quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Def Leppard: guitarrista em matéria de revista de fitness

Phil Collen, guitarrista e vocalista do DEF LEPPARD, que tem mais de 65 milhões em vendas de discos, levanta peso, faz kickboxe e vive um estilo de vida voltado para a boa forma e bodybuilding. Tudo isso é visto em uma entrevista para abrir os olhos na mais respeitada e longeva revista especializada em fitness e bodybuilding, a Iron Man. As fotos que acompanham o artigo foram filmadas e podem ser vistas abaixo.

Imagem

A inspiradora história de sucesso de Phil irá abrir seus olhos à bem sucedida virada no seu estilo de vida, enquanto ele revela como misturar sessões de treinos, alimentação saudável e a vida na estrada em uma matéria na edição de janeiro da revista Iron Man.

Entusiasmado com sua matéria na primeira edição de 2011, a entrevista com Phil marca o ano novo e dá a seus fãs a oportunidade de aprender sobre seus treinos e alimentação. Ele já apareceu em várias revistas, mas a matéria da Iron Man é única porque essa publicação é pioneira no mundo do fitness/bodybuilding e mostra o que as pessoas podem alcançar com treino de pesos e alimentação saudável. Agora Phil é parte de um legado, ajudando seus fãs a ficarem mais saudáveis e encarando a sala de musculação. Hoje, Phil é um dos roqueiros em melhor forma na cena.

Phil diz que tem mais energia e se sente melhor agora com 52 anos do que quando tinha 25. Phil adora a revista Iron Man e o que ela defende. Essa publicação realmente abriu as portas para ajudar homens e mulheres comuns a alcançarem suas metas no fitness e bodybuilding, com treinos de peso.

O editor da Iron Man, John Balik disse: "A revista é conhecida por dar resposta às perguntas comuns e por um fim na confusão quanto as estratégias apropriadas de treinos. Ela combina décadas de estratégias realizadas e verdadeiras com a mais recente ciência em exercícios, nutrição e suplementos. Ela faz uma ponte entre a ciência dos treinos e sua aplicação ao mundo real."

Phil divide sua paixão pelo fitness e mostra como os outros também podem alcançar suas metas através de um estilo de vida balanceado e saudável. Ele sente que as pessoas precisam saber o quão importante é um treino de resistência e como elas podem aumentar seus níveis de resistência, energia e vigor, sentindo-se melhor que nunca.

Ian Sitren, um escritor/fotógrafo renomado na indústria do bodybuilding e fitness, entrevistou Phil para seu editorial. Ele foi capaz de captar o maravilhoso entusiasmo de Phil e energia ilimitada nesse empolgante artigo. Ele dá muitos detalhes do estilo de vida de Phil e sua partida das DROGAS e álcool para se tornar um modelo para a indústria do fitness.

A edição de janeiro de 2011 da Iron Man já está nas bancas e também disponível nas livrarias Barnes & Nobles.

Para mais informações, visite www.IronManMagazine.com.

Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth

Traduzido por Nathália Plá

Fonte: http://whiplash.net/materias/news_856/121280.html

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Modismo de verão - Caralluma fimbriata

O assunto da temporada é a Caralluma fimbriata, uma planta de origem indiana que promete reduzir o apetite e facilitar o emagrecimento. Mas será que ela funciona mesmo?
Foto: Sheila Oliveira

O que é?

Caralluma fimbriata é um cacto comestível típico da Índia que faz parte da alimentação local há séculos. É consumida como vegetal, crua ou cozida, e, acreditam os indianos, proporciona sensação de estômago cheio, suprimindo o apetite — o benefício estaria ligado à presença de glicosídeos pregnanos em sua composição, que enviam ao cérebro sinais de saciedade. Daí a fama de aliada do emagrecimento e a venda de cápsulas com seu extrato.

O que a ciência diz?

"Não há quase nada de pesquisa", diz Ceci Mendes Carvalho Lopes, professora de ginecologia do Hospital das Clínicas da USP e presidente da Sobrafito (Associação Médica Brasileira de Fitomedicina). Um dos poucos estudos que relacionam aCaralluma fimbriata à redução de medidas foi realizado na St. John's Medical College and Hospital, na Índia. Durante 60 dias, 50 pacientes obesos consumiram 1g diário do extrato da planta e apresentaram diminuição da fome e da circunferência da cintura. Também receberam conselhos sobre alimentação e atividade física. Já num teste clínico do Western Geriatric Research Institute, nos EUA, com duração de quatro semanas, houve redução de peso.

Dúvidas e alertas

Antes de se animar, alto lá: esses estudos ainda não são suficientes para comprovar a eficácia do fitoterápico. Além de serem poucos, a maioria foi realizada com populações pequenas e durante curtos períodos de tempo, o que faz com que os médicos torçam o nariz e questionem sua metodologia e, consequentemente, sua validade. A Caralluma fimbriata também não consta das listas oficiais de medicamentos indicados para o emagrecimento. "Ela não é citada no Projeto Diretrizes, do Conselho Federal de Medicina e da Associação Médica Brasileira, que inclui tratamentos para perda de peso. Antes de receitar, é melhor esperar que saiam novos estudos", alerta o nutrólogo Claudio de Lima Barbosa, da Lapinha Spa, no Paraná. Até porque a planta não tem benefícios nutricionias.

Por que faz sucesso?

Não dá para descartar o efeito placebo. "Quando a pessoa acredita que vai funcionar, ocorre uma alteração química no corpo capaz de produzir a sensação de melhora, que não pode ser confundida com efeito terapêutico", explica Barbosa. Mas os especialistas são unânimes sobre a resposta mais correta para a pergunta: "a busca constante por soluções para perder peso faz surgirem medicamentos que entram e saem de moda", diz Ceci. Tudo é potencializado pela rapidez com que as notícias se espalham.

O uso

No Brasil, as cápsulas de Caralluma fimbriata podem ser compradas em farmácias de manipulação com receita. Mas nem pense em recorrer à internet para facilitar a vida. "A automedicação é perigosa, e é arriscado adquirir medicamentos que não ofereçam garantias de que seja a planta correta ou que esteja isenta de fungos e contaminações", lembra Barbosa.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

A transformação dos templos da boa forma

Uma revolução está em curso nas academias brasileiras. Elas mudam para segurar os alunos fujões e receber um novo público, os malhadores com mais de 40 anos

 

Leo Feltran

O Brasil é o paraíso dos templos do culto à boa forma. A cada dia, três academias, em média, são inauguradas em algum ponto do território nacional. Nem os Estados Unidos, o país do fitness, registram um crescimento de tal ordem. Apesar da prosperidade, os executivos da ginástica ainda se debatem com um antigo problema. O que fazer para conquistar a fidelidade dos alunos? Entra ano, sai ano, e a história se repete. Com a proximidade do verão, o número de matrículas sobe 25%. São os malhadores de ocasião, um pessoal que ainda acredita ser possível ter uma silhueta sequinha e músculos torneados de uma hora para outra, como num passe de mágica. Quando o inverno chega, metade deles já abandonou os treinos e só retornará no próximo verão.

