terça-feira, 31 de março de 2015

segunda-feira, 30 de março de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

quinta-feira, 26 de março de 2015

Fraturas e fraturas.


Fraturas de estresse

As fraturas de stress, que outrora eram quase que exclusividade de atletas de alta “performance” e militares têm se tornado lesões cada vez mais comuns entre esportistas. 
 O que se têm observado nas clínicas de medicina esportiva é que esportes como o Triatlhon, corrida de montanha, maratona, ultra-maratona e demais esportes de endurance, fazendo com que o atleta ultrapasse a resistência fisio-histológica do osso e também por esgotamento muscular (esforço excessivo) com a falta de absorção de impactos acumulativos. Invariavelmente, os músculos fadigados transferem a sobrecarga do stress para o osso ocorrendo a fratura por stress.

A participação feminina em atividades atléticas cresceu enormemente neste último quarto de século. Hoje, as mulheres constituem mais de 40% de todos os corredores de rua. 
Essa participação aumentada resultou em uma incidência maior de lesões por overuse. As fraturas por estresse são lesões por overuse comuns observadas em corredores do sexo feminino e masculino. Essas lesões afetam atletas em uma ampla variedade de atividades esportivas. 
Estudos têm mostrado resultados que indicam que as mulheres têm mais fraturas por stress do que os homens. Muitos ortopedistas atribuem este fato a uma condição conhecida como “a tríade da atleta feminina”:

  1. Desordem alimentar (bulimia ou anorexia);
  2. Amenorréia (ciclo menstrual ausente);
  3. Osteoporose.

Quando a massa óssea da mulher diminui, aumentam as chances de ocorrer uma fratura por stress.
Mas, afinal, o que é fratura por stress?
As fraturas por stress são fissuras microscópicas dos ossos, causadas por uma soma de quantidade de impacto. Esse esforço físico repetitivo aumenta as solicitações ósseas, que quando ultrapassam a resistência normal, ocorre a substituição da deformação elástica pela deformação plástica, isto é, não há retorno à situação anterior e, caso as exigências continuem, instalam-se microfraturas, prevalecendo então a reabsorção óssea. Nesta fase da evolução, tem-se uma alteração fisiológica, a fratura, no entanto sem aparente comprometimento anatômico).
Por que acontecem?

As fraturas de estresse podem se originar de um aumento muito rápido da intensidade, volume ou mesmo de uma mudança no tipo de treino (essa é a principal causa.).

Para cada quilometro que um corredor percorre, mais de 110 toneladas da força devem ser absorvidas pelos pés. Os ossos não são feitos para absorver muita energia e os músculos agem como absorventes de choque adicionais. Mas, quando os músculos se tornam cansados e param de absorver a maioria da energia, as quantidades mais altas de choque vão para os ossos.

O osso envolvido é submetido a uma carga excessiva sem o devido respeito aos princípios de progressão e repouso, e inicia-se uma fratura da parte mais interna do osso (trabéculas ósseas), que pode, se não tratado, progredir para uma fratura completa (incluindo a cortical).
O que se sente?
A fratura por stress tem geralmente uma lista estreita dos sintomas:
  1. uma área generalizada de dor no membro acometido,
  2. enfraquecimento e dor ao pisar (carga);
  3. edema e equimose (roxo) são raros.
Como o médico faz o diagnostico?
Em geral, o raio X em geral é normal. 80% das fraturas de estresse não são evidentes nas radiografias, salvo nas fases tardias, onde tanto o traço de fraturas, quanto o calo ósseo podem aparecer.

São necessários para confirmação diagnóstica os métodos como ressonância magnética (RM- figura 1) ou cintilografia óssea, que apresentam uma boa sensibilidade. A cintilografia óssea detecta a fase inicial da patologia, cerca de 95% dos casos em menos de 24h da lesão.

