sexta-feira, 30 de março de 2012

Fisiculturista Mike Mentzer



                                    
Mike Mentzer nasceu em 15 de Novembro de 1951 e morreu em 10 de Junho de 2001, durante a sua vida foi um atleta profissional da IFBB, um empresário e autor bastante conhecido no mundo do bodybuilding internacional.

CARREIRA COMO FISICULTURISTA PROFISSIONAL:

Mike Mentzer começou a competir em campeonatos locais quando tinha apenas 18 anos de idade. O seu primeiro campeonato foi em 1969. Em 1971 sofreu a sua pior derrota, obtendo o 10º lugar no AAU Mr. America que foi ganho por Casey Viator. Mentzer depois considerou a presença de Casey Viator no campeonato importante, pois foi através dele que Mike obteve o contato do seu futuro treinador, Arthur Jones. Depois de um intervalo de vários anos, ele voltou à competição no Mr. America, obtendo o 3º lugar atrás de Robby Robinson e Roger Callar. Mentzer ganhou essa competição no ano seguinte, em 1976. Em 1977 ganhou o North America Championships em Vancouver, Columbia, e competiu uma semana mais tarde no Mr. Universe em Nimes, França onde obteve o 2º lugar mesmo atrás de Kal Szkalak.
Em 1978, Mentzer ganhou o Mr. Universe em Acapulco, México com o primeiro e até agora resultado máximo de 300 pontos, tornando-se a partir desse momento num culturista profissional. Nos finais de 1979, Mentzer ganhou a categoria de pesos pesados no Mr. Olympia, outra vez com uma pontuação máxima, mas no geral perdeu contra Frank Zane, que ganhou o título pela terceira vez. No Mr. Olympia de 1980 obteve o 4º lugar ( num empate com Boyer Coe) atrás de Arnold Schwarzenegger, Chris Dickerson e Frank Zane. Mike reformou-se do culturismo profissional depois deste Mr. Olympia com 29 anos de idade. Até à data da sua morte Mike acredita que o concurso estava viciado a favor de Arnold Schwarzenegger, apesar de os dois se darem bem.

                                 


FILOSOFIA DE TREINO:

Mike Mentzer era um objetivista – uma filosofia desenvolvida por Ayn Rand – Mike insistia que a filosofia e o bodybuilding estão no mesmo nível. Ele era um aluno excepcional na escola. Em certa altura disse “O homem, é uma entidade indivisível, uma unidade integrada de mente e corpo”. É por isso que os seus livros contém um misto de filosofia e bodybuilding. O Objetivismo defende que existe uma realidade, independente dos desejos e caprichos do homem e que a razão é o único meio do homem perceber essa realidade. A filosofia também defende um sistema mercantil à base do laissez-fraire, um mercado sem interferências onde homens e mulheres fazem trocas voluntárias, com benefício mútuo e nunca como escravos ou executores oprimidos.
Mike Mentzer pegou nos conceitos desenvolvidos por Arthur Jones e tentou aperfeiçoá-los. Ao longo de anos de estudo, observação, conhecimento de fisiologia do stress, a informação cientifica mais atual até a data, e com o apoio das suas habilidades de raciciocínio, Mentzer então elaborou e implementou com sucesso a sua própria teoria de bodybuilding. As teorias de Mike Mentzer têm a intenção de ajudar pessoas naturais a atingir o seu potencial genético, sem o recurso a esteróides anabolizantes e no menor intervalo de tempo.
High-Intensity Training the Mike Mentzer Way foi o seu trabalho final. Nele detalhou os princípios do treino com pesos de alta intensidade. O treino com pesos, insistia ele, tinha que ser curto, infrequente, e intenso, de forma a obter os melhores resultados com o menor espaço de tempo possível. Heavy Duty II também expõem este pensamento critico. No seu livro, Mike Mentzer mostra porque é que as pessoas precisam de usar a sua habilidade de raciciocínio para ter uma vida simples e madura, mostrando aos leitores como chegar a esse ponto (este ponto será tocado novamente no final do artigo). O culturismo foi seguido como uma componente potencial da existência de um indivíduo, entre outras componentes que valiam a pena e que recomendou no seu livro.
                                 

