terça-feira, 28 de junho de 2011

Falta de atividade física no trabalho aumenta obesidade

Nos EUA, empregos que exigem atividade física moderada são a minoria.
Pesquisa é a primeira a estimar o gasto calórico diário no trabalho.


Uma revisão das mudanças ocorridas no mercado de trabalho desde 1960 sugere que grande parte do ganho de peso observado nos últimos anos pode ser explicada pelo declínio da atividade física no trabalho.

Os empregos que exigiam atividade física moderada, que em 1960 respondiam por 50% dos postos no mercado, caíram para 20% nos EUA.

Os 80% restantes envolvem trabalho sedentário ou exigem atividade só leve.

O relatório mostra ainda que, em 1960, metade dos americanos tinha um trabalho que fisicamente exigente. Hoje, só um em cinco tem um nível alto de atividade no emprego.

Timothy S. Church, pesquisador do Centro Pennington de Pesquisas Biomédicas, em Baton Rouge, Louisiana, e autor principal do estudo, nota que a pesquisa não leva em conta os avanços tecnológicos que contribuem para o sedentarismo, como a internet.

Isso significa que a perda de gasto energético no emprego pode ser ainda maior do que o apontado na pesquisa.


Calorias

A mudança de hábitos se traduz em até 140 calorias gastas a menos por dia no trabalho, dado que corresponde ao ganho constante de peso no país nas últimas cinco décadas, diz o estudo publicado na revista "PLoS One".

A nova ênfase na atividade no trabalho representa uma mudança importante e sugere que os profissionais de saúde tenham deixado de lado um dado crucial que contribuiu para o problema do excesso de peso.

Comida ou exercício

A descoberta coloca pressão sobre as empresas, para que intensifiquem as iniciativas de saúde nos escritórios.

"Muita gente diz que o problema está só na comida. Mas os ambientes de trabalho mudaram tanto que precisamos repensar como enfrentar esse problema", disse Church.

Sua pesquisa é a primeira a estimar o gasto calórico diário que se perdeu no trabalho nos últimos 50 anos.

Durante anos, o papel da atividade física no problema da obesidade foi incerto.

Estudos já mostraram que a quantidade de atividade física em horas de lazer ficou estável nas últimas décadas, período em que a população só fez engordar.

Esse fato cria um impasse para os pesquisadores que tentam explicar a explosão de obesidade.

Em função disso, boa parte da atenção está concentrada na ascensão da fast food e do consumo de refrigerantes.

Outras pesquisas dizem que a maior adoção do transporte particular em vez do público e o aumento do tempo gasto diante da televisão têm contribuído para engordar os EUA e o mundo.

Mas nenhum desses fatores pode explicar por completo as mudanças nos padrões de ganho de peso.

"Precisamos pensar na atividade física como um conceito mais amplo do que apenas os exercícios feitos em momento de lazer", afirmou Ross C. Brownson, epidemiologista na Universidade Washington, em St. Louis.

"Eliminamos a atividade física de nossas vidas. Precisamos encontrar maneiras de reinseri-la no cotidiano, fazendo caminhadas na hora do almoço, por exemplo, e não só nos exercitando na academia."

Por Tara Parker-Pope Do "New York Times"


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Um Banho de Proteína

É o que você ganha ao tomar leite, alimento que garante músculos fortes, cálcio e muita saúde. Está esperando o que para cair de boca?




O LEITE É O PRIMEIRO ALIMENTO QUE VOCÊ PÕE NA BOCA na vida. E fica "dependente" dele por uns bons meses, garantindo seu desenvolvimento. Só por ai já da para sentir que se trata de uma das principais fontes de nutrientes para o ser humano. Você cresce, varia o cardápio, ingere vitaminas e minerais de outras formas, mas o leite não deveria deixar sua dieta. Rico em proteína e cálcio, ele ajuda você a reforçar seus músculos, queimar gordura corporal e manter sua saúde. "A oferta protéica e enorme: 36 g para cada 150 ml, o que e importante para a formação e recuperação muscular", diz Jaqueline Bernardini, nutricionista e fisiologista do exercício pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Principal constituinte de ossos e dentes, o cálcio também aparece em abundancia no leite. Segundo o Ministério da Saúde, 3 copos do tipo desnatado (600 ml) dão conta das necessidades diárias de um adulto, contribuindo para a manutenção da massa óssea e para o processo de contração muscular. Com proteína e cálcio na mesma bebida você ainda garante alto rendimento em suas séries de musculação. Tudo o que você precisa para esbanjar saúde!

Enxugue a circunferência

Beber leite ajuda a queimar gordura. Em uma pesquisa realizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 50 pacientes obesos foram divididos em dois grupos: um seguiu dieta com a dose recomendada de cálcio (1 200 mg) e o outro com uma quantidade inferior. No grupo em que a ingestão foi maior, houve perda de cerca de 3 cm de gordura abdominal a mais do que a do grupo que consumiu o mineral de forma insuficiente. "Indivíduos que ingerem cálcio proveniente do leite e de seus derivados perdem 69% a mais de gordura corporal e 22% mais peso, se comparados aqueles que não consomem", diz o endocrinologista Tiago Volpi, diretor da clínica Espaço Volpi, em São Paulo. Uma das razões é que o maior consumo do mineral inibe a liberação de calcitrol, hormônio que estimula o armazenamento de gordura. Uma dieta rica em laticínios também afeta o modo como as células adiposas trabalham. "Elas recebem uma mensagem para deixar de armazenar gordura e começar a queimá-la", completa o medico. Fonte de aminoácidos essenciais, a proteína do soro do leite auxilia a recuperação muscular

Coma o leite!