Para cortar esse círculo vicioso, as academias costumavam rechear o cardápio da malhação com novidades. Lambaeróbica, kangoo jump, capoeira fitness ou hidroaxé, entre outras tantas invencionices, foram moda por algum tempo, mas logo perderam apelo. Novas aulas continuam a ser inventadas, mas a prioridade agora é transformar o ambiente das academias. Aos poucos, elas ganham ares de clube. Dispõem de quadras ao ar livre, piscinas olímpicas, solarium, lojas, lanchonetes e restaurantes. A decoração da Reebok Sports Club, inaugurada em outubro passado, em São Paulo, por exemplo, leva a assinatura do badaladíssimo arquiteto Sig Bergamin. A idéia é fazer com que o aluno não se sinta numa academia de ginástica.

Além de mudar o entorno, é preciso dar ao aluno a sensação de que ele não precisa pagar a um instrutor particular para ter atendimento personalizado. Um programa de computador italiano, o Technogym System, tem cumprido a missão com maestria – não há quem não se encante com ele. O sistema monitora a performance dos alunos como se fosse um personal trainer digital. Com base nos exames médicos e de condicionamento físico de cada um, os professores montam o programa de exercícios. Todas essas informações são armazenadas numa chave (na verdade, um chip). Inserida em qualquer aparelho de musculação, ela programa o equipamento para funcionar na velocidade, no tempo e com a carga determinada para aquele aluno. Quando o exercício termina, uma mensagem no painel indica qual deve ser o próximo. Algumas das grandes academias criaram também uma rede interna de informações, a ser acessada por instrutores e outros profissionais, com dados referentes a condição de saúde, capacidade física, aspectos psicológicos e estilo de vida de cada aluno. Se ele está em dúvida sobre o que comer depois do treino, por exemplo, basta o atendente da lanchonete consultar a sua ficha para ele receber uma sugestão sob medida.

Pode-se dizer que uma revolução está em curso nas academias brasileiras. E as transformações não têm apenas o objetivo de segurar os alunos fujões e preservar os assíduos. Ocorrem também para receber figuras até então raras nas salas de ginástica e musculação, os homens e mulheres com mais de 40 anos. Nos últimos cinco anos, conforme dados da Associação Brasileira de Academias, o número de alunos nessa faixa aumentou 20%. Um dos indicativos que mostram a força dessa tendência é a mais recente empreitada de Pelé. Até abril de 2004, ele inaugura a primeira das 88 unidades previstas da Pelé Club, a primeira rede de franquia de academias de ginástica da América Latina. Seu público-alvo: os quarentões, cinqüentões, sessentões...

 

Novidades oferecidas por algumas academias
   
 
Fotos Claudio Rossi

DJ, RADIO E TV SOB MEDIDA
Em cabines envidraçadas, DJs determinam o ritmo de vários tipos de atividade ao mesmo tempo: musculação, ioga, boxe ou alongamento. Da mesma cabine também podem sair edições de programas só com informações do mundinho fitness, que vão ao ar nos aparelhos de televisão e rádio da própria academia

 

ESTEIRA COM SOM AO VIVO
A música durante as aulas é tocada por bandas. Dependendo do dia, os alunos suam ao som de samba, axé ou rock

 

BIKE COM LUZ E TELÃO
Spots coloridos e lâmpadas estroboscópicas compõem esta aula de spinnig. A seleção das cores é determinada por cromoterapeutas, que apostam em combinações para acalmar ou agitar. Os alunos ainda têm à disposição imagens de paisagens projetadas em telões de 100 polegadas

 
   

 Fonte: http://veja.abril.com.br/especiais/saude_2003/p_014.html

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal para todos!


No Brasil, refeição saudável está virando coisa do passado

Estudo do IBGE mostra que o consumo de arroz e feijão diminui, enquanto a compra de produtos industrializados cresce. A dieta ficou menos balanceada

Natalia Cuminale
Alimentos

(Blue Jean Images)


De acordo com os dados, entre 2002-2003 e 2008-2009, a aquisição per capita do arroz caiu 40,5%; a do feijão, 26,4%; e a do açúcar refinado, 48,3%. No mesmo período considerado pelo estudo, houve um aumento de 39,3% na aquisição de refrigerante sabor cola. O levantamento também indicou que o brasileiro está comendo mais comida pronta. Segundo os dados, houve um crescimento na proporção da participação de comidas industrializadas na dieta, passando de 5,7% para 6,4% no caso dos pães e de 3,3% para 4,6% no consumo de refeições prontas.O cardápio do brasileiro está mudando - e para pior. A quantidade média de arroz e feijão comprada pelas famílias diminuiu, enquanto a aquisição de comida industrializada e refrigerantes para consumo em casa cresceu. Além disso, as famílias estão consumindo menos frutas e hortaliças do que é recomendado para uma dieta saudável. É o que revelam os dados da Pesquisa de Orçamento Familiar, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

A pesquisa mostrou ainda que, em seis anos, a disponibilidade alimentar diária caiu de 1.791 kcal para 1.611 kcal - o que, segundo o instituto, reflete o aumento do consumo de comida fora de casa. No período de 2002-2003, o montante total destinado para a alimentação fora de casa no orçamento das pessoas era de 24,1%. Em 2008-2009, os gastos com consumo alimentar fora do domicílio saltou para 31,1%.  Segundo o IBGE, foi possível identificar "características negativas dos padrões de consumo alimentar em todo o país e em todas as classes de renda".

A dieta brasileira não está totalmente balanceada para atingir parâmetros saudáveis. Para uma alimentação ideal, recomenda-se a disponibilidade de entre 55% e 75% para carboidratos, de 10% a 15% para as proteínas e entre 15% e 30% para calorias lipídicas (de gorduras). Entre 2008-2009, a quantidade de carboidratos na dieta representava 59% das calorias, 12% eram proteínas e 29%, lipídios. Há um excesso, porém, no consumo de açúcar, que representa 16,4% das calorias totais, quando o indicado é 10%. Além disso, frutas, verduras e legumes correspondiam a 2,8% das calorias no período analisado. Recomenda-se que esses tipos de alimentos tenham de 9% a 12% de participação de uma dieta de 2.000 kcal. O consumo de gorduras, especialmente as saturadas, é elevado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Consequências -  Os produtos que são escolhidos para compor o carrinho de compras afetam diretamente a saúde da população. "Está havendo uma mudança nutricional no padrão alimentar do brasileiro e sabemos que o impacto disso é o aumento de sobrepeso e de obesidade. Isso pode causar diabetes, problemas cardiovasculares e até ao câncer", diz o endocrinologista Alfredo Halpern.

Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, acredita que a falta de tempo e o ritmo acelerado das grandes cidades influenciam o consumo de alimentos industrializados. "As pessoas têm menos tempo para cozinhar, então elas compram alimentos prontos", afirma. "O problema é que elas não sabem interpretar o que está no rótulo e fazem opções menos saudáveis".

