou curar nossas dores.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

The New Science of Time Under Tension



What's the Optimal TUT for Muscular Gains?



Here's what you need to know...

Time-under-tension refers to how long the muscle is under strain during a set. For size gains, most think you need 30-60 seconds of TUT.
Rather than looking at TUT for a set, it's better to look at the total TUT for a given muscle group in a workout.
You can build muscle with heavy sets lasting several seconds or lighter sets lasting a minute as long as you accumulate sufficient volume.
If your main goal is to gain muscle size, 60-90 seconds (20-30 RM per set) will do it. You can do this with a periodized plan or perform heavy and light work in the same workout.
Women may need longer TUT than men to build muscle.

What is Time Under Tension?


Surf the internet and you're bound to see a slew of training recommendations based on the concept of time-under-tension (TUT). Basically, this refers to how long the muscle is under strain or resisting the weight during each set. Do 12 reps of biceps curls, taking about 1 second to lift the weight and 2 seconds to lower it, and your TUT for that set is 36 seconds.

A popular claim is that an optimal TUT for maximizing muscle growth requires training with sets that last in the range of 30 to 60 seconds. According to this theory, sets of longer or shorter duration will be suboptimal for muscle gains. Sounds good in theory, but is this claim consistent with the prevailing science?
"Time Under Load" is More Accurate

First, the term TUT is somewhat of a misnomer. Mechanical tension is directly related to the magnitude of load or weight you're lifting. If you perform a rep at your 1 rep max (RM), it will necessarily create more mechanical tension than a rep performed at 50% 1RM. Thus, sets of long durations will necessarily involve lower levels of tension than those of shorter durations, assuming training is carried out near or to momentary muscular failure.

A more appropriate term would be "time under load," which reflects the actual time spent in a given set irrespective of the weight lifted. It's an important distinction when considering the ramifications of the concept since there are wide variances in both mechanical and metabolic factors with different set durations. That said, we'll stick with the term TUT given its widely accepted use.
What About Volume, Occlusion, and Cell Signaling?

It's not entirely clear where the concept of an optimal TUT for size gains came about. Seemingly it evolved from the typical routines of bodybuilders, which pairs fairly high amounts of mechanical tension with elevated levels of metabolic stress.

While mechanical tension is indisputably a primary major driver of muscle growth, there's compelling evidence that a significant exercise-induced metabolite buildup plays a role as well (11). Conceivably, the combination of these factors would have an additive effect on muscular development, increasing gains over and above what can be achieved when one factor is high and the other is low.

It's also well-documented that muscular contractions during resistance training compress blood vessels that feed the working muscle (1, 12). This occludes circulation to the muscle, creating a hypoxic environment similar to blood flow restricted exercise. Although the exact mechanisms aren't clear, research shows that an intermittent hypoxic state enhances muscle growth (9). Given that blood supply is occluded for longer periods of time during sets with extended TUTs, it can be hypothesized that such training may lead to a more pronounced anabolic response.

Despite the seemingly sound rationale, however, supporting evidence for an optimal hypertrophic TUT range is scant. There is some acute research showing divergent intracellular signaling responses between different TUTs. Hulmi et al (3) reported that the anabolic effectors MAPK and mTOR were greater after a hypertrophic (5 sets of 10 reps) compared to maximal strength (15 sets of 1 rep) resistance training protocol.

Although this would seem to provide evidence that the longer TUT was more anabolic, it should be noted that the volume of training was substantially greater for the hypertrophic protocol. Given the compelling evidence of a dose-response relationship between volume and hypertrophy (4), it remains questionable whether the heightened anabolic signaling was due to a longer TUT or simply the greater amount of total work performed.

What's more, the results of acute signaling studies don't necessarily translate into long-term changes in muscle mass (6). So while such findings are interesting and help to develop hypotheses, you must be cautious when attempting to extrapolate them into practice.


Show Me the Studies!

Fortunately, we can look to longitudinal training studies that actually measure muscle hypertrophy for answers. It just so happens that my lab carried out a study that sheds light on this very topic. We recruited 17 resistance-trained men and randomized them to perform either a bodybuilding-type (3 sets of 10 reps) or powerlifting-type (7 sets of 3 reps) routine. The per-set TUT for the bodybuilding-type routine was about 30-40 seconds while that of the powerlifting routine was around 9-12 seconds. Training was carried out 3 days a week for 8 weeks.

The results? Both groups saw almost identical increases in muscle growth! A key point here is that we equated volume-load between groups and therefore total TUT for each exercise was roughly equal across conditions.

A recent study by Mangine et al (5) provides further evidence that TUT is not the be-all end-all of hypertrophy training. The researchers randomized well-trained male subjects to perform a routine consisting of either 4 sets of 10-12 reps or 4 sets of 3-5 reps. The higher rep protocol had more than double the TUT compared to the lower rep protocol. After 8 weeks, similar increases in muscle growth of the arms and legs were again seen across conditions.

The interesting aspect of this study was that those in the higher rep group performed a greater volume of training than those lifting for lower reps. Although speculative, it simply may be that the threshold for volume was reached in the lower rep group to maximize the hypertrophic response, and that the additional volume performed in the higher rep group was ultimately unnecessary.