Se você não da conta de beber os 3 copos de leite recomendados por dia, aposte em seus derivados, como queijo, iogurte e coalhada. "Um pote de iogurte mais duas fatias de queijo magro já somam as propriedades de 1 copo de leite em fluido", compara Erika Suiter, nutricionista clínica do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. Segundo análises laboratoriais do Ministério da Saúde, o leite esterilizado, depois de transformado em laticínio, não perde seu valor nutricional, diferentemente dos pasteurizados, que são aquecidos a temperaturas que vão de 130 a 140 graus.

Praticamente um isotônico

Sabia que o leite fornece grande quantidade de aminoácidos e eletrólitos, nutrientes perdidos naturalmente com a transpiração? "Por isso ele pode fazer papel de repositor de líquido após atividades físicas", diz o médico Tiago Volpi. Mas nada de misturar com café. "Rico em substâncias bioativas, ou seja, que agem como estimulantes para o organismo, como a cafeína, o café interfere negativamente na absorção do cálcio presente no leite", diz a nutricionista Jaqueline Bernardini. Portanto, de preferência a bebida sem acompanhamentos.

O papel do whey protein

Proteína extraída do soro do leite, separada no processo de transformação do leite em queijo, o whey protein carrega importantes qualidades nutricionais. "Atletas que ingerem esse composto garantem todos os Aminoácidos necessários a síntese proteica, principalmente tripofano, cisteína e leucina", diz a nutricionista Jaqueline. Esses componentes trabalham para a recuperação muscular, desintoxicação de radicais livres e aumento da imunidade.

Mundo leiteiro

São vários os tipos de leite existentes no mercado que podem contribuir com a qualidade da sua alimentação e da sua saúde. Conheça opções que estão a seu alcance e reforce sua dose de proteína.

Leite de vaca: encontrado nas versões integral, semidesnatado e desnatado. A diferença entre eles é a porcentagem de gordura. "No integral é de 3%, no semi fica entre 1,5% e 1,8%, e no desnatado 0,3%", diz a nutricionista Jaqueline Bernardini.

Leite de cabra: suas células de gordura são menores, o que resulta em redução de 30% no colesterol se comparado com o de vaca. E, graças a composição diferente de sua proteína, e boa alternativa para quem possui intolerância ao leite de outras espécies, como o de vaca, o de ovelha e o de búfala. Também possui 20% a mais de cálcio, sendo muito utilizado na ação preventiva e curativa de osteoporose.

Leite de ovelha: de acordo com uma pesquisa alemã, esse tipo e repleto de ácido linoleico conjugado, uma gordura que ajuda a reduzir o índice do mau colesterol (LDL) e prevenir o câncer. Pouco difundido no Brasil, o consumo desse laticínio está mais concentrado na Europa e em países próximos do Mar Mediterrâneo.

Leite de búfala: apresenta variações consideráveis nos teores de proteína, gordura e lactose em relação ao leite de vaca, o que afeta suas características de corpo, sabor e textura. Por possuir alto teor de gordura, o leite não e muito consumido – o foco de sua produção no Brasil e a mussarela e a ricota.

Leite de soja: por ser de origem vegetal, a bebida e altamente digestiva e isenta de lactose. "Sem colesterol, esse leite contem apenas ⅓ da gordura do leite de vaca, sendo a maioria não saturada", diz a nutricionista funcional Daniela Jobst, membro do Instituto de Medicina Funcional dos Estados Unidos. Graças a ausência de lactose (açúcar natural do leite animal), é recomendado para quem sofre de intolerância a substância. É também uma alternativa para quem eliminou a proteína de origem animal do cardápio, pois sua fonte se equipara a de um bife de 100 g de file-mignon (36 g).

Decifrando rótulos

AS INFORMAÇÕES QUE APARECEM NA EMBALAGEM DE SEU LEITE PODEM FAZER A DIFERENÇA NA HORA DA ESCOLHA

Enriquecidos: são preparados lácteos com adição de algum valor nutritivo, como vitaminas, cálcio, fósforo ou Omega-3.

Saborizado: adoçado com açúcar ou aspartame, pode ser encontrado em caixinhas nos sabores chocolate, baunilha, morango ou frutas vermelhas.

Em pó: com toda a água extraída, o alimento se apresenta na cor creme e mantém todos os nutrientes do produto in natura.

Condensado, concentrado ou evaporado: retira-se metade da água do leite para dai produzir o creme de leite e o leite condensado. Sua forma e espessa e o sabor adocicado. Recomendado para uso culinário.

Fonte: http://menshealth.abril.com.br/nutricao/saude/um-banho-de-proteina/

quarta-feira, 22 de junho de 2011

20 maneiras de aumentar a sua energia nos dias frios


Métodos simples e eficientes para se manter alerta e produtivo.


Aromas quentes
Termine seu banho da manhã com uma 'baldada' de óleos essenciais. Em 2 l de água morna, misture uma colher (café) de óleo de amêndoas doces, duas gotas de óleo de gengibre e duas de óleo de palma rosa, para ativar a circulação e hidratar. A fórmula é da aromaterapeuta Sâmia Maluf. Para "aquecer" o ambiente, use num difusor 10 gotas de óleo de tangerina, 10 de canela e 10 de gengibre.

Chá de estímulo
Quem esquece (ou tem preguiça) de tomar água no frio não pode deixar de tomar chá. A professora de ioga Vanessa De Luca recomenda um chá de gengibre com canela, dois ingredientes estimulantes. A nutricionista Andréa Andrade, da RG Nutri Consultoria, alerta para a importância de manter a hidratação nesta época.

