quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Bodybuilder Workouts - Construindo o seu Corpo e Poupança



Os tempos são difíceis, mas estão encontrando maneiras de modo barato para entrar em forma. Com tantas opções para aumentar a massa muscular, encontrar uma maneira de construir a sua conta de poupança deve ter tantas opções. Taxas ginásio quase dobraram nos últimos dois anos. Então vale a pena pagar para a adesão ou a criação de um ginásio em casa o caminho certo para fitness?

Há prós e contras para ambos aderir a um ginásio e trabalhar em casa. Vamos dar uma olhada em ambas as opções para ver qual é direito para você.

Prós ginásio:
  • Rotina continuou: Estudos mostram que as pessoas estão mais propensos a continuar a sua rotina de exercícios se eles estão pagando por um ginásio adesão contra a criação de um ginásio em casa. A obrigação eo custo obriga-os a fazer a viagem extra.
  • Apoio: Quando você é parte de um ginásio, você tem o apoio do pessoal, bem como os outros membros. Esse apoio pode ter adicionado sua rotina para novos níveis e trazer o seu corpo a novas alturas.
  • Concorrência: A maioria de nós são competitivos por natureza, ver alguém na academia que compartilha a mesma rotina básica pode desencadear competição para se realizar. Nós todos queremos ser o melhor que podemos ser, e alguns querem apenas ser o melhor. A competição é a melhor maneira de alcançar seus objetivos de treino.
  • Equipamento: Gyms costumam ter equipamentos que a maioria dos proprietários de ginástica em casa não podem pagar ou mesmo ter acesso. Utilizando o estado Gyms do equipamento a arte pode ajudar em ver resultados mais rápidos, sem o stress de manutenção das máquinas.
  • Motivação: Só de estar lá é uma motivação. Um ginásio cheio de levantadores de peso e fanáticos exercício pode motivá-lo a mais treino e mais frequentemente. Indo com um grupo de amigos também irá fornecer a motivação que trabalhar sozinho em casa não podem oferecer.
  • Especialidades: Ginásio membros muitas vezes têm a opção de contratar um personal trainer ou aderir a uma classe. A experiência de profissionais de fitness pode colocar a sua rotina na pista rápida de resultados.

Contras ginásio:
  • Custo: Como mencionado, os custos de ginásio estão em ascensão. Se você está vivendo com um orçamento limitado, pode ser difícil para adicionar as despesas.
  • Tempo: Nem sempre há tempo para arrumar sua mala, vá até o ginásio, treino, viagem para casa, e descompactar. Este é geralmente o que faz com que a maioria dos membros de ginástica para parar de ir.
  • Disponibilidade de equipamentos: Se você estiver trabalhando fora em uma academia popular, o seu equipamento favorito pode não estar sempre disponível. Quando você tem uma rotina regular, que é cuidadosamente traçado, perdendo um exercício porque a máquina é tomada pode quebrar essa rotina.

Ginásio Pros Home:
  • Custo: A taxa de uma vez para comprar o equipamento irá permitir poupar dinheiro no longo prazo. Sem mensalidades, taxas de personal trainer, e gás extra para chegar ao ginásio, a economia pode somar.
  • Conforto: Há um benefício de trabalhar fora de casa. Não há inadequação ou nervosismo algumas pessoas ficam de trabalhar para fora na frente dos outros. Você pode vestir o que quiser, fazer reps tantas ou tão pouco como você se sentir, ouvir qualquer música que você escolher, e ninguém pode pará-lo.
  • Acessibilidade Equipamentos: Você sempre terá acesso à máquina que você deseja usar quando quiser usá-lo. Ele vai permitir que você mantenha sua rotina, sem qualquer variação.
  • Time: Sem ter que dirigir ao ginásio você tem mais tempo de treino e não interfere com o resto do seu dia ou da noite. Ele leva alguns segundos para chegar ao seu ginásio em casa em vez de dirigir todo o caminho até o ginásio em toda a cidade.