SISTEMA DE ALTA INTENSIDADE DE MIKE MENTZER:
Enquanto Mike Mentzer estava prestar serviço na Força Aéria dos Estados Unidos da América, ele praticava turnos de 12 horas, e depois continuava com as suas ‘maratonas de treino’, como eram um standard aceite nessa altura. No seu primeiro campeonato onde participou, conheceu o vencedor, Casey Viator. Mentzer aprendeu que Viator seguia a filosofia de treino de alta intensidade (pesado para o maior número máximo de repetições possíveis, até à falha), em sessões muito curtas de treino, 20 a 45 minutos e nada mais. Estes treinos eram infrequentes. Mentzer também aprendeu que Viator trabalhava exclusivamente com as recentes máquinas da Nautilus, criadas e publicitadas por Arthur Jones em Deland, Florida. Mentzer e Jones em pouco tempo se encontraram, e tornaram-se grandes amigos.
Jones literalmente foi o pioneiro dos princípios de treino de alta intensidade nos finais dos anos 60s e começos dos anos 70s. Ele dava ênfase na necessidade de manter forma estrita durante o movimento, movendo os pesos de uma forma controlada e lenta, trabalhando os músculo até à falha completa ( positiva e negativa .. ), e fugir do over-training. Casey Viator obteve resultados fantásticos ao treinar sobre a direcção de Arthur Jones, e Mentzer tornou-se bastante interessado nesta filosofia de treino. Eventualmente, Mentzer conclui que Arthur Jones não estava a aplicar os seus próprios principio, desde esse momento que começou a investigar uma aplicação mais completa. Para isso começou a treinar clientes seus de forma experimental, avaliando de forma perfeita o número de repetições, exercícios, e dias de descanso para alcançar os melhores resultados.
Durante mais de dez anos, o programa de treino HIT (Treino de Alta Intensidade – High Intensity Training) involveu 7-9 sets por treino com base em três dias de treino por semana apenas. Com o advento do bodybuilding moderno onde os culturista se tornaram mais massivos ainda, até aos anos 90s, ele alterou essa rotina até que houvesse menos sets por sessão de treino e mais dias de descanso.
De acordo com Mike Mentzer, os biologistas e fisiologiastas deste o século dezanove sabiam que a hipertrofia está directamente relacionada com a intensidade, não a duração. A maior parte das autoridades no mundo do bodybuilding não têm em conta o severo stress causado no corpo que os pesos fazem, estamos a falar de exercícios de resistência fatigantes levados até ao ponto de falha muscular.
Os cursos de Mike Mentzer na forma de livros e cassetes de áudio, eram vendidos na altura através das revista de musculação, tinham uma popularidade enorme depois da vitória de Mentzer no Mr. Universe de 1978. Esse campeonato criou muito alarido pois foi o primeiro campeonato onde o resultado perfeito de 300 pontos foi atribuído, a Mike Mentzer. Algum tempo mais tarde, Mentzer atraiu mais atenção quando introduziu Dorian Yates ao treino de alta intensidade, colocando-o no seu programa nos primeiros anos da década de 90. Dorian Yates começou a dominar o Mr. Olympia, desde 1992 a 1997.
                         