Hora de malhar
Cada um tem uma hora favorita para fazer exercícios. A explicação é o relógio biológico e a secreção de hormônios relacionados a um maior estado de alerta. Preste atenção no seu perfil e obedeça seu horário, seja na manhã ou à tarde. Outra sugestão, do fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp, é fazer atividade física nos horários mais quentes do dia (no inverno, do meio-dia até 14h).

Banho de sol
Dias mais curtos e menos luminosos são uns dos maiores culpados pelo desânimo do inverno. Nessa época, há uma maior liberação de melatonina, o hormônio do sono. Deixar a casa bem iluminada desde cedo é um antídoto, afirma a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono da Unifesp. Outra dica é aproveitar o máximo de sol possível. "A energia tem muita relação com a luminosidade. A luz estimula nosso marca-passo de alerta."

Pacote anticâimbra
Aquela contração muscular repentina, de causa desconhecida, mas associada ao esforço do exercício físico, pode aumentar no inverno. Quem tem predisposição deve caprichar numa dieta rica em minerais como sódio, potássio, magnésio e cálcio. Pera, tâmara, papaia, abóbora, camarão e feijão-azuqui são indicados.


Recompensa
A ginástica ajuda a liberar endorfinas, neurotransmissores que têm ação analgésica, anti-inflamatória e que diminuem a ansiedade e o mal estar. Quanto maior o tempo de atividade, maior a liberação da substância, diz o fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp. "Quando não fazemos exercício, a secreção é pequena e nem percebemos os benefícios." Para quem é sedentário, 30 minutos já podem fazer diferença. Quem já faz algum exercício deve tentar diferentes intensidades.

Esfrega-esfrega
No frio, a pele se retrai, o que diminui a disposição. O coreógrafo e bailarino Ivaldo Bertazzo, da Escola do Movimento, reverte isso com um ritual de esfregação. Antes ou depois do banho, use uns seis minutos para escovar o corpo, caprichando nas articulações ou onde sente alguma dor. Você mesmo deve controlar a força das escovadas, para se aquecer sem machucar, dilatando os vasos sanguíneos. "Você fica menos defendido, menos retraído." Prefira escovas de cerdas sintéticas. "Tem uma moda de cerdas naturais, mas elas são piores, ficam sujas."

Desenferruje
A variação de temperatura diminui a elasticidade das articulações, explica o ortopedista Arnaldo José Hernandez, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. É por isso que, no frio, acordamos mais travados. Logo que acordar, mexa-se devagar para aquecer músculos e articulações. Se for fazer uma atividade física, o aquecimento deve começar bem mais leve e durar mais alguns minutos do que você está acostumado.

Escalda-pés
Se seus pés insistem em virar pedras de gelo à noite, jogue-os na água quente. Em três litros de água morna, coloque uma colher (sopa) de óleo vegetal de copaíba, cinco gotas de óleo de gengibre e cinco gotas de óleo de laranja. Deixe bolinhas de gude ou seixos no fundo da bacia, para massagear as solas. Diminui o cansaço e prepara para o sono.

Bate-bate
Bata com um bastão de madeira no corpo todo: ombros, pescoço e costas. O bastão pode ser um pedaço de cabo de vassoura. Os movimentos devem ser intensos e a força, de acordo com o seu bem-estar. A sugestão, de Ivaldo Bertazzo, é para gerar mais elasticidade na musculatura e deixar ela menos encurtada. Outra ideia é bater os pés no chão como se estivesse sapateando, mas sem sapatos.

Antidepressão
O aminoácido triptofano, presente em alguns alimentos, é um precursor da serotonina, neurotransmissor que ajuda a regular o humor e dá a sensação de bem-estar e prazer. Se consumimos a substância, aumentamos a quantidade de serotonina no organismo. É quase uma ação antidepressiva. Há triptofano na banana, no chocolate e em cereais integrais, diz a nutricionista Paula Gandin.

Automassagem
Experimente manobras do Do-In para vitalidade (veja os pontos na ilustração ao lado). Comece com dois pontos nas costas (B23 e B52), que ativam os rins. Esses órgãos guardam a vitalidade, na visão da medicina chinesa, diz o mestre de Do-In Juracy Cançado. Com o dorso das mãos, esfregue a área por dois minutos.

Outro ponto fica na sola dos pés (R1). Com o polegar da mão oposta, massageie-o para frente e para trás. O último fica no joelho (E36) e é chamado de três milhas -os chineses dizem que dá energia para correr. Com os dedos e a base das mãos, aperte os pontos e as juntas do joelho por dois minutos.

Doses de energia
Fazer lanchinhos de três em três horas mantém o metabolismo sempre ativo, explica a nutricionista Andréa Andrade.Uma boa forma de fornecer energia ao corpo é consumir carboidratos (barrinhas de frutas, cookies integrais, frutas secas ou naturais). Os integrais são melhores porque são digeridos mais lentamente, o que gera energia contínua, e são ricos em vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo energético.

Sem gordura
Quem tem o hábito de comer antes de dormir deve evitar alimentos gordurosos. A sugestão da nutricionista Andréa Andrade é preparar leite desnatado com especiarias, como cravo e canela. "O leite é rico em cálcio e tem triptofano, substância que ajuda no sono, além de ser quentinho e dar um conforto térmico."

Choque térmico
Essa acorda qualquer um, o difícil é ter coragem. Fique 20 minutos em uma banheira com água a mais ou menos 30 graus. Depois, use o chuveirinho para dar jatos de água gelada no corpo, de baixo para cima, por uns 30 segundos. Quem não tem banheira pode tomar uma ducha gelada no fim do banho, ensina Mariela de Oliveira Silveira, médica do Spa Kurotel. A mudança brusca de temperatura ativa a circulação, aumenta a disposição e a imunidade.