Ginásio Cons casa:
  • Motivação: Você enfrenta o mesmo problema que trabalhar na motivação em casa,. Sem nada fazer você se sentir obrigado a treino pode haver dias que você simplesmente decidir não o fazer. Quebrando sua rotina, mesmo uma vez pode fazer com que você parar de trabalhar para fora todos juntos.
  • Apoio: Você está por sua conta. Não há instrutores, treinadores ou membros para apoiá-lo enquanto você tenta alcançar seus objetivos. Se você não está vendo nenhum resultado sem alguém dizendo para você continuar você pode simplesmente sair todos juntos.
  • Especialidades: Sem um profissional trainer ou adequação você pode apenas estar a trabalhar fora para nada. Mesmo com a grande quantidade de conhecimento disponível para você na internet ou em livros e revistas, sem uma rotina adequada, que é adaptado para os objetivos que deseja alcançar, você pode não ver nenhum resultado.

Sempre houve debate sobre se um ginásio em casa é melhor do que um centro de fitness, mas o que realmente vem para baixo é o que você acha que é certo para você. Se você quiser economizar dinheiro em academias, em seguida, um ginásio em casa é ideal para você. Se você precisa do apoio e motivação dos adeptos do fitness outros, você pode querer se inscrever.


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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Gordura é essencial, mas deve ser consumida de maneira conscien

Especialistas falam sobre funções do lipídio no organismo, quais alimentos podem ser ingeridos e, claro, como eliminar os excessos nos treinos de corrida

Antes de falar mal da gordura, palavra que causa arrepio em quase todos os brasileiros, uma pausa para conhecê-la melhor. Com a atenção de todos, logo abaixo, a gordura, posando para foto:

Céluas de gordura, os adipócitos, vistos na cor rosa em foto tirada com contraste (Foto: Getty Images)

- As gorduras são chamadas de lipídios e, junto aos carboidratos e proteínas, formam os macronutrientes da dieta. Todos os nutrientes ingeridos em excesso - proteínas e carboidratos - são armazenados no organismo como gordura, formando o tecido adiposo – explica a nutricionista, Cristiane Perroni.

Sim, é esse tal tecido adiposo que você pode entender como sinônimo de banha, pança, enfim, dobras salientes e, na maior parte das vezes, indesejadas. Mas a gordura no seu organismo não tem como único objetivo te atrapalhar.

Os carboidratos e as gorduras são usados como fonte de energia para poupar a utilização de proteínas como combustível energético, já que estas são fundamentais para a síntese e para o reparo dos tecidos – completa Cristiane, que sugere, para uma dieta equilibrada, consumo de 55 % de carboidrato, de 25 a 30 % lipídios e de 15 a 20 % proteína.

Segundo a nutricionista, uma das funções da gordura é nos proteger contra o frio. A outra, e não menos importante, é gerar energia para nosso corpo, assim como os carboidratos, mas de forma mais lenta.

Gordura na geração de energia para o corredor

O treinador Manuel Lago explica que o carboidrato gera energia mais rapidamente e, portanto, nos exercícios com intensidade acima de 85%, seu predomínio no sistema energético humano é quase total. Cada grama de carboidrato equivale a quatro calorias, unidade energética.

- Já a gordura gera energia de forma mais lenta, logo seu metabolismo é mais "percebido" nas atividades que têm uma intensidade menor. Um grama de gordura gera nove calorias – explica Manuel, lembrando que a queima de gordura não paralisa a utilização de carboidrato pelo corpo.

- Dizemos na fisiologia, que "a gordura queima numa chama de carboidrato", ou seja, para haver um metabolismo eficiente da gordura (beta-oxidação) deve-se estar com índices glicêmicos elevados, isto é, uma boa reserva de glicose (glicogênio) – reforça o treinador.

Na prática, para entender melhor como funciona esse mecanismo, pode-se pensar nos corredores de maiores distâncias. Eles aprendem a economizar glicogênio muscular e a utilizar a gordura como substrato energético predominante.

- Apesar de ser mais lento o metabolismo da gordura, ela proporciona maior quantidade de ATP (energia) ao final de cada ciclo metabólico. Isso faz com que a chance de "quebra" desse atleta seja menor – explica o treinador.

Mas, aí, você que está lendo pode começar a pensar que a gordura possa ser um nutriente positivo. Afinal, proteger do frio e gerar energia são duas ações benéficas ao organismo. Não, não é bem assim. Antes de atacar, sem peso na consciência, uma fritura na próxima refeição, vale continuar a leitura.