Segundo levantamento do IBGE, as pessoas compram menos açúcar no mercado. Ao mesmo tempo, a participação do açúcar na alimentação diária está acima do recomendado. "É como um bolo de chocolate. Se a pessoa prepara em casa, ela tem como dosar a quantidade ideal de açúcar. Como não há tempo, ela compra o bolo pronto e consome o que já estava na receita", diz. "Como o açúcar é um alimento altamente palatável, há um consumo excessivo. As pessoas ingerem uma quantidade exagerada de calorias e engordam".

 

gráfico alimentação

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Nicole Eccel

Na fase pré-contest a dieta de Nicole fica restrita a frango e batata doce, sendo que 1 vez no dia usa a carne vermelha

Nicole Caroline Eccel, nascida em novembro de 1987, na cidade de Brusque, em Santa Catarina, iniciou seus treinamentos em musculação em setembro de 2009, em menos de um ano sagrou-se vice-campeã brasileira pela IFBB. Suas atividades anteriores já preparavam o campo: dança, ballet clássico, street dance e jazz, são exemplos de atividades praticadas pela atleta desde menina.


Em setembro de 2009 ela começou a treinar com Tiago Muller, iniciou porque era muito magra e não gostava do visual. Com a visível mudança no corpo começou a interessar-se pelo perfil de competidora, seu treinador e namorado incentivou a treinar firme. As mudanças mais rápidas foram disciplina, dedicação, determinação, características que antes não eram tão apuradas, mas ela mudou o estilo de vida em função da rotina de treinamento e da dieta.

Hoje ela treina na academia CCN em Brusque todos os dias às 12hs. Em seu treino usa o método da falha total submáxima e máxima para todos os grupos musculares, além disse aplicam drop set ou super séries dependendo do objetivo do período. Dentre seus exercícios preferidos estão puxador frontal e extensora, já o afundo está entre os menos agradáveis, mas mesmo assim a atleta entende que todos exercícios são igualmente importantes e não é uma questão de gosto, mas de necessidade.

Sua alimentação em off season é bem variada inclui arroz, macarrão, batatas, carnes vermelhas e brancas e folhas variadas. Já na fase pré-contest a dieta fica restrita a frango e batata doce, sendo que 1 vez no dia usa a carne vermelha. Embora goste muito de chocolate, durante a fase pré-contest ela não consome nada fora da dieta. Antes de iniciar o trabalho na musculação seu peso era 50ks e, hoje, pesa 63 em off e 58 em competição.

Dentre seus títulos destacamos: campeã pela Copa Rio e vice-campeã no brasileiro pelo IFBB. É fã da atleta Gal Ferreira quem admira muito pela garra e dedicação. Como a maioria das atletas brasileiras ela não tem patrocínio ainda, mas, recebeu um apoio da marca Garota Carioca.

Nicole trabalha de manha e a tarde, estuda a noite, treina ao 12hs e no pré-contest faz aeróbio as 7:30 antes de ir trabalhar e após o retorno da faculdade, mesmo em dias frios, relata que o tempo é uma questão de prioridades.

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Fotos da atleta:

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Nicole Eccel

Por Dra. Patrícia Lessa

Fonte: http://www.fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/nicole-eccel.php

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Salve sua dieta nas ceias de Natal e Reveillon

Ceia de Natal


Estamos às vésperas das festas de fim de ano, e isso significa se esbaldar em mesa farta  de calorias.

Mas você pode aproveitar as festas, saborear a ceia, e salvar sua dieta, pois é possível ter uma mesa com uma aparência muito agradável, composta de alimentos saudáveis e saborosos.

Apesar de vivermos em um país tropical, com grande diversidade de frutas, legumes e verduras, os brasileiros não consomem esses alimentos como deveriam.

As frutas, legumes e verduras são ricos em fibra alimentar, minerais e diferentes tipos de vitaminas, como os carotenóides, precursores da vitamina A.

Estudos científicos comprovam que uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras estão associados ao menor risco de desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis (hipertensão, acidente vascular cerebral, câncer) e à manutenção do peso adequado.

Esses alimentos também são protetores do organismo contra as doenças pulmonares crônicas e obstrutivas, incluindo a asma e a bronquite.

A trilogia "frutas, legumes e verduras" é utilizada para enfatizar a importância da variedade alimentar e porque esses alimentos devem ser considerados parte importante das refeições e não somente lanches ocasionais.

Seguem aqui, diversas dicas da Nutricionista Vanessa Vichi:

• Diminua a quantidade de alimento a ser ingerido, e na medida do possível combine pratos mais calóricos e elaborados com saladas variadas (utilizar vários vegetais folhosos como, por exemplo: alface americana, rúcula, agrião, repolho, etc), pois promovem a sensação de saciedade.
 
• Nas preparações dos alimentos substitua os produtos convencionais por lights (por exemplo: maionese, creme de leite, margarina, etc).
 
• Dê preferência às preparações no vapor, assadas, cozidas ou grelhadas. São mais nutritivas, menos gordurosas e muito mais saudáveis. Evite  frituras.
 
• Comece o seu prato servindo-se dos alimentos mais saudáveis. Desta maneira sobrará menos espaço no prato para as comidas gordurosas.

• Mantenha distância de alimentos que não necessitem de talheres. Desta forma, você elimina os salgadinhos, biscoitos, bolos, pães de queijo, pizzas, etc., que são gordurosos e bastante calóricos.

• Lembre-se que o mais importante nesta época é estar com pessoas, é a confraternização. O foco será automaticamente desviado da comida.

• Priorize suas escolhas.
 
• Antes das festas faça um lanche saudável utilizando frutas, cereais integrais e queijo light. Esta é uma dica muito importante para não exceder na quantidade ingerida durante os eventos.

• É importante também mastigar bem os alimentos. Quem come muito rápido, além de ter uma digestão mais demorada, deixa de saborear o alimento e acaba comendo uma quantidade maior.

• E quando chegar à hora da sobremesa coma uma porção pequena ou escolha uma fruta. Frutas são excelentes sobremesas e  ótimas para refrescar o nosso Natal, que é bem tropical. 
 
• Agora se você deixou de seguir as dicas acima e exagerou na ceia de Natal e Reveillon temos mais uma dica, que vai te ajudar na digestão do exagero: consuma enzimas digestivas, consumindo 1 sache após as principais refeições, o produto irá contribuir com a digestão dos alimentos

• A alimentação é uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida saudável, seja para perder peso, melhorar a saúde ou, simplesmente, satisfazer uma necessidade fisiológica, comer é sempre bom.

Dra. Vanessa Vichi Girotto Corrêa

Fonte: http://www.fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/salve-dieta-ceias-natal-reveillon.php

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Narcisismo deixa de ser doença na "bíblia" de psiquiatria

Os narcisistas, para a surpresa da maioria dos especialistas, estão quase se tornando uma espécie em extinção. Não que eles estejam encarando uma extinção iminente. O destino será muito pior. Eles ainda existirão, mas serão ignorados.

A quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (previsto para ser lançado em 2013, e conhecido como DSM-5) eliminou cinco dos dez transtornos de personalidade que estão listados na edição atual.

O distúrbio de personalidade narcisista é o mais conhecido entre os cinco, e sua ausência tem causado muito alvoroço entre os profissionais da saúde.

A maioria dos leigos tem uma boa ideia do que seja o narcisismo, mas a definição formal é mais precisa do que o significado encontrado no dicionário.

Nossa imagem cotidiana de um narcisista é de uma pessoa muito egocêntrica --a conversa sempre gira em torno dela. Embora não se aplique a pessoas com DPN (distúrbio de personalidade narcisista), essa caracterização é muito ampla. Existem pessoas completamente egocêntricas que não se qualificariam no diagnóstico de DPN.

O requisito principal para o DPN é um tipo especial de autoabsorção: um senso grandioso de autoestima, um sério erro de cálculo de suas próprias habilidades e potenciais que é muitas vezes acompanhado por fantasias de superioridade. É a diferença entre dois estudantes com capacidade moderada que jogam beisebol: um é absolutamente convencido de que será um jogador da liga principal, e o outro espera por uma bolsa de estudos para cursar a faculdade.

É claro, seria prematuro chamar o primeiro estudante de narcisista nesta idade, mas imagine o mesmo tipo de atitude incessante e irrealista dez ou 20 anos mais tarde.

O segundo requisito para o DPN: visto que o narcisista é tão convencido (a maioria são homens), ele automaticamente espera que os outros reconheçam e falem sobre as suas maiores qualidades. Isso é geralmente conhecido como "espelhamento". Ele não se contenta em saber que é bom. Os outros devem confirmar isso, rápido e com frequência.

Finalmente, os narcisistas, que desejam a aprovação e a admiração dos outros, não têm noção sobre como as coisas parecem da perspectiva dos outros. Os narcisistas são muito sensíveis ao serem ignorados ou menosprezados, mas dificilmente reconhecem quando estão fazendo isso com os outros.

A maioria de nós concordaria que este é um perfil facilmente reconhecível, e é uma incógnita o porquê o manual do comitê sobre distúrbios de personalidade decidiu tirar o DPN da lista. Muitos especialistas da área não estão felizes com isso.

Na verdade, eles também não estão felizes com a eliminação de outros quatro distúrbios, e não têm vergonha de dizer isso.

Um dos críticos mais renomados do comitê sobre distúrbios de personalidade é o psiquiatra de Harvard, John Gunderson, antigo na área, foi quem conduziu o comitê de distúrbios de personalidade para o manual atual.

Questionado sobre o que achou sobre a eliminação do DPN, ele disse que o manual apenas mostrou o quão "ignorante" é o comitê.

"Eles têm pouco conhecimento sobre o dano que podem estar causando". Disse também que o diagnóstico é importante para organizar e planejar o tratamento.

"É perversa", disse sobre a decisão, "e creio que é a primeira que elimina metade de um grupo de distúrbios pelo comitê".

Ele também culpou a chamada abordagem dimensional, um método de diagnóstico de distúrbio de personalidade que é novo para a DSM. Consiste em fazer um diagnóstico global e geral do distúrbio da personalidade para um determinado paciente, e então, selecionar traços particulares de uma longa lista para melhor descrever aquele paciente específico.

Isto é um contraste com a abordagem que tem sido usada há 30 anos: a síndrome narcisista é definida por um conjunto de traços relacionados, e o paciente é classificado naquele perfil.

A abordagem dimensional tem o apelo de um pedido à la carte --você pede o que quer, nada mais e nada menos. Uma coisa é chamar alguém de elegante e bem vestido. Outra coisa é chamar de almofadinha. Cada um desses termos tem significados levemente diferentes e evoca um tipo.

E os médicos gostam de tipos. A ideia de substituir o diagnóstico padrão do DPN pelo diagnóstico dimensional como "distúrbio de personalidade com traços narcisistas e manipuladores" não vai dar certo.

Jonathan Shedler, psicólogo da Faculdade de Medicina da Universidade de Colorado, disse: "Os médicos estão acostumados a pensar em termos de síndromes, e não traços separados. Já os pesquisadores pensam em termos de variáveis, e há simplesmente uma cisma enorme". Ele disse que o comitê foi formado "por vários pesquisadores acadêmicos que não atuam muito na prática clínica. Vemos ainda outra manifestação do que é chamado na psicologia de cisma na prática da ciência".

Cisma provavelmente não seja um exagero. Há 30 anos o DSM tem sido o padrão inquestionável que os médicos consultam ao diagnosticar distúrbios mentais.

Quando um novo diagnóstico é introduzido, ou um diagnóstico estabelecido é substancialmente modificado ou excluído, isso não é pouca coisa. Como disse Gunderson, isso afetará a maneira como os profissionais pensam e tratam seus pacientes.

Levando isso em consideração, a falta de informação dos especialistas em distúrbios de personalidade não deverá ser novidade.Gunderson escreveu uma carta coassinada por outros pesquisadores e médicos à Associação Psiquiátrica Americana e à força-tarefa que dirige a DSM-5.

Além disso, Shedles e sete colaboradores publicaram um editorial na edição de setembro da Revista Americana de Psiquiatria.

Em um mundo relativamente pequeno de diagnósticos de saúde mental, esta é uma batalha que certamente vale a pena assistir.

Agora, está claro que é muito cedo para os narcisistas desistirem do seu lugar na lista.

Por CHARLES ZANOR DO "THE NEW YORK TIMES"

Charles Zanor é psicólogo em West Springfield, Massachusetts, EUA. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/845744-narcisismo-deixa-de-ser-doenca-na-biblia-de-psiquiatria.shtml

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Cidades dos EUA proíbem venda de "MC Lanche Feliz"

Nada de brinquedo depois da comida. Esse é o recado que algumas prefeituras norte-americanas começam a mandar e que tem como destino preferencial o McDonald's e seu McLanche Feliz.

A cidade de San Francisco, na Califórnia, é o caso mais conhecido. No mês passado, os vereadores locais aprovaram lei que impede a venda de alimentos associada a brinquedos em casos em que a refeição não atenda certos parâmetros nutritivos.

Mario Anzuoni/Reuters
Lanches do McDonald's com relógios que representam personagens do filme "Shrek"
Lanches do McDonald's com personagens do filme "Shrek"

Ou seja, se um alimento supera os limites estabelecidos de gordura, açúcar e calorias, não pode vender junto um brinquedo. Em abril, a também californiana Santa Clara tomou decisão semelhante, e outras devem seguir o caminho, com o avanço da obesidade nos EUA.

O presidente-executivo do McDonald's, Jim Skinner, atacou, em entrevista ao "Financial Times", a decisão de San Francisco, que só vai entrar em vigor no final de 2011.