Expire...
Em vez de inspirar mais fundo, tente expirar mais fundo. Faça uma contagem: inspire em três segundos e expire em oito. Faça isso sentado ou deitado, com a coluna ereta, e repita várias vezes. O exercício ajuda a eliminar toxinas do organismo, de acordo com Ivaldo Bertazzo.

 

Desjejum diferente
Teste receitas energéticas no café da manhã. Que tal um suco feito de gengibre batido com limão e açúcar? O gengibre também pode incrementar a vitamina de frutas. Tente usar iogurte natural em vez de leite. Outra ideia é levar uma banana ao forno com melaço de cana, gergelim e amendoim torrado. A nutricionista Paula Gandin sugere ainda um creme de abacates, que pode ser feito salgado ou doce. "O abacate é mal visto por ser calórico, mas a gordura dele ajuda a diminuir o colesterol."

Respiração locomotiva
Não precisa ser iogue para aproveitar o benefício do bhastrika (respiração de fole), exercício respiratório que acelera os batimentos cardíacos e aquece o corpo. Sente-se com a coluna ereta e inspire e expire o ar rapidamente (imitando o barulho de uma locomotiva). Ao soltar o ar, recolha o abdome para expirar mais rápido. É como uma sanfona acelerada. Faça isso por 30 segundos e volte a respirar normalmente. Se estiver se sentindo bem, pode repetir duas vezes, diz Vanessa De Luca, professora de ioga da YogaFlow.

Cardápio termogênico
Há alimentos que aceleram o metabolismo, são os chamados termogênicos. Estão na lista a pimenta, o café, o chá-verde e o gengibre. "Tente colocar mais pimenta nos pratos de sempre", recomenda a nutricionista funcional Daniela Jobst.

Sem sesta
Feijoada ou lasanha são mais atrativos no inverno, porque precisamos de mais calorias. Mas, por causa da gordura saturada, são de difícil digestão e dão sono. "A energia do corpo todo é direcionada para a digestão", diz a nutricionista funcional Daniela Jobst. Para matar a vontade de gordura e manter a disposição,coma frutas oleaginosas (nozes, macadâmia) e chocolate meio amargo.

Por Juliana Vines

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/veja-20-maneiras-de-aumentar-a-sua-energia-nos-dias-frios


terça-feira, 21 de junho de 2011

Fases de Treinamento Resistido

O desejo da maioria dos indivíduos que frequentam academias, principalmente praticantes de musculação, é eliminar gordura corporal e ao mesmo tempo ganhar massa muscular. No entanto, com exceção das primeiras semanas de treino, obter estes dois resultados ao mesmo tempo talvez só seja possível com utilização de esteróides anabolizantes, e mesmo assim sem garantias de resultados.

Para alcançar hipertrofia e definição, o mais adequado é dividir os objetivos usando as fases de treinamento. Na musculação estas fases são estratégias eficientes, entretanto, uma possível dificuldade é determinar a ordem e sequência em que devem ocorrer. Para isto, uma avaliação física com um profissional capacitado é o mais interessante. Porém se isto não for possível obter alguns dados básicos se torna fundamental.

Através de uma análise simples (experiência do individuo com treinamento, idade, rotina e objetivo), juntamente com dados básicos sobre a composição corporal (peso, estatura e percentual de gordura) é possível analisar e planejar uma periodização de treinamento.

A ordem das fases de treinamento pode ser dividida de diferentes formas seguindo uma linha de planejamento. A necessidade ou objetivo determinam a fase de treino, a dieta (tipos de alimentos, necessidade calórico) e o tipo de treinamento (intensidade, volume e exercícios).

As principais fases do treinamento de musculação são conhecidas como (fase de adaptação, fase de hipertrofia, fase de força, fase de definição). Além destas, as fases de pré- competição e repouso são interessantes, no entanto, mais usadas por fisiculturistas.

Fase de adaptação:

Mesmo existindo dúvidas sobre a real eficiência ou necessidade desta fase, principalmente para alunos avançados, esta pode ser muito importante para todo o processo, sendo uma preparação física e psicológica para as próximas fases, que normalmente serão maçantes e difíceis, onde vão exigir grandes esforços e dedicação do indivíduo.

Para os iniciantes em musculação esta fase parece ser fundamental, uma vez que o aluno irá se adaptar a nova rotina (treinamento e exercício) e fortalecimento de toda estrutura articular e neuromuscular. Já para os indivíduos mais experientes esta fase pode ser usada para retornar de férias sem treino, após lesão, ou mesmo como uma primeira fase de uma seqüência.

Nesta fase o treino (mesmo leve) para o indivíduo inexperiente pode ser maçante principalmente pelo desconforto com as dores agudas ocasionadas com o treino. Para estes indivíduos, o treinamento pode ser realizado todos os dias (treino leve), no entanto, 3 vezes por semana parece ser mais eficiente que 4 ou 5 vezes.

Fases do Treinamento Resistido


Normalmente os principais grupos musculares são treinados todos no mesmo dia, priorizando os grupos maiores, não sendo recomendado realizar mais de 10 exercícios por dia. A intensidade do treino deve ser analisar por testes específicos ou percepção de esforço onde ficaria entre 40% a 60% da carga máxima (intensidade leve). Os exercícios devem conter de 2 a 3 séries e repetições entre 12 a 20 com intervalos em média de 1 minuto. É recomendado que o aluno se mantenha nesta fase por um período de 2 a 6 meses.