Acúmulo de gordura prejudica o funcionamento do
organismo (Foto: Getty Images)

- A gordura tem um papel duplo, mas é mais inimiga (bem mais!). Apesar da importância da mesma nas provas longas, se o atleta fizer uma boa alimentação antes e durante a corrida, ele supre essa necessidade de uma maior reserva de gordura. Sendo assim, ele alcança uma maior eficiência na sua corrida e consegue manter a intensidade mais alta do início ao fim da prova, já que não precisa "segurar" um pouco o ritmo para "misturar" os metabolismos de forma mais homogênea – diz Manuel Lago.

Portanto, ele não precisará reduzir sua intensidade para utilizar a gordura como principal substrato, evitando a quebra. O corredor que tiver feito uma alimentação adequada conseguirá usar esta reserva para a prova. Então, nada de achar que tem que sair acumulando gordura para correr mais tempo.

Acúmulo de gordura pode levar a problemas de saúde

Além disso, segundo o próprio treinador, o acúmulo de gordura subcutânea pode causar aumento de gordura nas vísceras, ampliando as chances de doenças coronarianas. E não para por aí:

- Quanto menor for a massa magra do indivíduo, ou seja, menor quantidade de músculos no corpo, mais lento será o seu metabolismo. A conseqüência disso é que ao se baixar a taxa metabólica o consumo de calorias do indivíduo deve ser cada vez menor, não importando o peso corporal total. E afeta, também, a prática, já que a pessoa terá menos músculos para proteger suas articulações em função do impacto absorvido nas corridas – completa Manuel.

Claramente, a gordura está mais para vilã do que para uma aliada. Então, vale ficar atento ao consumo desse macronutriente. Sem esquecer da fórmula simples do emagrecimento: gasto calórico maior que a ingestão.

Entretanto, ambos os especialistas reforçam que há necessidade de percentual mínimo de gordura no corpo. No caso das mulheres, por exemplo, seu ciclo menstrual pode ser comprometido e, como consequência, ela pode perder massa óssea.

Entendas os tipos de gordura e consuma de forma consciente

Cristiane Perroni fala de cinco categorias de lipídios: gorduras trans-saturadas, saturadas, ômega 6, ômega 3 e as mono-insaturadas, seguindo ordem das que devem ser consumidas em menor para maior quantidade.

Batata frita, margarina e biscoitos amanteigados, por exemplo, fazem parte da primeira categoria e a recomendação é que seu consumo seja evitado, por aumentarem o nível de colesterol e trazerem risco de complicações cardíacas. As saturadas, presentes no coco, nas carnes gordas e nos laticínios não podem passar de 10% de sua alimentação diária.

A vilã entre as gorduras, batata frita, e o aliado contra o colesterol, o azeite: moderação (Foto: Getty Images)

Óleos vegetais, sementes e nozes podem baixar o colesterol mal, conhecido cientificamente por LDL, mas, também, quando o consumo for excessivo diminuem os benefício do bom colesterol, o HDL. Assim como o consumo em excesso de omega 3, também presente em nozes e óleos vegetais e em peixes gordurosos, opde retardar o processo de coagulação sanguínea. Azeite de oliva é um bom exemplo de gordura mono-insaturada, que baixa a taxa de colesterol ruim.

Eliminação de gordura: já deu sua corrida hoje?

Corrida é exercício de alto gasto calórico
(Foto: Getty Images)

Agora, se você já consumiu gordura em excesso, calma, os treinos de corrida são ótimos para eliminar dobras indesejadas. Cada caso é diferente, o ideal é procurar uma assessoria esportiva para que o treino seja adequado e não force demais, evitando lesões. Manuel Lago explica qual o tipo de treino é ideal para aqueles que têm por objetivo principal queimar gordura.

- Treinando de forma intensa - com mais de 90% da capacidade - nos treinos mais curtos (até uma hora de duração). Isto aumenta a capacidade oxidativa do organismo. E realizar os treinos mais longos - maiores que uma, ou mesmo, que duas horas - numa intensidade menor, com 70 a 85% da capacidade do atleta - ensina Manuel Lago.

Por Luisa Prochnik

Fonte: http://globoesporte.globo.com/atletismo/corrida-de-rua/noticia/2011/10/gordura-e-essencial-mas-deve-ser-consumida-de-maneira-consciente.html

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Desvantagens de namorar um bombado


bmb











Constantemente vejo mulheres exibindo seus namorados malhados. Nunca entendi qual é a graça. Pra falar a verdade, acredito que a única vantagem de namorar um bombado é exibir para as outras. Gosta de tanque, amiga? Então vai lavar roupa suja e deixa de ser fresca. Confira dez (dos muitos) motivos para não namorar um musculoso.