 
      

A CONTROVÉRSIA EM TORNO DA SUA MORTE:

Depois da sua derrota no Mr. Olympia de 1980, Mike Mentzer enfrentou vários problemas pessoais. No final dos anos 70s foi reportado que andava a usar anfetaminas, confessou depois que apenas as tomava como uma ajuda para facilitar o seu estilo de vida exigente e rápido. Mentzer deixou a Weider Publications pouco tempo depois da sua derrota no Mr. Olympia, ficando financeiramente debilitado como resultado. Em 1985 conseguio arranjar emprego como editor de uma nova revista dedicado ao treino, chamada Workout Magazine, no entanto quando isso falhou em conjunção com a morte do seu pai nesse mesmo ano, Mentzer reportou alguns esgotamentos. De acordo com Peter McGough, editor chefe da FLEX Magazine, inúmeras histórias começaram a aparecer onde Mentzer apresentava um comportamento estranho. Histórias dele a correr nu nas ruas da cidade e a dirigir o tráfego, a falar sobre profecias do fim do mundo e a chegada de extraterrestres foram publicadas em várias revistas nessa altura. Dan Duchaine, um popular escritor na altura sugeriu até que numa determinada altura Mike Mentzer bebeu a sua própria urina. Mike negou esta insinuação numa entrevista dada para a IronMan Magazine em 2001. Mesmo assim, de acordo com McGough algumas destas histórias são verdade. Mentzer também foi regularmente institucionalizado entre 1985 e 1990, pouco tempo antes de largar definitivamente o seu vício pelas anfetaminas. Livre de drogas, Mike Mentzer voltou ao treino e a escrever para a IronMan Magazine, e passou grande parte dos anos 90s a reconquistar o seu estatuto na indústria do bodybuilding.
Mike Mentzer acabou por morrer a 10 de Junho de 2001, por motivos desconhecidos. Ele e a sua família tinham um historial de problemas no o coração.
                                               

TÍTULOS CONQUISTADOS:
  • 1971 Mr. America – AAU, 10th
  • 1971 Teen Mr America – AAU, 2nd
  • 1975 Mr. America – IFBB, Medium, 3rd
  • 1975 Mr. USA – ABBA, Medium, 2nd
  • 1976 Mr. America – IFBB, Overall Winner
  • 1976 Mr. America – IFBB, Medium, 1st
  • 1976 Mr. Universe – IFBB, MiddleWeight, 2nd
  • 1977 North American Championships – IFBB, Overall Winner
  • 1977 North American Championships – IFBB, MiddleWeight, 1st
  • 1977 Mr. Universe – IFBB, HeavyWeight, 2nd
  • 1978 USA vs the World – IFBB, HeavyWeight, 1st
  • 1978 World Amateur Championships – IFBB, HeavyWeight, 1st
  • 1979 Canada Pro Cup – IFBB, 2nd
  • 1979 Florida Pro Invitational – IFBB, 1st
  • 1979 Night of Champions – IFBB, 3rd
  • 1979 Mr. Olympia – IFBB, HeavyWeight (over 200 pounds) 1st, Overall 2nd
  • 1979 Pittsburgh Pro Invitational – IFBB, 2nd
  • 1979 Southern Pro Cup – IFBB, 1st
  • 1980 Mr. Olympia – IFBB, 5th
                           
                                           
                                

quarta-feira, 28 de março de 2012

Fisiculturista Jusup Wilkosz



                                        

     
Jusup wilkosz foi um fisiculturistaalemão. Ele competiu no levantamento de peso antes de começar no fisiculturismo. em meados da década de 1970, Jusup Wilkosz treinou com Arnold, durante sua carreira ele também conheceu Tom Platz, Franco Columbu, Chris Dickerson e muitos outros atletas famosos.
Várias lesões o obrigou a encerrar a carreira antes de alcançar seu potencial. em 1994 Jusup Wilkosz se preparou para retornar ao Mr. Olympia, mas foi parado por lesão novamente.
Na primavera de 2007 um livro sobre a vida de Jusup Wilkosz foi publicado na Alemanha. Seu título é "Era bleibt. Die reise des Jusup W" ( O que resta da jornada de Jusup W ) que leva o leitor aos anos 70 e 80 considerada a idade de ouro do fisiculturismo.