A evolução depende de cada indivíduo, talvez fazer leves alterações no treino como aumentar um ou dois exercícios, dividir os grupos musculares em 2 ou 3, aumentar um dia de exercício, aumentar uma série ou levemente a carga, adicionar exercícios específicos como glúteos para mulheres, ou alguns minutos no exercício aeróbio, podem ser formas progressivas e seguras de evoluir um treinamento.

Para alunos avançados, nesta fase o indivíduo pode treinar todos os dias da semana, no entanto, 4 vezes é o suficiente para recomeçar ou se preparar fisicamente e psicologicamente. Os grupos musculares podem ser treinados 2 a 3 vezes por semana, e a intensidade nesta fase é leve ou moderada (50%). Neste caso as séries devem ser entre 3 a 4 por exercício, dependendo da quantidade de grupos musculares e como vai ser dividido o treino na semana. As repetições devem ser entre 10 a 20 com intervalos em média de um minuto.

Normalmente o indivíduo se mantém nesta fase pelo período de 2 semanas a 2 meses, dependendo da necessidade, objetivo ou no caso dos fisiculturistas, da competição.

Mesmo esta fase não tendo como principal objetivo hipertrofia ou definição, algumas mudanças positivas já são obtidas tanto para alunos iniciantes quanto para indivíduos experientes.

Fase de hipertrofia:

Esta fase é a mais conhecida. Em diversas academias e fácil encontrar um indivíduo que passa o ano inteiro nesta fase com a mesma série com um único objetivo de hipertrofia (aumento muscular).

Antes de iniciar esta fase o ideal é realizar uma análise da composição corporal, uma vez que não seria recomendada ao sujeito com percentual de gordura muito maior que o normal recomendado (15% para homens e 23% para mulheres), pois o indivíduo que se encaixa neste quadro deve realizar uma fase de definição (eliminação de gordura) antes da fase de hipertrofia, com exceção daquele com Índice de Massa Corporal (IMC = peso em kg / altura2) abaixo de 18,5 (abaixo do peso), pois neste caso seu alto percentual de gordura possivelmente esteja relacionado com a baixa massa muscular.

Nesta fase o indivíduo tem por objetivo ganhar massa muscular com aumento inevitável de gordura5, por isto iniciar esta fase com percentual de gordura muito alto não seria a melhor escolha. Nesta fase a dieta normalmente é hipercalórica com aumento em média de 500 a 1000 kcal por dia para o ganho de 500g a 1kg de peso por semana. No entanto, BACURAU cita estudos que demonstram que a dieta muito hipercalórica (overfeeding, um aumento da ingestão calórica em 500 kcal/dia a 2.000 kcal/dia por meio do consumo de refeições adicionais, lanches ricos em carboidrato e/ou a ingestão de suplementos hipercalóricos ricos em carboidrato e proteína) é efetiva para o ganho de peso, mas infelizmente, não da maneira exata que os indivíduos desejam, uma vez que somente 30% a 40% do ganho do peso corporal é massa isenta de gordura.

De acordo com KREIDER (1999), citado por BACURAL3, não é recomendada a adoção do overfeeding por atletas, mais sim para indivíduos que encontram-se muito abaixo do peso ou que a gordura adquirida não comprometa sua performance. BACURAL3 cita ainda que a estratégia recomendada por FORBES (1991) de aumentar o consumo de 400 a 500kcal /dia acima da necessidade diária, parece ser mais eficiente, para potencializar o aumento de massa livre de gordura.

Nesta fase para consumir grande quantidade calórica diária, alguns suplementos alimentares podem ser consumidos para facilitar a ingestão, porém, TARNOPOLSKY e colaboradores citados por NAVARRO et al4 recomendam uma ingestão de proteína aproximadamente de 2,0 g/kg por dia. O que demonstra que a alta ingestão de proteína não é fator determinante do ganho de massa muscular.

O treinamento recomendado nesta fase deve ser intenso, por este motivo uma sessão de treino por grupo muscular por semana pode ser mais eficiente. Todos os grupos musculares poderiam ser treinados em 4 a 5 dias (sessões de treino) por semana, pois desta forma pode-se treinar cada grupo muscular com mais intensidade (sobre carga) havendo tempo suficiente de anabolismo e supercompensação.

As sessões devem ser entre 4 a 6 exercícios para músculos grandes e 2 a 4 para pequenos, de 4 a 6 séries por exercício, de 8 a 12 repetições por série (métodos como pirâmide, drop-set, super série e outros, também são usados com bons resultados), carga em torno de 90% do máximo. O intervalo entre as séries dependem de uma análise (intensidade, volume, frequência do treinamento, duração, etc.), no entanto, 45 a 90 segundos é o mais recomendado.

Normalmente o indivíduo deve se manter em média 2 meses nesta fase. Muito tempo nesta fase provavelmente irá estacionar os resultados, pois o organismo necessita de repouso adequado (recuperação), nutrientes suficientes para as condições anabólicas e anti-catabólicas e principalmente estímulos (treino). Estímulos contínuos sem sobre carga possivelmente não desenvolverá muita hipertrofia, principalmente para os mais desfavoráveis geneticamente.

Uma estratégia mais eficiente se o objetivo continuar sendo hipertrofia é mudar de fase por uma a duas semanas (fase de força ou mesmo repouso, e/ou mudar o método de treinamento) e depois retornar a fase de hipertrofia. 