1. Não é confortável. Sério. Dormir abraçada com um fortão é a mesma coisa que dormir com uma pedra.
2. Eles vão te criticar. E você não vai ter o que criticar de volta.
3. Quando você quiser comer qualquer coisa, ele vai falar que é muito calórico e pode ser substituído por "suplemento alimentar".
4. Ele vai estar sempre mais preocupado com os músculos do que em reparar que você está de lingerie.
5. Auto-estima MUITO alta. Draminhas femininos não funcionam. Enquanto gordinhos/magrelos agradecem a Deus por ter uma mulher do lado, fortões acham isso a coisa mais normal do mundo.
6. Ele vai sempre te substituir por uma mais nova.
7. SEMPRE tem aquele papinho de academia que é chato pra caramba.
8. Quanto mais tempo eles passam na academia, menos tem de aprender alguma coisa útil.
9. Homens viciados em academia nunca estão satisfeitos com a massa muscular. Hoje você namora um fortinho, amanhã, o Incrível Hulk.
10. E o pior de tudo: daqui a 30 anos o bombado de hoje vai estar todo flácido e IMPOTENTE!!!

 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Como correr uma maratona


Gabrielle Andersen "quebrou" durante a maratona, se superou e fez história

Historicamente, a maratona é uma das provas mais dramáticas do atletismo. Quem não se lembra da emocionante chegada da atleta suíça Gabriele Andersen, nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984? Gabriele "quebrou" durante o percurso, mas fez questão atravessar a linha de chegada, mesmo  cambaleando, porque, aos 39 anos, aquela era a última chance dela de concluir a prova numa olimpíada.

"Quebrar" nos 42.195 metros de uma maratona é relativamente comum. Quem corre certamente já ouviu relatos de amigos que contam: "Eu estava bem até o quilômetro 30 e depois comecei a me arrastar. Eu tinha fôlego, mas me faltaram as pernas…". Eu mesmo já quebrei e posso relatar que é muito difícil continuar correndo, ainda que mais devagar, para completar esta prova. É uma experiência frustrante.

Apesar da dificuldade, é possível correr uma maratona de forma bem prazerosa, do começo ao fim e, apesar do inevitável cansaço no final, terminar a corrida em boas condições, inclusive acelerando um pouco o ritmo nos últimos quilômetros. Da mesma forma que já tive a experiência negativa de quebrar, também pude realizar uma maratona bem agradável, do começo ao fim. Lembro-me mais desta segunda prova do que daquela em que fui "pifando" e me arrastando até a linha de chegada.

Qual o segredo para não "quebrar"? Temos de adotar uma estratégia que promova duas alterações importantes em nosso metabolismo durante a maratona:

1-    Minimizar a queima de glicogênio (reserva energética dos músculos). Temos um estoque limitado desse importante combustível e, quando forçamos o ritmo, queimamos bem mais glicogênio;

2-    Maximizar a queima da gordura. O corpo humano possui uma reserva muito abundante de gordura, suficiente para percorrer mais de 100 quilômetros. No entanto, para queimar este combustível é preciso ir mais devagar.

Portanto, correr uma maratona de forma estratégica requer muita frieza. O corredor definirá o que vai acontecer na prova nos primeiros 10 quilômetros, justamente quando se encontra ansioso, motivado e descansado. É nesse momento que ele pode queimar seus estoques de glicogênio e assim quebrar no final. Ou então ser mais cauteloso, minimizando a queima dos carboidratos e otimizando a queima das gorduras. E uma grande vantagem de economizar no começo para gastar no final é que acabamos mais inteiros e a "viagem" fica bem gostosa.

Para saber mais:

Rapoport, B I. Metabolic factors limiting performance in marathon runners. PLoS Computational Biology, October 2010, Volume 6, Issue 10.

Por Renato Dutra

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Maioria dos brasileiros está longe dos esportes

Estudo realizado por empresa de marketing esportivo buscou informações em todos os estados do país.

Embora o país esteja prestes a receber dois dos maiores eventos mundiais do esporte --as Olimpíadas e a Copa do Mundo--, 62,6% dos brasileiros não praticam nenhuma de suas modalidades.