Para o dirigente, a nova regra "retira a decisão pessoal de famílias que são mais do que capazes de tomar suas próprias decisões".

No Brasil, a Justiça Federal negou em julho do ano passado liminar do Ministério Público Federal que queria proibir promoções do Bob's, do McDonald's e do Burger King, que dão brinquedos a quem compra lanche.

Para Marcio Schusterschitz, autor da ação, a decisão americana não deve influenciar o processo no Brasil -havia outro processo tramitando na Justiça do Estado de São Paulo, mas o STJ decidiu recentemente que o caso é de competência federal. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/845990-cidades-dos-eua-proibem-venda-de-mc-lanche-feliz.shtml

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Atividade Física x Exercício Físico Extenuante

Existem diferenças entre a atividade física regular (saudável) e o exercício físico realizado de forma intensa e extenuante. Este, por aumentar exponencialmente os processos metabólicos, promove o estresse oxidativo e acelera o envelhecimento celular.

É senso comum afirmar que a atividade física regular promove a melhoria de inúmeras funções corporais, e que o desenvolvimento destas funções está relacionado à longevidade.

Entretanto, existem diferenças entre a atividade física regular (saudável) e o exercício físico realizado de forma intensa e extenuante. Este, por aumentar exponencialmente os processos metabólicos, promove o estresse oxidativo1 e acelera o envelhecimento celular.

O metabolismo aeróbico elevado durante o exercício faz aumentar a produção de radicais livres2. Estes, em situações normais, não produzem efeito negativo sobre as células, dado que o organismo possui um sistema de defesa antioxidante capaz de coibir o efeito oxidativo dos RL. Entretanto, quando a produção de radicais excede os níveis normais e supera o sistema bioquímico protetor, o organismo é induzido a um excesso de oxidação (estresse oxidativo).

A presença de radicais livres formados durante a respiração celular normal é a maior causa de modificação oxidativa do DNA. O estresse oxidativo ao DNA causado por exercício extenuante aponta para risco de desenvolvimento de câncer e de envelhecimento prematuro. Assim sendo, quanto mais intenso for o exercício, maior será a produção de radicais livres e maior será a oxidação, de tal forma que a defesa antioxidante não será capaz de deter os danos celulares. O sistema de defesa antioxidante conta de enzimas antioxidantes, proteínas que podem quelar metais, vitaminas e alguns minerais. Dentre esses destaca-se a Vitamina E, que por ser lipossolúvel, desempenha um papel de pivô nessa defesa pela inserção nas membranas e por quebrar a reação química, que ocorre em cadeia, da peroxidação lipídica3. A vitamina E é uma molécula com uma cabeça trimetil-hidroquinona e uma cadeia lateral de diterpenóide. A cadeia lateral parece estar associada com a habilidade da vitamina em se inserir na porção hidrofóbica da membrana.

Porém, nem sempre as defesas antioxidantes são suficientes para impedir que o organismo entre em processo de oxidação. Deve-se considerar também, que vários são os mecanismos que podem levar ao estresse oxidativo, dentre eles:

- Tabagismo;

- Estresse;

- Álcool;

- Radiação;

- Drogas;

- Transplante;

- Traumas/Inflamações e Infecções.

Contudo, deve-se lembrar que a formação de radicais livres no metabolismo é absolutamente normal. Pode-se dizer que cerca de 4 a 5% do oxigênio respirado é utilizado na formação desses radicais. E, seu funcionamento no corpo não é integralmente maléfico. O organismo aproveita seu potencial destrutivo para, além de se proteger contra bactérias e outros microorganismos invasores, utilizar o potencial oxidativo para extrair maior quantidade de energia do metabolismo dos alimentos. O grande problema ocorre quando sua formação sobrepuja, como dito anteriormente, os mecanismos de defesa (o que acontece durante a atividade física extenuante), ocorrendo assim uma oxidação maior que a normal. Este estresse oxidativo causa lesões ao DNA e em outras estruturas das próprias células, fenômeno causador de doenças e relacionado com o processo de envelhecimento. Algumas doenças induzidas pelo estresse oxidativo são:

- Doença coronariana;

- Doença perivascular;

- Catarata;

- Reperfusão Isquêmica;

- Câncer;

- Hipertensão;

- Síndrome de dificuldade respiratória em adultos;

Além destas, estão relacionadas também outras doenças associadas ao envelhecimento, como atrite reumatóide, doenças neurodegenerativas e doenças de pele relacionadas à fotossensibilizantes.

Todavia, a atividade física regular e de intensidade adequada à níveis moderados, além de agir beneficamente sobre estas doenças e síndromes, proporciona um aumento das defesas antioxidantes do organismo, principalmente quando relacionadas à administração de antioxidantes (vitamina E, por exemplo). Verificou-se que o exercício físico de intensidade moderada aumenta a atividade do superóxido dismutase, catalase e glutationa peroxidase (enzimas antioxidantes) nas plaquetas sanguíneas além de diminuir as concentrações de tromboxano e malondialdeído (indicadores de lesão oxidativa). Isto sugere que a atividade física adequada desenvolve o potencial antioxidante do organismo e auxilia na prevenção das doenças relacionadas ao estresse oxidativo.

1 – Estresse Oxidativo: reação em cadeia decorrente da emissão excessiva de radicais livres de oxigênio.

2 – Radical Livre: é um átomo ou molécula com um elétron sem par na camada mais externa.

3 – Peroxidação Lipídica: oxidação da camada lipídica da célula mediada pelos radicais livres.

Por Matheus Uba Chupel

Fonte: http://fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/atividade-fisica-exercicio-fisico-extenuante.php

Referencial:

* UBA CHUPEL, Matheus. O Exercício Físico e os Radicais Livres – Mecanismo de Formação e Adaptação ao Estresse Oxidativo. Monografia de Pós Graduação em Fisiologia do Exercício. Uniguaçu – União da Vitória – PR, 2010.
* GHORAYEB, Nabyl. DIOGUARDI, Guiseppe. Tratado de Cardiologia do Exercício e do Esporte. Editora Atheneu, 2006.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Pesquisa indica o consumo de vegetais para uma vida mais longa

Nutriente presente em frutas e verduras oferece risco menor de morte.
Pesquisadores analisaram mais de 15.000 americanos adultos.

Um novo estudo aponta que consumir grandes quantidades de alfa-carotenos pode reduzir o risco de óbito por diversas causas, incluindo complicações cardíacas e câncer. Menos conhecido do que seu primo-irmão, o betacaroteno, este antioxidante também está presente em frutas e verduras.

Os dois nutrientes são chamados carotenóides – termo derivado de Daucos carota, nome científico da cenoura – devido à coloração vermelha, amarelada ou laranja que eles emprestam a uma série de alimentos. Uma vez consumidos, tanto o alfa quanto o betacaroteno são convertidos pelo corpo em vitamina A, embora se acredite que tal processo se desenvolva melhor com o betacaroteno.