Fase de força:

Força pode ser dividida em força máxima, força de potência e força de resistência5. Todos os métodos tem seus benefícios, porém, nesta fase a força máxima é a mais utilizada é possivelmente mais eficiente. A ênfase principal desta fase é aumentar a força usando mais peso (carga) e menor repetição.6

O aumento de força muscular está diretamente ligado a fatores neurais, musculares, biomecânicos, anatômicos e psicológicos. Normalmente para a maioria dos alunos de academia força não é o principal objetivo.

Para alguns esta fase é desconhecida, infelizmente ainda existe muito preconceito, principalmente para treinamento de mulheres. Mesmo este tipo de treino tendo diversos benefícios (estimulo de fibras tipo2), algumas pessoas tem medo de lesão ou no caso das mulheres medo de hipertrofiar de forma descontrolada. No entanto, se o treinamento for executado de forma correta (segura) o risco de lesão é eliminado e sobre a hipertrofia descontrolada, não seria possível apenas com o treino, nem mesmo se este fosse o objetivo. O aumento muscular é dependente de vários outros fatores em especial a individualidade biológica, a alimentação e o nível hormonal principalmente nas mulheres.

Para esta fase é recomendado muita experiência de treino do indivíduo, e também do professor ou parceiro de treino, pois muitas vezes, as lesões ocorrem por erros na ´´ajuda`` de execução do movimento.

Esta fase tem como principais objetivo consolidar a massa muscular, aumentar força, preparar para novas fases, estimular o treinamento e quebrar a homeostase.

O treinamento mais utilizado para obter força é uma sessão de treino por semana de cada grupo muscular, pois é necessário maior tempo para recuperação. Devido o treino ser muito intenso, 4 exercícios podem ser suficientes, com séries entre 3 a 5, pois, um número maior do que estes podem prolongar muito o treino. As repetições ficam entre 3 a 6 e a intensidade de 95 a 100% da carga máxima. O Intervalo recomendado é de 3 a 5 minutos. Assim sendo possível uma recuperação total (atp-cp),7,8. A recomendação é que o indivíduo se mantenha em média de 1 a 2 meses nesta fase.

Fase definição:

Nesta fase o principal objetivo é a eliminação de gordura corporal subcutânea e manter, ao mesmo tempo, o máximo de massa muscular possível6. No caso dos fisiculturistas é alcançar para o dia da competição um percentual extremamente baixo.

Para obter este resultado é necessário saber sua condição inicial e calcular o tempo necessário para obter o resultado desejado e qual sua necessidade calórica. Muitas vezes confiar em sua própria percepção pode não ser a melhor estratégia, quanto mais à avaliação física for completa menor a possibilidade de erros.

A periodização não serve apenar para prever os resultados, mais sim para planejar a melhor estratégia (melhor treinamento nesta fase, o tipo de dieta, a restrição calórica que será necessária e tempo nesta fase). Isto requer experiência do avaliador e/ou do atleta, pois, saber o que é melhor depende da estratégia e da individualidade biológica (princípio do treinamento).

A dieta nesta fase deve ser hipocalórica (baixa caloria), em média se diminui entre 500 a 1000 kcal por dia, assim sendo possível eliminar aproximadamente 1 kg por semana8. O ideal é não diminuir mais de 1,5 kg por semana para que não comprometa a massa magra 6,10.

Esta fase não é recomendada ao indivíduo com IMC menor que 18,5 (baixo peso). Permanecer por muito tempo nesta fase pode não ser tão eficiente, entrar e sair diversas vezes podem ser mais vantajoso. O ideal é manter entre 1 a 3 meses, dependendo da condição inicial e do progresso.

Os treinos recomendados para baixar o percentual de gordura devem seguir a sua condição, pois o melhor treino é aquele capaz de aumentar ou manter o consumo calórico a níveis suficientes para juntamente com a dieta alcançar balanço energético negativo.

O que se ouve com freqüência é que as atividades devem ser de caráter aeróbio, estas atividades, por terem intensidade leve e moderada, permitem sua realização por um período prolongado, e utilizam como substrato energético, sobretudo, os ácidos graxos livres. No entanto, o que determinará a magnitude do emagrecimento não são os tipos de treinos nem a solicitação dos substratos energéticos, mas sim o gasto calórico total 11.

Quando a dieta é hipocalórica, o indivíduo normalmente fica mais fraco e impedido de realizar um treinamento intenso, o que torna o treino de baixa intensidade e alto volume mais interessante6. Porém, seria mais eficiente se o indivíduo tiver condições de treinar com maior intensidade, já que este tipo trabalho realiza maior consumo calórico, ressíntese de glicogênio e síntese de proteína muscular. Além, disto estes exercícios tem benefícios como ganho e/ou fortalecimento da massa muscular, aceleração significativa do metabolismo e aumento dos níveis de hormônios do crescimento e testosterona, classificados como emagrecedores11.

Para se perder peso deve-se seguir uma lógica matemática, se comer mais do que se consome irá engordar, da mesma forma que se consumir mais do que se ingere irá emagrecer10.

É um consenso que a mistura de exercícios anaeróbios e aeróbios é muito interessante e ajuda no consumo calórico, e ambos os treinos tem seus benefícios, no entanto, a musculação é uma atividade completa e eficiente para definição muscular. Estímulos como circuito, treinos de resistência muscular localizada, treino estático (isométrico), treino de potência para estimular vasodilatação (alto número de repetições) podem ser interessantes, porém independente do tipo de treinamento, a eliminação de gordura necessitará da deficiência calórica negativa 8, 9 ,10,11 .