Regardless, the findings of the two studies provide strong evidence that it's overly simplistic to view hypertrophy training from a TUT standpoint, at least in the context of an optimal duration of a set. Rather, it's more appropriate to consider the total TUT performed for a given muscle group in a given workout. Substantial muscle growth can be achieved with heavy sets lasting several seconds or lighter sets lasting a minute or more as long as you accumulate sufficient volume and continually challenge the working muscles.
Does This Mean TUT is Irrelevant?

Not necessarily. What seems possible is that high TUTs may promote greater hypertrophy in type I muscle fibers. By nature, slow-twitch type I fibers are fatigue-resistant (as opposed to type II fibers, which can produce high levels of force but fatigue rather easily). It therefore stands to reason that you'd need to keep the type I fibers under tension for extended periods to elicit their maximal growth. Short durations with heavy loads simply won't provide enough of a stimulus for fatigue.

So, the use of light loads for long TUTs would seem necessary to fully develop the indefatiguable slow twitch muscle fibers. Emerging research out of Russia shows that this indeed is the case, with light-load protocols involving high TUTs (50% 1RM) showing more type 1 fiber growth and heavier-loads with lower TUTs (80% 1RM) displaying greater hypertrophy of type II fibers (7, 8, 10).
So How Do I Use This New Info?

From a practical standpoint, the evidence indicates that adding in some high-rep sets with a TUT of around 60-90 seconds (20-30 RM per set) can be beneficial if your goal is maximal hypertrophy. Growth of type I fibers would have little effect on strength, so high rep sets would be unnecessary for those purely seeking to maximize force development.

There are a number of ways to implement the higher TUT sets:
You can use a daily or weekly undulating periodization scheme that has regimented light-load days.
You can use a block periodization scheme with a specific cycle devoted to higher TUT work.
You can combine strategies into a single workout, with compound exercises such as squats, presses, and rows devoted to lower TUTs and single-joint accessory movements focused on higher TUTs.

The options are many and your decision should really come down to individual goals and preferences.

Is This True for Women Too?


Women tend to have a greater degree of fatigue-resistance compared to men, apparently due to gender-related differences in muscle blood flow and/or muscle metabolism (2). This raises the possibility that women may need a higher TUT to fully fatigue the type I fibers and maximize their hypertrophic adaptations.

As always in an applied science such as exercise, you should take the principles discussed and then experiment to find out what works best for you.
References
Bond, V,Jr, Wang, P, Adams, RG, Johnson, AT, Vaccaro, P, Tearney, RJ, Millis, RM, Franks, BD, and Bassett, DR,Jr. Lower leg high-intensity resistance training and peripheral hemodynamic adaptations. Can. J. Appl. Physiol. 21: 209-217, 1996.
Clark, BC, Collier, SR, Manini, TM, and Ploutz-Snyder, LL. Sex differences in muscle fatigability and activation patterns of the human quadriceps femoris. Eur. J. Appl. Physiol. 94: 196-206, 2005.
Hulmi, JJ, Walker, S, Ahtiainen, JP, Nyman, K, Kraemer, WJ, and Hakkinen, K. Molecular signaling in muscle is affected by the specificity of resistance exercise protocol. Scand. J. Med. Sci. Sports , 2010.
Krieger, JW. Single vs. multiple sets of resistance exercise for muscle hypertrophy: a meta-analysis. J. Strength Cond Res. 24: 1150-1159, 2010.
Mangine, GT, Hoffman, JR, Gonzalez, AM, Townsend, JR, Wells, AJ, Jajtner, AR, Beyer, 
KS, Boone, CH, Miramonti, AA, Wang, R, LaMonica, MB, Fukuda, DH, Ratamess, NA, and Stout, JR. The effect of training volume and intensity on improvements in muscular strength and size in resistance-trained men. Physiol. Rep. 3: 10.14814/phy2.12472, 2015.
Mitchell, CJ, Churchward-Venne, TA, Cameron-Smith, D, and Phillips, SM. What is the relationship between the acute muscle protein synthetic response and changes in muscle mass? J. Appl. Physiol. (1985) , 2014.
Netreba, AI, Popov, DV, Liubaeva, EV, Bravyi, I, Prostova, AB, Lemesheva, I, and Vinogradova, OL. Physiological effects of using the low intensity strength training without relaxation in single-joint and multi-joint movements. Ross. Fiziol. Zh. Im. I. M. Sechenova. 93: 27-38, 2007.
Netreba, AI, Popov, DV, Bravyi, I, Misina, SS, and Vinogradova, OL. Physiological effects of low-intensity strength training without relaxation. Fiziol. Cheloveka 35: 97-102, 2009.
Nishimura, A, Sugita, M, Kato, K, Fukuda, A, Sudo, A, and Uchida, A. Hypoxia increases muscle hypertrophy induced by resistance training. Int. J. Sports Physiol. Perform. 5: 497-508, 2010.
opov, DV, Tsvirkun, DV, Netreba, AI, Tarasova, OS, Prostova, AB, Larina, IM, Borovik, AS, and Vinogradova, OL. Hormonal adaptation determines the increase in muscle mass and strength during low-intensity strength training without relaxation. Fiziol. Cheloveka 32: 121-127, 2006.
Schoenfeld, BJ. Potential mechanisms for a role of metabolic stress in hypertrophic adaptations to resistance training. Sports Med. 43: 179-194, 2013.
Tamaki, T, Uchiyama, S, Tamura, T, and Nakano, S. Changes in muscle oxygenation during weight-lifting exercise. Eur. J. Appl. Physiol. Occup. Physiol. 68: 465-469, 1994.