O novo estudo, entretanto, aponta que o alfa-caroteno pode desempenhar um papel mais importante na defensa do DNA das células. Segundo os pesquisadores, isso pode explicar a habilidade do nutriente em limitar o tipo de dano causado aos tecidos que podem originar doenças fatais.

O estudo, realizado por uma equipe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), constatou que depois de 14 anos de acompanhamento, a maioria das pessoas – independentemente do estilo de vida, das características demográficas ou dos riscos de saúde em geral – apresentava menos problemas de saúde limitantes à vida na medida em que tinha aumentada a concentração de alfa-caroteno no sangue. O efeito foi dramático, com riscos caindo de 23 a 39% à medida que subiam os níveis de alfa-caroteno no indivíduo.

"O estudo continua a comprovar a questão de que existem muitos componentes nos alimentos – especialmente nas frutas e nos legumes de cor vermelha ou laranja – que fazem bem à saúde", disse Lona Sandon, porta-voz da Associação Americana de Nutrição e professora assistente de nutrição clínica do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, em Dallas (EUA). Sandon enfatizou, porém, que no momento o estudo apenas comprova uma associação entre o alfa-caroteno e maior longevidade e que não se trata de uma relação de causa e efeito. As descobertas serão publicadas na revista especializada Arquivos de Medicina Interna.

Alfa-carotênos

Pesquisadores liderados pelo Dr. Chaoyang Li, da divisão de supervisão comportamental com serviços laboratoriais e de epidemiologia do CDC, ressaltam que os alimentos de cor laranja – como cenoura, batata doce, moranga, abóbora, manga e melão cantaloupe – são ricos em alfa-carotenos, assim como os alimentos de cor verde-escura – como brócolis, ervilhas, espinafre, couve, folhas de nabo, couve-de-bruxelas, kiwi e alface.

Estes alimentos fazem parte da lista de recomendações atuais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que destaca os benefícios de consumir diariamente duas a três porções de frutas e de três a cinco porções de verduras.

A equipe de Li se concentrou nos resultados de mais de 15.000 americanos adultos, com idade acima dos 20 anos, que participaram da Terceira Pesquisa Nacional de Nutrição e Saúde. Todos os participantes passaram por uma avaliação médica entre 1988 e 1994, quando foram colhidas amostras de sangue. Os participantes foram acompanhados por um período de 14 anos até o ano de 2006. Até aquele momento, mais de 3.800 participantes já haviam morrido.

Análises de sangue revelaram que, em comparação aos participantes que tinham níveis de alfa-caroteno entre 0 e 1 micrograma por decilitro (mcg/dL), aqueles que estavam na faixa entre 2 e 3 mcg/dL tinham um risco 23% mais baixo de morte por todas as causas.

O risco de morte para os participantes com níveis de alfa-caroteno entre 4 e 5 mcg/dL, entre 6 e 8 mcg/dL e 9 mcg/dL ou acima, caíram 27%, 34% e 39% respectivamente, contra aqueles na faixa entre 0 e 1 mcg/dL. A equipe também relacionou os altos níveis sanguíneos de alfa-caroteno a um risco mais baixo de morrer dos dois principais vilões do país: complicações cardiovasculares e câncer.

Segundo o grupo de Li, embora sejam necessárias novas pesquisas, as descobertas apontam que o maior consumo de frutas e vegetais pode ajudar a diminuir o risco de morte prematura. Sandon concordou, mas advertiu que devemos ter cuidado com interpretações errôneas das descobertas.

"Ainda é muito preliminar. Ainda não houve muitos estudos clínicos avaliando esta questão. E é sempre complicado quando um único nutriente é selecionado de um grupo, pois os componentes dos alimentos podem trabalhar de forma isolada ou sinérgica. A pergunta é: Estaria o alfa-caroteno agindo em conjunto com outros nutrientes? Nós realmente não sabemos", explicou.

Ela complementou: "O alfa-caroteno, por si só, provavelmente não é a causa de uma vida mais longa. Mas, ainda assim podemos dizer que se consumirmos mais tipos de fito-nutrientes encontrados nos alimentos, talvez isso possa nos ajudar a viver por mais tempo e com mais saúde".

Esta é a conclusão, segundo Sandon: "Eu certamente acredito que seria errado que as pessoas concluíssem com o estudo que elas deveriam consumir especificamente mais alfa-caroteno. O que devemos concluir com a pesquisa é que devemos comer mais alimentos que contenham alfa-caroteno".

E o que dizer sobre os suplementos nutricionais? A equipe de Li destacou que os suplementos antioxidantes atualmente disponíveis no mercado praticamente não contêm alfa-caroteno, e por isso o estudo apenas analisou o impacto de consumir o componente por meio dos alimentos.

Do The New York Times

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Conhece a síndrome da abstinência do exercício?


Com reações semelhantes às da síndrome da abstinência de drogas, ela pode levar a alteração de humor, desânimo e até depressão.

Ter baixa de energia, sentir-se triste ou deprimido, ficar irritado ou mal humorado, ignorar as ordens médicas. Mais do que contrariedade, teimosia ou inconsequência por parte do esportista, estes comportamentos podem ser sintomas da síndrome da abstinência dos exercícios.

As sensações desagradáveis relacionadas à privação de alguns dias de treino parecem ser similares à síndrome de abstinência causada pelas drogas. "Elas possivelmente estão relacionadas à produção e dependência dos opióides endógenos (encefalinas e endorfinas)", diz Altair Argentino Pereira Júnior, mestre em Ciências do Movimento Humano pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e docente do Centro Universitário de Brusque (Unifebe).

O coordenador de manutenção Augusto de Barros Guimarães, 39 anos, de Belo Horizonte, sempre teve problemas para dormir, a ponto de receber prescrição médica de remédios para pegar no sono.

Até que, em 2008, a corrida entrou em sua vida. "Foi uma maravilha. Em pouco tempo eu reduzi as doses dos medicamentos e depois zerei a necessidade dos comprimidos", conta.

Entusiasmado e por conta própria, passou a correr 10 quilômetros por dia, de domingo a domingo – carga excessiva para um iniciante.

Até que o corpo apitou, com uma fratura por estresse na tíbia. Resultado: Augusto teve de parar completamente com a atividade física por dois meses. "Não era só o bem-estar físico, tinha o emocional também. Encarar essa parada forçada foi bem difícil. Em 10 dias já estava pedindo para voltar com os remédios para dormir". A ansiedade também foi às alturas e ele chegou a se sentir deprimido e sem energia para realizar as atividades cotidianas.

Em seu retorno ao esporte, queria recuperar o tempo perdido. Ele compara: "Todo ano, no período da quaresma, fico 40 dias sem comer carne. Sinto falta, mas em poucos dias me acostumo. Quando volto a comer carne, me contento com porções menores. Com a corrida não foi assim. Retornei buscando ir mais longe e mais rápido". Este novo abuso o levou a uma segunda lesão, seis meses depois.