                      
                           
                     

terça-feira, 27 de março de 2012

Fisiculturista Ronnie Coleman


 

Ronald Dean "Ronnie" Coleman (nascido em 13 de Maio de 1964 na cidade deBastrop, estado da Luisiana, é um fisiculturista estadunidense, detentor do recorde de oito títulos consecutivos de Mr. Olympia, feito que ele compartilha com Lee Haney.
Ronnie Coleman se formou em contabilidade na Grambling State University (GSU) em1986. Enquanto universitário, foi membro do time dos GSU Tigers de futebol americano, na época do famoso técnico Eddie Robinson. Após se formar, Ronnie ingressou na políciacomo oficial.










Victor Martinez


Quando Martínez  competiu em 1997 National Physique Committee (NPC) New York Metro Championships como um meio-pesado, onde ele ficou em primeiro lugar. Ele continuou competindo em torneios NPC até 2001, onde competiu em seu torneio IFBB primeiro, oNight of Champions , onde ele ficou em 8º. No ano seguinte, em 2002, ele competiu no seu primeiro Arnold Classic , e ficou em 13º. Ele também competiu em seu primeiroIronman Pro Invitational mesmo ano, ficando em 9º . Em 2003, ele passou a ganhar Seu primeiro Mr. Olympia e em 2004 ele ficou em 4º , mas ele avançou para 5 º lugar em 2005, 3 º lugar em 2006, e 2 º lugar em 2007  Em 2005, Ronnie Coleman previu que Martínez seria seu sucessor como Mr. Olympia embora essa posição é mantida até 2009 Mr. Olympia Jay Cutler . 
 Em 2007, Martínez pegou primeiro no Arnold Classic . Martínez depois terminou em segundo lugar para Jay Cutler no Mr. Olympia 2007. Ele foi presenteado com o troféu porArnold Schwarzenegger , que teria sido constrangido para recompensá-lo com ele como dias antes, Martínez estava envolvido em uma investigação de farmácia de esteróides pelo Gabinete do Albany County District Attorney e identificado como um co-conspirador não incriminado.  
 Em janeiro de 2008, Martínez passou por uma cirurgia para reparar seu tendão patelar esquerdo que rompeu enquanto ele estava realizando warm-up lunges. Devido à gravidade da lesão, ele foi incapaz de competir tanto no Arnold Classic 2008 e Mr. Olympia.
 Em 2009, Martínez estava envolvido em um escândalo de esteróides, que ele implicado na venda de esteróides na República Dominicana . A alegação era de que Martínez possui uma loja de suplemento em Santo Domingo ", que supostamente vende esteróides anabolizantes, onde qualquer pessoa pode entrar e comprar esteróides, proteínas em pó e suplementos".  
 Em julho de 2009, irmã de Martínez Rodríguez Eridania, desapareceu de trabalho em um arranha-céu NY sob circunstâncias misteriosas. Ela foi encontrada morta quatro dias mais tarde, dentro de um poço de ventilação no chão, onde ela estava trabalhando.  Martínez competiu em 2009 IFBB Arnold Classic ficando em 2º.
Martínez foi co-proprietário do Criador Grill músculo em Edgewater NJ e é o porta-voz para a franquia como um todo. Martínez tem 2 filhos, Justin e Jared e 2 filhas, Vitória e Zayde. 




sexta-feira, 23 de março de 2012

Pilates: os riscos da prática por profissionais não regulamentados


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Fisioterapeutas, educadores físicos, terapeutas ocupacionais e bailarinos são os profissionais que mais ocupam o cargo de professor da modalidade e os mais indicados para função, desde que façam treinamentos específicos.
Bastam 120 horas (divididas em finais de semana), um investimento de R$ 2 mil, uma plaquinha e uma sala de aula para qualquer pessoa virar instrutor de pilates.
Pelas normas atuais, os aparatos descritos acima são o suficiente para ganhar o título de especialista e oferecer exercícios físicos intensos, com potencial de lesões sérias, para idosos, gestantes, crianças e adultos.