Fase de pré-competição:

Esta fase é muito conhecida pelos fisiculturistas é usada dias antes da apresentação, no entanto, indivíduos não fisiculturistas podem ser beneficiados usando esta fase um período antes de um evento especial, para finalizar todo o ciclo de fases ou mesmo para experimentar os resultados.

Existem várias opções para aumentar o volume muscular e definição, porém cada pessoa tem sua individualidade, seu tempo de resposta e sua adaptação, por isto requer testes de erros e acertos. Alguns métodos podem ser eficientes e outros uma verdadeira tragédia, além disto, existem estratégias (farmacológicos), não seguras, que infelizmente podem levar sérios danos a saúde ou até a morte.

Como forma de segurança as estratégias citadas devem ser usadas com acompanhamento profissional. Para alguns, os método citados poderão não ser os mais eficientes. Para fisiculturistas não experientes o ideal é realizar uma experiência, semanas ou meses antes da competição, assim poderá saber quanto tempo atinge seu auge ou qual a melhor estratégia.

Uma forma muito utilizada como pré-competição ou para melhorar sua forma física de forma segura é eliminar toda ingestão de carboidratos por 3 a 7 dias e três dias antes do evento ou competição consumir grandes quantidades de carboidrato (de preferência complexos) e manter níveis baixos de sódio 24horas antes do evento e aumentar a ingestão de potássio, magnésio e cálcio, assim haverá um fenômeno conhecido como supercompensação de glicogênio que por sua vez deixará possivelmente o indivíduo maior e mais definido6,10 .

Em relação ao treinamento nesta fase, há uma contradição. Segundo PASQUALE6, o indivíduo deveria parar de treinar uma ou duas semanas antes da competição, isto irá dar o máximo de recuperação ao músculo e assim crescer o máximo.

Para GUIMARÃES10, o ideal é manter o treino a todo vapor até três dias antes da competição. Este mesmo autor sugere que aumente a ingestão de água uma semana antes, pois a água é o melhor diurético, isto ajudaria a eliminar o excesso de sódio. Outras estratégias como diuréticos a base de ervas, ingestão de cafeína e vitaminas hidro-solúveis (vitamina C e B6) podem potencializar os resultados positivos 10 .

Fase de repouso:

Muitos tem medo de realizar um período de repouso, pois acreditam que irão perder tudo o que conquistaram, e de fato, isto pode comprometer seu resultado. No entanto, pequenos períodos podem ser de importante valia, principalmente para os fatores psicológicos.

Para BERGER (1962) citado por NAVARRO et al 4 , a força poderia ser aumentada após 6 semanas de destreinamento usando apenas uma série de uma Repetição Máxima (RM) e treinando apenas uma vez por semana. Porém, NAVARRO et al11 também cita outros estudos que demonstraram que períodos de 2 a 8 semanas sem treinamentos podem diminuir a força e a massa muscular. No entanto, esta diminuição depende de cada um, e mesmo quando ocorre é pouco significante (aproximadamente 10%).

Alguns atletas utilizam este período após competição, férias ou após meses maçantes de treino. O treinamento nesta fase não é recomendado, uma opção é fazer outros tipos de exercícios de forma recreativa, além disto, se manter em dieta um período longo (um ano), principalmente para aqueles não profissionais é no mínimo maçante. Para muitos este período é fundamental para descansar e comer tudo aquilo que teve vontade o ano todo e planejar as próximas fases, após isto, voltar com muita dedicação e persistência.

O bom senso é fundamental, alguns vão querer se manter o ano inteiro nesta fase, o que também não é nem um pouco aconselhado, e outros, mesmo neste período, irão entrar em pânico no segundo dia e não vão aproveitar, serão escravos do treino e do medo.

O tempo nesta fase depende da necessidade e das características individuais, a idéia é se desligar completamente de todo o treino e dieta por um pequeno tempo. Um período de 2 semanas pode trazer bons resultados ou pelo menos pouco afetará em seu desempenho.

Observação:

Tudo o que for sugerido é direcionado a pessoas aparentemente saudáveis, mesmo assim, é recomendado um acompanhamento profissional, ou melhor, de uma equipe interdisciplinar.

Referência Bibliográfica:

1 - PERES, Rodolfo. È possível ganhar massa muscular e perder gordura corporal ao mesmo tempo. 13-10-2007 (www.fisiculturismo.com.br ).

2 – BOMPA, Tudor o e CORNACCHI, Lorenzo J. TREINAMENTO DE FORÇA CONSCIENTE. São Paulo: Phorte 2002.

3 – BACURAL, R. F. NUTRIÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO ESPORTIVA.5.ed. - São Paulo: Phorte.

4 – NAVARRO, F.; BACURAU, R. e UCHIDA, M . HIPERTROFIA HIPERPLASIA: Fisiologia, nutrição e treinamento do crescimento muscular. – 3.ed. São Paulo: Phorte, 2009.

5 - MAIOR, Alex Souto. FISIOLOGIA DOS EXERCÍCIOS RESISTIDOS. São Paulo: Phorte, 2008.

6 - PASQUALE, M. DIETA METABÓLICA DEFINITIVA. São Paulo: Phorte 2006.

7 - FOSS, Merle L  e KETEYIAN, Steven J. Fox-Base FISIOLÓGICAS DO EXERCÍCIO E DO ESPORTE. Rio Janeiro, guanabara 2000.

8 - MCARDLE, Willian D, KATCH Victor L e KATCH Frank  I. FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO. ENERGIA, NUTRIÇÃO E DESEMPENHO HUMANO, 5.ed.- Rio de Janeiro, Guanabara 2003.