Com diagnóstico de tendinite patelar, teria de ficar mais 30 dias de molho. Mas Augusto não parou. "Peguei mais leve, mas não interrompi a atividade física. Fiquei com medo de voltar ao estágio inicial dos remédios para dormir", conta o corredor.

No caso do gerente de serviços de tecnologia Leandro Turbino, de 32 anos, de São Paulo, foi a vida profissional que o afastou do esporte. "Estava praticando atividade física há dois anos, constantemente. Mudei de função no trabalho, minha rotina se alterou e não consegui mais treinar. Uma semana depois já notava alteração de humor e baixa de energia", conta.

Uma coisa levou à outra e agora ele luta contra a falta de disposição até para ações diárias, como brincar com as filhas ou aguentar o ritmo intenso no escritório. "Sinto falta do bem-estar que o exercício proporciona".

Pesquisas apontam que alguns corredores apresentam sintomas de abstinência, tais como irritabilidade, ansiedade, depressão e sentimentos de culpa quando impedidos de participar de suas rotinas de corridas regulares. Em alguns casos, a coisa pode se agravar pela dependência ao próprio exercício.

"A prática regular de atividade física pode produzir vários efeitos benéficos à saúde, mas estudos indicam que, quando são realizadas de maneira compulsiva, podem resultar em dependência patológica", alerta o professor Altair. E uma vez dependentes, esses indivíduos ficam vulneráveis ao quadro da síndrome do excesso de treinamento (SET).

O círculo vicioso está armado: a dependência pode levar ao aumento de carga e à prática intensiva de exercícios que por sua vez podem levar a lesões e à interrupção da atividade, gerando distúrbios de humor, indisposição, depressão.

"É preocupante ver algumas pessoas que, obrigadas a parar por algum motivo – lesão, viagem, falta de tempo –, acham que o mundo vai acabar. Cabe a nós, profissionais, ficarmos atentos e chamar a atenção em caso de necessidade" afirma o professor de educação física e personal trainer Leonardo Barbosa, da Reebok Sport Club, de São Paulo.

Atletas de todos os níveis de performance correm o risco de sofrer da síndrome do excesso de treinamento. Mas são considerados altamente suscetíveis ao desenvolvimento do quadro: indivíduos muito motivados, atletas de alto rendimento, pessoas que retornam precocemente aos treinos (antes de estarem completamente recuperadas de suas lesões), atletas e não atletas auto-treinados e pessoas com orientação técnica não qualificada.

O que fazer

"Por mais que a atividade física seja prazerosa, é importante entender que ela é apenas uma parte da vida. Pode até ter um grau de importância alto para você, mas não a ponto de torná-lo dependente", alerta o psicólogo do esporte José Anibal Azevedo Marques, da Interação Psicologia e Esporte, de São Paulo.

Em caso de parada por orientação médica, respeite o período proposto para a recuperação. Se o problema for falta de tempo na agenda, tente marcar um determinado dia para a volta. Trace um plano gradual para o retorno e trabalhe sua determinação para cumprir o compromisso com você mesmo. "Nada está perdido. Não vão ser duas ou três semanas de afastamento que irão acabar com sua vida atlética", reforça Leonardo Barbosa.

Para compensar o fato de não poder praticar sua atividade preferida momentaneamente, vale buscar alternativas: desde técnicas de relaxamento até outros exercícios que possam ser executados sem agravar possíveis lesões existentes.

"Se você machucou o joelho, por exemplo, procure trabalhar os membros superiores", sugere o professor Leonardo.

A tradutora e intérprete de mandarim e inglês Venuza Ho, de 26 anos, de São Paulo, soube lidar bem com sua parada obrigatória. Acostumada a correr com frequência nos últimos quatro anos, ela ficou impossibilitada de praticar a atividade por dois meses devido a uma pequena lesão após a Maratona do Rio de Janeiro, em julho. "Fiquei triste, mas sabia que era temporário. Aproveitei a oportunidade para focar em outras coisas, como estudar para um novo vestibular. Para não ficar parada completamente, fui pedalar", diz. Aliviada por não sentir mais dores, ela já retomou os treinos e programa uma nova prova de longa distância – mas somente para o ano que vem.

Por Yara Achôa

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

É possível ser um gordinho saudável?

Muito se comenta a respeito dos efeitos nocivos do acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. Há diversas pesquisas que relacionam a medida da circunferência abdominal com o risco coronariano. No entanto, há um grupo de pessoas que desafiam esse conceito. São indivíduos que, apesar de apresentar um sobrepeso considerável, são extremamente saudáveis, com baixos níveis de colesterol ruim (LDL, VLDL), colesterol bom elevado (HDL) e pressão arterial normal (120/80 mmHg). Eles são descritos pelos especialistas como os "gordinhos saudáveis".

Tive o privilégio de conhecer alguém com esse perfil, o Sr. Valdeci, carteiro há mais de 14 anos e que apresenta um grande sobrepeso. Ele aceitou a minha proposta de, durante uma semana de trabalho, usar um pedômetro (aparelho medidor do número de passos dados). Eu pedi ao Valdeci para colocar o pedômetro na cintura ao sair de casa e somente guardá-lo quando fosse dormir. Ele também deveria anotar o número de passos acumulados a cada dia da semana. Abaixo, é possível visualizar os resultados:
Como podemos observar, o Valdeci acumulou, em média, 21 430 passos por dia. Em relação a pessoas sedentárias, ele se movimenta quase quatro vezes mais que a maioria da população. Apesar do seu sobrepeso (IMC de 29,5), Valdeci apresenta pressão arterial normal (120/80 mmHg), índices de colesterol e glicemia saudáveis (ele realiza exames clínicos anualmente, por exigência da empresa). Conversando melhor com ele, descobri que sempre teve sobrepeso, desde criança. Seus pais também são gordinhos.
O que poderia explicar esse paradoxo? Acredito que a combinação entre fatores genéticos e atividade física regular favorecem a saúde. Em outras palavras, para uma avaliação completa, é preciso ir muito além de fatores superficiais, como o peso e a própria estética. A definição de "normal" deveria também considerar exames clínicos, que poderão surpreender até mesmo indivíduos bem magros e atléticos, com pressão arterial elevada e níveis alarmantes de colesterol ruim
IMC: O índice de massa corporal (IMC), calcula o peso ideal de uma pessoa com base no seu tamanho e peso. O índice de massa corporal é válido por um homem ou mulher adulta (18 a 65 anos).

O IMC é também chamado de índice Quételet (inventado pelo cientista belga Jacques Quételet, 1796-1874). A Organização Mundial da Saúde (OMS) define esse índice de massa corporal como o padrão para medir os riscos associados com sobrepeso em adultos.

Por Renato Dutra

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Macarrão instantâneo com tempero é campeão em sódio

Macarrão instantâneo, batata frita e biscoito de polvilho são os alimentos industrializados com maior teor de sódio, gordura saturada e trans, respectivamente.