O pilates ganhou popularidade no Brasil e os estúdios tomaram conta das cidades. Fisioterapeutas, educadores físicos, terapeutas ocupacionais e bailarinos são os profissionais que mais ocupam o cargo de professor da modalidade e os mais indicados para função, desde que façam treinamentos específicos.
“Mas não há diretrizes que norteiem a formação, como conteúdo programático ou carga-horária”, afirma o coordenador da Associação Brasileira de Pilates (ABP), Eduardo Freitas da Rosa.

“Em consequência disso, existem profissionais sem condições mínimas para atuar ou ministrar cursos sobre o método”, complementa.
 
“Pilates é um curso livre, não há exigência de diploma não”, respondeu a atendente de uma entidades que oferece capacitação da técnica, após a reportagem do iG Saúde perguntar se poderia participar da próxima turma que forma professores sem ter diploma em nenhuma área.
“São R$ 2 mil reais, pagos em até 10 vezes. O curso tem 120 horas e mais um estágio de 30 horas que você pode fazer na nossa unidade mesmo, com nossos matriculados”, explicou a moça ao telefone.

É verdade que, no contato com outros 8 estúdios que oferecem curso de professor de pilates (três em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul, um na Bahia e outro em Florianópolis), só mais um aceitou a não formação prévia em universidades que ensinam noções de anatomia ou fisiologia.
O restante disse que as aulas eram voltadas apenas para fisioterapeutas e professores de educação física. Mas mesmo quem já cumpriu a graduação, pode “se especializar” em “pilates para idosos” ou “pilates para gestantes”, por exemplo, após cumprir apenas 16 horas de treinamento.

“É muito sério isso que está acontecendo”, lamenta a educadora física Cristina Abrami, diretora técnica do CGPA Pilates e uma das profissionais que batalha para a regulamentação da prática e o aumento da fiscalização.
“Hoje, se você colocar uma plaquinha na porta da sua casa oferecendo as aulas, no dia seguinte terá três alunos matriculados. Muitas academias oferecem o método em classes com mais de 10 alunos, sendo que a prática deve ser o mais personalizada possível”, diz.
“Entregamos nosso corpo, a nossa saúde nas mãos de pessoas que podem ter feito apenas um workshop ou visto um DVD sobre pilates”, alerta Cristina Abrami.
Neste contexto de mão de obra não regulamentada e capacitada para as aulas, a agravante é o perfil dos alunos. Nos últimos anos, pesquisas pipocaram enaltecendo o pilates como “remédio” para problemas crônicos, como dores intensas, osteoporose e outras alterações musculares e esqueléticas.
De fato, explica o ortopedista especializado em coluna do Hospital das Clínicas de São Paulo, Raphael Marcon, o método é excelente para a reabilitação e também para o condicionamento físico, com já evidências científicas confirmadas.

 
Isso indica que quando chegam às aulas, muitos praticantes já estão lesionados, com problemas de saúde e querendo amenizar os sintomas doloridos. O problema é quando o que era para ser remédio acaba como veneno. Segundo Marcon, o que ocorre é o caminho inverso.
“Os pacientes vão para as aulas de pilates para recuperar da dor, mas acabam voltando com mais dor ainda”, afirma o especialista.
O presidente da Sociedade Brasileira de Coluna, Luis Eduardo Munhoz da Rocha, acrescenta que os exercícios de pilates fortalecem a região da lombar, mas podem exigir muito de uma estrutura já comprometida.

“Os discos existentes entre as vértebras podem já estar desgastados devido ao próprio estilo de vida (postura inadequada, genética e até obesidade)”.
“Quando o pilates é ministrado por quem tem conhecimento, o limite individual de cada praticante é mais respeitado. Seja para a reabilitação, seja para o emagrecimento ou para o condicionamento físico.”

quinta-feira, 22 de março de 2012

Treinar Pernas!!