A conclusão é de um estudo feito pela consultoria de marketing esportivo Sport+Markt, que entrevistou mais de 46 mil pessoas em todos os Estados do país. E, se o brasileiro anda sedentário, a situação da brasileira é ainda mais preocupante. Apenas 27,6% das mulheres fazem regularmente algum tipo de esporte.



"Muitas mulheres ainda dedicam parte do seu dia a outros afazeres, como cuidar da casa e da família, o que acaba se refletindo no resultado final", disse Cesar Gualdani, sócio-diretor da empresa, com base no que a equipe da pesquisa ouviu de justificativa das participantes.

Além do gênero, o nível econômico e a faixa etária também influenciam na prática esportiva. O estudo mostrou que as pessoas mais ativas são as que têm condição financeira mais elevada.

O Sul é a região proporcionalmente com a maior quantidade de pessoas praticando esportes, quase 54% dos homens e 32% das mulheres. Entre os homens, a cidade de São Paulo ocupa a terceira posição na lista das capitais mais esportivas. Com 54,5% deles praticando alguma modalidade, fica atrás apenas de Porto Alegre (61%) e de Florianópolis (54,9%).

As mulheres paulistanas não são tão ativas --com 25,6%, a cidade ocupa a nona posição na lista encabeçada por Florianópolis, que tem Santos na sétima posição.

Apesar das praias, as cariocas ocupam apenas a 15ª colocação no ranking. "Esse resultado é preocupante. A obesidade hoje é uma epidemia no Brasil. Precisamos aproveitar a visibilidade dos grandes eventos esportivos para divulgar a importância de se exercitar", disse Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física.

Por Giuliana Miranda

Fonte: Fontehttp://www.educacaofisica.com.br/noticias/maioria-dos-brasileiros-esta-longe-dos-esportes

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Treino para Lutadores de MMA

Um lutador de MMA de alto nível necessita de uma grande resistência para lutar 5 rounds de 5 minutos e ainda ter energia para nocautear ou finalizar o adversário.
Esse poder e força para suportar ataques letais, aplicar chaves e estrangulamentos, dependem muito do condicionamento do lutador.
Não é por acaso que praticamente todos os lutadores de MMA de sucesso são pessoas com musculatura forte, densa e definida.
Mas qual é o tipo de treino para lutadores do UFC?
Os tipos de exercícios que eu uso para atletas de MMA ou Jiu-Jitsu não necessita de muito trabalho aeróbio, porque há pouco trabalho aeróbico realizado em uma luta.  
Nós fazemos a base do treinamento acessório com musculação para os atletas ganharem hipertrofia, potência e velocidade, ao mesmo tempo que derretem a massa adiposa por aumento do metabolismo basal.
Somente quando o VO2 é muito baixo, fazemos um trabalho aeróbio. Isso porque a capacidade aeróbia não se perde facilmente e os picos anaeróbios na luta e na musculação criam uma curva de condicionamento aeróbio, possibilitando assim, o atleta reduzir bastante o treino de corrida e outros do gênero.
Após a fase de adaptação, seguido pela fase de hipertrofia (treino base), o treino específico deve ser montado com menor volume, sobrecarga dosada e se tornar o mais funcional possível, simulando movimentos da arte praticada.
A maioria das séries que fazemos são multiarticulares, principalmente os de membros inferiores pois na luta, os atletas agacham muito para dar quedas, levantar e golpear, esses atletas não podem se dar ao luxo de ter pernas esgotadas durante a luta. 
Nessa fase, utilizamos treinos de alta intensidade em circuitos sem descanso(um exercício após o outro sem descanso):
CIRCUITO DE SOBRECARGA PARA LUTADORES
1º CIRCUITO
  
SET
OBS
REPS
AGACHAMENTO
1
FALHA TOTAL
20-1
LEG PRESS
1
FT
20-1
EXTENSORA
1
FT
20-1
FLEXORA
1
FT
20-1
SUPINO DUMBELL(SOCO)
1
FT
20-1
REMADA BAIXA
1
FT
20-1
SUPINO BARRA
1
FT
20-1
REMADA CURVADA
1
FT
20-1
ELEVAÇÃO LATERAL
1
FT
20-1
ROSCA DIRETA CABO
1
FT
20-1
TRICEP CORDA PULLEY
1
FT
20-1
ABDOMINAL PUNCH
1
FT
20-1
2º CIRCUITO
   