A constatação é de um estudo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que analisou mais de 20 categorias de produtos.

O consumo elevado de sódio pode levar à hipertensão. A ingestão de gorduras trans e saturada acima dos níveis indicados pode causar problemas cardíacos.

O macarrão instantâneo com tempero foi um dos que mais chamou a atenção. Dependendo da marca, a pessoa ingere em uma porção até 167% do sódio recomendado para o consumo diário.

A Anvisa comparou 12 marcas de macarrão instantâneo: algumas têm duas vezes mais sódio que outras.

"O consumidor precisa comparar, há fabricantes que já produzem alimentos mais saudáveis", diz Maria Cecília Brito, diretora da Anvisa.

Na análise da gordura saturada, a batata frita foi o alimento "vilão". Também houve, nesse caso, grande variação entre as 28 marcas pesquisadas. Há marcas que contêm até cinco vezes mais gordura saturada que outras.

Em nota, a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação afirmou estar "surpresa" com a divulgação do estudo da Anvisa, porque esperava discutir o tema em um evento na próxima semana.



terça-feira, 9 de novembro de 2010

Correr uma maratona faz mal ao coração, diz estudo

Correr uma maratona pode machucar o coração, segundo um estudo que acaba de ser apresentado no Congresso Cardiovascular Canadense, que termina amanhã.

A pesquisa, da Universidade Laval, no Canadá, examinou 20 corredores amadores saudáveis algumas semanas antes e 48 horas depois de uma prova. Foram feitos testes de esforço, de sangue e ressonância magnética.

Os exames mostraram alterações no bombeamento sanguíneo e na oxigenação do coração, além de microlesões e inchaço no órgão.

Os piores resultados foram de pessoas com menor índice de absorção de oxigênio pelo teste VO2. Três meses depois, os exames foram repetidos e as alterações tinham desaparecido.

O médico canadense Éric Larose, um dos autores do estudo, disse à Folha que, apesar de reversíveis, as mudanças observadas estão associadas à ocorrência de eventos cardiovasculares.

Segundo o médico Daniel Arkader Kopiler, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, o esforço de uma maratona causa um processo inflamatório reversível, mas preocupante.

"Há a destruição de células do coração e a liberação de enzimas. Isso pode facilitar o surgimento de lesões."

Para o médico Antonio Sergio Tebexreni, professor da Unifesp, em amadores, há uma maior possibilidade de surgirem pequenos coágulos e microlesões no órgão.

"Quanto maior o preparo físico, melhor vai ser a circulação cardíaca e o aproveitamento. O coração trabalha menos para produzir a mesma quantidade de energia."



PARA POUCOS


"Correr uma maratona não é como visitar o shopping. Não é para qualquer um", diz o cardiologista Nabil Ghorayeb. Há três anos, ele coordenou um estudo no Instituto Dante Pazzanese que analisou alterações cardíacas em 70 corredores.

Os resultados mostraram mudanças fisiológicas. "A recuperação acontece, mas é preciso saber que a modalidade pode causar desidratação, hipertermia, arritimias agudas e até crônicas."

Os riscos são maiores em pessoas com doenças cardiovasculares. "Mas a ausência de fator de risco não quer dizer que é permitido", diz. Todos precisam fazer uma avaliação física antes de correr.

Também é recomendado fazer um intervalo. "Não é indicado disputar mais de duas maratonas ao ano."

Por JULIANA VINES

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Treinando com ajuda

Quando se divide o mesmo treino com algum outro sujeito de nível semelhante, a disputa e a competição indireta saudável esta sempre presente, seja para realizar mais uma repetição a mais que o companheiro, utilizar um quilograma a mais ou recrutar melhor um grupo muscular. 

Parceiro de Treinamento

Quando se pensa em treinamento de alta intensidade, para performance, rendimento, preparação para competições ou apenas por objetivos estéticos pessoais, a questão Intensidade está sempre presente.

Sendo assim, por vezes é necessária a utilização de estratégias que tornem o estímulo cada vez mais intenso, quebrando assim a estagnação e garantindo as progressões. Uma destas estratégias é aquela onde se empregam as chamadas "repetições roubadas". Este fabuloso método (muitas vezes mal empregado, de maneira incorreta ou desnecessária, e por sujeitos despreparados) compreende a solicitação neuromuscular de grupos musculares acessórios, para auxiliar o grupo muscular alvo à ter a vantagem mecânica necessária para prosseguir o esforço, no caso, a amplitude desejada, as repetições à mais, e a maior fadiga muscular. 

Outra estratégia comum, porém imprescindível para quem treina realmente intenso, é o fato de ter um auxiliar durante o treinamento. Este auxiliar, mais conhecido como Parceiro de Treino, tem a função de ajudar no momento da Falha Muscular Concêntrica, ou seja, permitir que o companheiro prossiga com sua série por mais algumas repetições, transferindo esta falha muscular para um estágio mais avançado de intensidade, chegando enfim, à Falha Muscular Total. Portanto, todas as outras repetições realizadas até este momento não são mais do que uma via que leva a algum lugar desejado, no caso, a exaustão muscular completa.

Além desta característica apresentada por um parceiro de treino, a questão motivacional também é relevante. Quando se divide o mesmo treino com algum outro sujeito de nível semelhante, a disputa e a competição indireta saudável esta sempre presente, seja para realizar mais uma repetição a mais que o companheiro, utilizar um quilograma a mais ou recrutar melhor um grupo muscular. Esta ambição envolvida com a competição torna o estímulo cada dia mais intenso, e é incrivelmente válida para quem deseja resultados. Sem citar que o parceiro de treino menos apto, com menor tempo de treinamento, ou com nível de força menor, tende a se beneficiar desta parceria, já que o fato de estar sempre abaixo do nível do companheiro obriga-o a evoluir.

Agora quando nos prendemos aos detalhes das repetições com ajuda, devemos saber que esta estratégia trata-se de um Trabalho de Precisão. Ajudar o parceiro de treino no momento da falha concêntrica não é apenas puxar uma barra pra cima. Atletas experientes preferem ignorar uma ajuda mal vinda, por parte de um companheiro amador nesta função. Melhor só do que mal acompanhado! Melhor sem ajuda do que com muita ajuda! A melhor ajuda é a menor ajuda! Sendo assim, destrancar um movimento falho é permitir que a execução siga com a mesma amplitude e intensidade, e não ter pena do ajudado, realizando o esforço que é destinado ao crescimento muscular de quem está realizando a série.

Portanto, vale a pena se policiar e evoluir nos métodos de ajuda. Leve em consideração as melhores maneiras de ajudar, o local onde se posicionar, ter o feeling para perceber o real momento da necessidade em ajudar, a graduação do esforço a ser aplicado, mantendo o equilíbrio e a velocidade do movimento, e preservando sobrecargas desnecessárias em amplitudes inseguras.

Por Prof. Samuel Rosa.

Fonte: http://fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/treinos-ajuda.php