               
               È comum depararmos nas academias, praticantes de musculação do sexo masculino negligenciando o treinamento para as pernas. De fato, a principal preocupação dos homens parece ser a aparência dos membros superiores e do tronco. No entanto, a realização de um treinamento consistente para os membros inferiores é muito importante tanto para a melhora da estética, proporcionando um maior volume muscular e corpo proporcional, como também para a melhora da saúde (princípio da conscientização). Assim, pernas mais fortes (adaptação funcional) e com maior massa muscular (adaptação morfológica) decorrente do treinamento com pesos, protegem as articulações e diminuem o risco de lesão.
   Normalmente, esses praticantes apresentam troncos enormes, porém pernas de criança. A desculpa comumente usada é que não treinam perna por que não vêem resultados. Mais será que o treino está correto? Será que o volume de treino (número de séries e de exercícios) não está abaixo do necessário? Será que a sobrecarga esta sendo empregada corretamente, assim como os intervalos de recuperação (intensidade de treino)? E ainda, será que a freqüência de estímulos para os membros inferiores esta correta? Até onde podemos observar, muitos treinam perna apenas uma vez por semana e não se esforçam nesses exercícios assim como se esforçam para os exercícios de braços e tronco. Como já dizia um professor, “Homem que não treina perna, não treina musculação”. Os verdadeiros praticantes de musculação treinam pernas, e treinam pesado.
 
            
                     

                                                    
Praticantes de nível intermediários/avançados visando hipertrofia muscular devem buscar, por exemplo, estimular  2 a 3 vezes por semana o mesmo grupamento muscular (freqüência de treinamento) em dias alternados, variando exercícios básicos e analíticos, alternando estímulos metabólicos e tensionais. O número de séries e repetições para cada exercícios podem ser os mais variados possíveis, no entanto, normalmente sugere-se de 8 a 15 séries para os grandes grupos musculares e de 6 a 9 séries para os grupos menores, as repetições podem variar de 6 a 12 repetições máximas (RM), embora um maior número de repetições também podem ser utilizados. A intervalo de descanso entre as séries e exercícios devem ficar entre 1 e 2 minutos. È importante ressaltar que esses números são apenas sugestões, uma vez que a musculação não é uma ciência exata.      
                                         
       

terça-feira, 20 de março de 2012

Aula de Circo conquista espaço nas escolas e academias



Apesar de novo, mercado de Aulas de Circo é promissor e deve ser a grande tendência para esta nova década podendo ser bem explorado e aproveitado pelo profissional de educação física. 


Os profissionais de educação física passaram a enxergar o circo como novo campo de trabalho. O diretor pedagógico da Trupe Educação & Picadeiro, Tiago Aquino Costa e Silva, conhecido popularmente como Professor Paçoca, conta que em São Paulo mais de 32 escolas hoje já oferecem atividadecircense nas aulas de educação física ou extracurriculares, envolvendo cerca de 1300 crianças e jovens de educação infantil, fundamental e médio. Paçoca ressalta que os Parâmetros Curriculares Nacionais da educação básica no País apontam que a disciplina de educação física deve trabalhar cinco aspectos: esportes, jogos e brincadeiras, ginásticas, artes e lutas e também expressão artística e dança, que pode incluir a atividadecircense.

O professor e pesquisador de atividade circense, Alípio Rodrigues Pines Junior, lembra que o profissional de educação física atua neste segmento não só como professor, mas muitas vezes envolve também empreendedorismo, desenvolvendo projetos de atividades circenses, conhecido popularmente como aulas de circo. Os projetos podem ser realizados além do âmbito escolar como em academias, condomínios, associações, entre outros. “Apesar de novo, este mercado é promissor e deve ser a grande tendência para esta nova década”, afirma Alípio. O pesquisador ainda frisa que o mercado é amplo e que pode ser bem explorado e aproveitado pelo profissional de educação física. No entanto, este deve se preparar através de cursos específicos para área. Durante as graduações em Educação Física, poucas universidades oferecem atividadecircense na grade curricular.