SET
OBS
REPS
AVANÇO
1
FT
20-1
LEG PRESS 90º
1

FT
20-1
EXTENSORA
1

FT
20-1
FLEXORA SENTADO
1
FT
20-1
SUPINO INCLINADO
1
FT
20-1
PUXADOR FECHADO
1
FT
20-1
PEC DEC
1
FT
20-1
DESENVOLV MÁQUINA
1
FT
20-1
TRICEPS PULLEY
1
FT
20-1
ROSCA DIRETA
1
FT
20-1
Pliometria (Push-up): Explodir nos movimentos de flexão de cotovelo para que as mãos fiquem fora do solo (braços estendidos) no final de cada repetição. Iniciantes deverão começar com as mãos em cima de uma caixa alta (variação mais fácil do que as mãos no chão).
Agachamento Guiado
3 x 15
Chute Lateral
p/ cada perna
Supino Horizontal
3 x 15
socos (variados)
1"
TRI – SET ABAIXO

Barra Fixa (F)
3 x 15
Meio Arranque
3 x 15
Abdômen
3 x 15
Potência
3 X 8 a 12 REP
INT: 30" a 40"
1 – Supino(soco) na Polia c/ giro (executar o movimento em pé)
2 – LEG Inclinado (deslocar a plataforma dos pés)
3 – Remada Unilateral
4 – Encolhimento de ombro
5 – Arranque com elástico ou cabo
6 – Avanço c/ anilha no peito (+- 20 passadas ida e volta)

Por Ricardo Fonseca

Os lutadores de MMA de sucesso são pessoas com musculatura forte, densa e definida para suportar ataques letais, aplicar chaves e estrangulamentos.

domingo, 16 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Maçã e pera diminuem risco de AVC

Estudo diz que ingestão de frutas e legumes 'brancos' é aliada contra derrames.

Frutas e legumes "brancos": pessoas que consomem mais apresentam menos risco de terem AVC

Frutas e legumes "brancos": pessoas que consomem mais apresentam menos risco de terem AVC(ChinaFotoPress/Getty Images)

O consumo de maçã e pera pode diminuir o risco de derrames cerebrais. Segundo um estudo holandês publicado no Stroke, periódico da American Heart Association, pessoas que comem mais frutas e legumes com polpa branca correm menos riscos de terem um acidente vascular cerebral (AVC).

Diferentemente de estudos anteriores, essa pesquisa dividiu frutas e legumes em grupos de acordo com as cores de suas partes comestíveis para relacionar o consumo desses alimentos com o baixo risco de derrame. A classificação foi feita da seguinte maneira: frutas e legumes verdes, como alface, repolho e verduras escuras; laranjas e amarelos, que, na maioria, eram frutas cítricas; vermelhos e roxos, que eram principalmente vegetais vermelhos; e brancos, das quais 55% eram maçã e pera, mas também incluíam banana, couve-flor, chicória e pepino.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Colors of Fruit and Vegetables and 10-Year Incidence of Stroke

Onde foi divulgada: Stroke: Journal of the American Heart Association

Quem fez: Linda Oude Griep, Monique Verschuren, Daan Kromhout, Marga Ocké, Johanna Geleijnse

Instituição: Divisão de Nutrição Humana da Universidade Wageningen, Holanda

Dados de amostragem: 20.069 adultos, com uma idade média de 41 anos

Resultado: Consumo de frutas e legumes com polpa branca reduzem as chances de derrame.

A pesquisa reuniu um grupo de 20.069 adultos com idade média de 41 anos – nenhum deles apresentava problemas cardiovasculares. Foi aplicado um questionário sobre a frequência de consumo de 178 alimentos no ano anterior. Num período de dez anos, houve 233 casos de derrame cerebral no grupo.

Legumes e frutas verdes, laranjas e amarelos e vermelhos e roxos não foram relacionados com o risco de AVC. Por outro lado, os pesquisadores constataram que a chance de derrame foi 52% menor em pessoas que consumiam mais alimentos "brancos" do que naquelas que apresentavam baixo consumo.