9 -. DIRETRIZES BRASILEIRAS DE OBESIDADE. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA ESTUDOS DA OBESIDADE E DA SÍNDROME METABÓLICA. ABESO. 3.ed,São Paulo, 2009.

10 - GUIMARÂES, W. ANABOLISMO TOTAL. São Paulo, Phorte 2005.

11 - GUEDES, Dilmar P, SOUZA, Tácito P. Junior e ROCHA Alexandre C. TREINAMENTO PERSONALIZADO EM MUSCULAÇÃO.  São Paulo, Phorte 2006.

Por Jean Carlos Calabrese

Fonte: http://fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/fases-treinamento-resistido.php

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Surf sob a lua

Belas imagens com atletas muito bem condicionados.



Director: Iker Elorrieta.
Producer: Sergio Villalba, Sam McIntosh.
Camera operator: Iker Elorrieta.
Music composer: Nico Casal.
Surfers: Adam Melling, Julian Wilson, Kolohe Andino.
Post producer: Iker Elorrieta.
Special thanks: Stab magazine, Oakley, Siam Park (Tenerife)
Production Company: Pantoma.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Ana Porgras - Outra aposta para as olimpíadas de 2012



Ana Porgras (Galaţi, 18 de dezembro de 1993) é uma ginasta romena que compete em provas de ginástica artística.
Ana foi uma das representantes de seu país no Campeonato Mundial de Londres, em 2009. Nele, conquistou a medalha de bronze nas barras assimétricas.





Porgras estreou em competições de grande porte ao participar da edição júnior do Campeonato Europeu de Clermont-Ferrand, em 2008. Nele, terminou na quarta colocação por equipes e com a medalha de ouro na trave de equilíbrio.
Em 2009, no Romanian International, foi medalhista de ouro na trave,- empatada com Gabriela Dragoi, e prata nas barras assimétricas. Na disputa entre Romênia vs Espanha, conquistou a medalha de ouro nos exercícios coletivos.
No evento seguinte, o Campeonato Nacional Romeno, Ana conquistou a medalha de ouro no concurso geral e nas barras assimétricas. Em outubro, disputou o Mundial de Londres. Nele, conquistou a medalha de bronze na prova das paralelas assimétricas, empatada com a norte-americana Rebecca Bross. Nos demais aparatos para qual se classificou, não obteve medalhas; ao ser finalista em três eventos: geral e trave (7º) e solo(5º). Em meados de novembro, competiu na última etapa de Copa do Mundo da temporada, na qual somou 14,625 pontos na trave, e encerrou com a medalha de ouro.
Abrindo o calendário competitivo de 2010, disputou o Romanian International, no qual conquistou quatro medalhas. No individual geral, somou 57,500 pontos e encerrou medalhista de prata. Por aparatos, conquistou a medalha de ouro na trave e nas barras assimétricas; no solo terminou novamente como vice-campeã. Na competição seguinte, deu-se o Europeu de Birmingham, no qual, conquistou a medalha de bronze na prova coletiva. Porém, não conseguiu disputar nenhuma final por aparatos, devido ter adquirido uma lesão no tornozelo em sua saída da trave, ainda por equipes. Como consequência, afastou-se por algumas semanas do desporto e sofreu uma cirurgia no local. 
Sua volta as competições, aconteceu em setembro, durante a etapa da Copa do Mundo de Gante, na Bélgica. Nela, terminou com a medalha de ouro na trave de equilíbrio e a prata nas paralelas assimétricas.No mesmo mês, competiu em um desafio internacional contra Alemanha e Suíça, no qual encerrou campeã da prova coletiva e individual, somando 58,600 pontos.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Alicia Sacramone fantástica all around


Alicia Sacramone (Boston, 3 de dezembro de 1987) é a filha caçula de Fred e Gail Sacramone. 
Começou a estudar dança aos três anos e iniciou seus treinamentos na ginástica cinco anos depois, em 1996, já com 8 anos de idade. Desde o princípio, seus treinadores são os romenos Mihain e Silvia Brestyan.
Graduada na Winchester High School em 2006, hoje Alicia cursa sociologia na Brown University e, aos 21 anos, é a terceira ginasta norte-americana no ranking de maiores medalhistas em Mundias de Ginástica Artística, atrás das empatadas Nastia Liukin e Shannon Miller.


Ela é promessa de medalhas e árduas disputas nas olimpíadas de Londres 2012. 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Aliya Mustafina na trave de equilíbrio

Aliya Mustafina, em russo: Алия Мустафина, (Moscou, 3 de setembro de 1994) é uma ginasta russa que compete em provas de ginástica artística.
Aliya integrou a equipe russa que conquistou pela primeira vez, após a dissolução da União Soviética em 1991, a medalha de ouro na prova coletiva, durante o Mundial de Roterdã, em 2010. Além, terminou a competição como primeira colocada na prova geral individual e com mais três medalhas de prata, sendo a maior medalhista de evento. Em abril, já tinha competido pela seleção que disputou o Europeu de Birmingham, no qual saiu com três medalhas, sendo uma de ouro.

Carreira

Nascida nos arredores de Moscou, Aliya iniciou no desporto no clube CSKA Moscow Em 2007, competindo pela categoria júnior, conquistou a medalha de prata por equipes na 6th Stella Zakharova Cup
No compromisso seguinte, disputou o Gymnix International, realizado em Montreal. Nele, foi ouro na trave, prata nas barras assimétricas e no individual geral. 
No Europeu Júnior, em Clermont-Ferrand, obteve nota suficiente para a quarta colocação nas assimétricas e no exercícios de solo; na prova coletiva conquistou a medalha de ouro.

É uma forte concorrente nas Olimpíadas de Londres 2012.