Os benefícios das Aulas de CircoAs modalidades circenses podem ser trabalhadas com crianças a partir dos dois anos de idade. Mas algumas atividades exigem um pouco mais. As aulas de aéreo em tecido, por exemplo, só a partir dos seis anos de idade. E os malabares devem ser trabalhados com crianças acima de 10 anos de idade, pois a coordenação motora fina só está desenvolvida nesta fase.

Um melhor desenvolvimento da coordenação motora fina é um dos benefícios que a aula de circooferece. Mas não para por aí. As aulas circenses trabalham com diversos aspectos motores, como coordenação motora global, equilíbrio e oclomanual, no qual os olhos acompanham com facilidade os objetos em movimento. As capacidades físicas como velocidade, agilidade, resistência cardiovascular, resistência e força muscular também ganham espaço nas modalidades de circo, em modalidades como acrobacias no solo. O equilíbrio é fundamental para atuar com pés de lata, pernas de pau, rolo e slackline, que nada mais é que uma fita que imita a corda bamba.

Os benefícios das aulas de circo também englobam os aspectos psicológicos como autoconhecimento e superação dos medos. O professor conta que na primeira aula cerca de 30% dos alunos preferem não subir. Mas com o tempo, todos conseguem superar seus medos e passam a se sentir a vontade na modalidade.

Os aspectos sócio-afetivos também estão envolvidos como cooperação, socialização, interação, ajuda mútua e criação de vínculo afetivo. O professor Paçoca exemplifica que alunos mais altos ou acima do peso, que muitas vezes não têm sucesso em vários esportes, facilmente se adaptam aocirco e ganham consciência corporal. “Diferente, por exemplo, da ginástica, que é muito próxima das acrobacias de solo, não há um padrão a ser alcançado, são exploradas a criatividade corporal das crianças”, explica o professor. No tecido, as crianças envolvidas no projeto “Trupe Educação & Picadeiro” criaram mais de 180 figuras diferentes. E atualmente, as publicações da área apresentam apenas 36 figuras nesta modalidade.
Por Alice Schmitt, jornalismo Portal EF

segunda-feira, 19 de março de 2012

Fisiculturista Denis Wolf


Dennis Wolf faz parte da nova geração de fisiculturistas alemães, que estão
impressionando o mundo todo nas competições mundiais.

Em 2007, este grande atleta ficou em quinto lugar no Mr Olympia. Este ano as expectativas aumentaram em cima do seu nome, e a pressão para uma melhor colocação também.