O estudo associou que cada 25 gramas a mais no consumo diário de frutas e vegetais brancos correspondem a 9% a menos de risco de derrame cerebral. Apenas uma maçã de tamanho médio, por exemplo, tem 120 gramas. "Porém, outros grupos de cores de frutas e legumes podem proteger contra outras doenças crônicas. Portanto, ainda é importante consumir muito todos esses alimentos", explica Linda M. Oude Griep, coordenadora do estudo e pós-doutoranda em nutrição humana pela Wageningen Uninversity, na Holanda.

De acordo com Griep, antes que os resultados sejam adotados no dia a dia, as descobertas têm de ser confirmadas em outros estudos adicionais, já que um questionário baseado em frequência alimentar pode não ser muito confiável. "Além disso, a redução de risco de AVC observada também pode ser atribuída a um estilo de vida mais saudável de pessoas que têm uma dieta rica em frutas e legumes", explica Heike Wersching, do Instituto de Epidemiologia e Medicina Social da Universidade de Münster, na Alemanha.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/maca-e-pera-diminuem-risco-de-avc

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A força do pilates

O método começa a ser indicado por médicos e ganha espaço dentro dos hospitais para auxiliar na recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas.

No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. "A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica", analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. "Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo."

As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? "Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo", considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. "O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente", diz. "Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções", completa.

A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de "centro de força" (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. "São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome", diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. "Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve." De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.

Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas.

E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.

As comprovações têm encorajado médicos a indicar a técnica a seus pacientes. "É um recurso muito útil, em especial nos casos de dor nas costas sem causa específica", afirma o traumatologista e ortopedista Alberto Mendes, de São Paulo. "Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna", diz o médico. O reconhecimento da importância do método também pode ser medido por sua incorporação pela fisioterapia. "Temos uma resolução que ampara o fisioterapeuta no uso do Pilates como recurso terapêutico", diz Wiron Correia Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapia.

A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. "Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor", explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. "Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo", conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.

O fluxo de pacientes dos consultórios para os estúdios tem inspirado outra tendência: a oferta de Pilates dentro dos próprios hospitais. Na Clínica Mayo, centro de referência médica mundial, localizada nos Estados Unidos, o interesse nos benefícios que a técnica pode oferecer a pessoas doentes é tão grande que a instituição está realizando uma pesquisa para delinear melhor os ganhos obtidos. "Há um grande número de pessoas que tiveram câncer aderindo ao método", informa a médica Daniela Stan, da instituição americana. A pesquisadora está concluindo um estudo com 15 mulheres, previsto para ser publicado no início de 2012. Durante três meses, as voluntárias participaram de aulas na instituição sob os olhos atentos de Daniela. "Há melhoria dos movimentos no lado do corpo afetado pela doença, assim como maior flexibilidade", disse à ISTOÉ. "Também notamos melhora no humor e na satisfação com o corpo."

Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. "Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos", contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. "Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área", explicou.

No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. "Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral", contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.

A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D'Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. "Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta", explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.

A instituição atende em média 20 pessoas por mês. "É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações", acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. "O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos", diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. "Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse", diz a cardiologista Isa Bragança.

Mas não só o uso clínico do método tem merecido atenção dos cientistas. Responder a perguntas ainda não esclarecidas na área do fitness também é objeto frequente das pesquisas. Quem busca o Pilates apenas como uma forma de malhação vê na prática um modo de ganhar força e flexibilidade. E, claro, melhorar a definição da área abdominal. Mas será que isso pode mesmo ser atingido? De acordo com os pesquisadores que têm se dedicado a estudar a prática, sim. E a boa notícia é que os resultados aparecem pouco depois das primeiras aulas. Foi a conclusão à qual chegaram pesquisadores do Centro de Saúde da Turquia. Ao acompanhar um grupo de 38 mulheres sedentárias, eles perceberam que cinco semanas após o início das aulas o corpo já respondia aos estímulos dados pelos exercícios. Nas 21 voluntárias submetidas à técnica houve aumento da força nos músculos abdominais e melhora na flexibilidade. Pesquisa semelhante realizada na Universidade do Estado do Colorado (EUA) constatou esses mesmos ganhos entre voluntários de meia-idade. "E os benefícios foram percebidos com a prática de exercícios de intensidade relativamente baixa, que podem ser realizados sem aparelhos", anotou no estudo June Kloubec, coordenadora do trabalho.

Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. "Pilates é um treino de força e resistência", disse Michele à ISTOÉ. "Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning", acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. "Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores", diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. "Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento."

Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.


Por Rachel Costa

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/a-forca-do-pilates