sexta-feira, 16 de março de 2012

Fisiculturista Flex Wheeler


Considerado por muitos, um dos maiores fisiculturistas de todos os tempos.
Flex Wheeler começou a treinar na adolescência, inicialmente com as artes marciais em mente. No entanto o seu desenvolvimento natural persuadiu-o a prosseguir na musculação. Mesmo assim, ele descreve a si mesmo como “artista marcial em primeiro lugar, e um fisiculturista segundo.” Ele também é reconhecido por sua notável flexibilidade em um corpo tão grande. Ele foi descrito por Arnold Schwarzenegger como um dos maiores fisiculturistas que ele viu.
Depois de uma curta carreira como policial, Wheeler ficou focado em tempo integral em se tornar um fisiculturista profissional, sendo apelidado de ‘Flex’. Ele competiu pela primeira vez em 1983, mas foi só em 1989 que conseguiu um troféu de primeiro lugar no NPC Senhor Califórnia Championships. Desde então, ele ficou em segundo lugar no Mr. Olympia 1993, perdendo por pouco a vitória (algo que se repetiu em 1998 e 1999). Ele é cinco vezes vencedor do Ironman Pro, 4 vezes do Arnold Classic, e venceu o France Grand Prix, o South Beach Pro Invitational, o Night of Champions e o Hungarian Grand Prix.
Flex teve a melhor estreia profissional da história do fisiculturismo em 1993, com 4 vitórias IronMan Pro, Arnold Classic, GP da Alemanha, Grande Prêmio da França e 2º lugar em seu primeiro Mr. Olympia.
Em 1994, ele foi envolvido em um acidente de carro quase fatal, que poderia tê-lo deixado paralítico. Ele começou do zero novamente, retornando com uma velocidade notável para os altos escalões do esporte.
Em 1999, Wheeler descobriu que tinha esclerose glomerular focal, uma forma de doença renal. Apesar das especulações da imprensa sobre suas causas, Flex disse que a doença é hereditária. Flex Wheeler anunciou sua aposentadoria do fisiculturismo competitivo em 2000, mas continuou a competir até 2002. Ele recebeu um transplante de rim em 2003.
Flex foi adicionada ao Livro Guinness dos Recordes em 2000.
Desde a aposentadoria Wheeler tem focado novamente nas artes marciais, sua especialidade é Kemp-Kwon-Do, uma variante do Kempo e Tae Kwon Do. Ele participou de um Arnold Classic em 2005. Em 2007, foi entrevistado pelo jornalista Rod Labbe da revista “Ironman Lendas do Fisiculturismo”. A matéria intitulada  ”Ontem e Hoje”, cobriu sua extensa carreira e revela como uma lenda pode vencer as adversidades e triunfar contra todas as probabilidades.
Hoje, Flex atua em um cargo executivo como Diretor de Mídia e Relações Públicas da empresa “Sports Nutrition Company All American EFX”, localizada em Bakersfield, Califórnia. Flex tem sua própria linha de suplementos chamada “Flex Wheeler Signature Series”. Além disso, ele gerencia seus atletas patrocinados e pode ser visto em vários anúncios de sua empresa.
Histórico em competições:
  • 1985 AAU Teen Mr America 1st
  • 1987 Rust Wanner 1st
  • 1989 NPC Contra Costa 1st
  • 1989 NPC Governors Cup 1st
  • 1989 NPC California Championships 1st
  • 1989 NPC Nationals 5th
  • 1990 NPC Junior Nationals 2nd
  • 1991 NPC Nationals 2nd
  • 1991 NPC USA Championship 2nd
  • 1992 NPC USA Championships 1st
  • 1993 IFBB Ironman Pro Invitational 1st
  • 1993 IFBB Arnold Classic 1st
  • 1993 IFBB German Grand Prix 1st
  • 1993 French Grand Prix 1st
  • 1993 IFBB Mr. Olympia 2nd
  • 1995 IFBB Ironman Pro Invitational 1st
  • 1995 IFBB Arnold Classic 2nd
  • 1995 IFBB South Beach Pro 1st
  • 1995 IFBB Mr. Olympia 8th
  • 1995 IFBB Grand Prix Spain 5th
  • 1996 IFBB Ironman Pro Invitational 1st
  • 1996 IFBB Arnold Classic 2nd
  • 1996 IFBB Night of Champions 1st
  • 1996 IFBB Canada Pro Classic 2nd
  • 1996 IFBB Florida Cup Pro 1st
  • 1996 IFBB Mr. Olympia 4th
  • 1997 IFBB Ironman Pro Invitational 1st
  • 1997 IFBB Arnold Classic 1st
  • 1997 IFBB San Jose Pro 1st
  • 1998 IFBB Ironman Pro Invitational 1st
  • 1998 IFBB Arnold Classic 1st
  • 1998 IFBB Mr. Olympia 2nd
  • 1999 IFBB Grand Prix England – 2nd
  • 1999 IFBB Joe Weider’s Pro World 2nd
  • 1999 IFBB Mr. Olympia 2nd
  • 2000 IFBB Mr. Olympia 3rd
  • 2000 IFBB Hungarian Grand Prix 1st
  • 2000 IFBB Arnold Classic 1st
  • 2000 IFBB Ironman Pro Invitational 2nd
  • 2003 IFBB Ironman Pro Invitational 3rd