Embora a maioria destas lesões sejam resolvidas com tratamento conservador simples, ou seja, não-cirúrgico, uma corredora com uma fratura por estresse pode perder performance por estar afastada do esporte. Em casos raros, estas lesões podem ser mais graves e necessitam de intervenção cirúrgica, que podem ameaçar a carreira desta atleta.

Embora a etiologia, o diagnóstico, e tratamento de fraturas por estresse sejam semelhantes em mulheres e homens, há questões específicas que afetam o sexo feminino, principalmente sua incidência que, segundo alguns autores, pode chegar a ser até 15 vezes mais frequente que no sexo masculino, principalmente em corredoras iniciantes.

As fraturas por estresse mais comumente afetam a extremidade inferior, sendo a tíbia o local mais afetado em ambos os sexos. Porem, nota-se maior prevalecia de fraturas por estresse do colo do fêmur, metatarsos, e da pelve em mulheres do que em homens.


 
(figura 1)- Ft estresse da tíbia. As setas em vermelho mostram a área de micro-fraturas.
(figura 2): exemplos de ft estresse. Na seta azul, uma fratura de estresse a tíbia e, na vermelha na base do 2.o metatarseano.

Como se trata?
O tratamento é conservador, com repouso relativo, isto é, afastado de toda e qualquer atividade de impacto podendo o atleta realizar atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento para manter sua condição muscular e cárdio-respiratória.

Nas fraturas severas por stress, a cirurgia pode ser necessária para adequada readaptação e redução anatômica apropriada. O procedimento pode envolver fixação do local da fratura, e a reabilitação feita numa média de seis meses.

Havendo melhoria de sintomas, passa-se a fase preventiva, incluindo:

1- Calçado adequado: com bom amortecimento e o descanso apropriado podem evitar este tipo de lesão.

2. Treinamento da força de músculo para ajudar dissipar as forças excessivas transmitidas aos ossos. Em alguns casos, um estimulador eletrônico pode ser usado. Eletromagnética estimula o osso fazendo com que o osso coloque para fora mais energia, fortalecendo-o.

3. Aumento lento de qualquer atividade esportiva nova. Por exemplo, não comece a correr sete/ oito quilômetros por dia. Corra em dias alternados e distância pequena.

Intensidade e aumento do treino recomenda-se um acréscimo de até 10% semanal. Isto permite que os ossos se adaptem ao stress adicionado assim podendo suportar no futuro quantidades maiores de stress;

4. Alongamentos ajudam também a construir mais força muscular nos pés;

Aumentar a ingesta de cálcio e da vitamina D, dependendo do indivíduo;

Também é importante monitorar a alimentação, porque a nutrição tem papel vital no desenvolvimento do osso. Determinados indivíduos têm maior risco de osteoporose.


Fonte: http://www.adrianoleonardi.com.br/fraturas-de-estresse/

quarta-feira, 25 de março de 2015

terça-feira, 24 de março de 2015

segunda-feira, 23 de março de 2015

Fratura por estresse: conheça sinais, riscos e tratamento para o problema

Ela representa cerca de 10% de todas as fraturas esportivas. Desequilíbrio muscular e a fadiga são os principais responsáveis por causar essas dores


As fraturas por estresse representam 10% de todas as fraturas esportivas. Corredores e militares são os grupos mais suscetíveis ao problema devido à grande quantidade de impacto nos membros durante a prática de exercícios. A fadiga e o desequilíbrio muscular são os principais responsáveis por essas fraturas, pois a redução da absorção do impacto sobre o osso - devido à fraqueza muscular ou à falha na absorção - gera um aumento do estresse em pontos focais (fratura microscópica) e, se não corrigido a tempo, pode levar à fratura macroscópica (possível de ver no raio-x). 
Lesão por estresse Ana Paula Eu Atleta (Foto: Divulgação)A: Fratura do cuboide. B: Fratura por estresse na base do metatarso (Foto: Divulgação)
Existem outras causas que devem ser investigadas, pois diversos são os fatores que contribuem para a patogênese da doença. Eles podem ser classificados em dois subtipos: intrínsecos e extrínsecos. Em geral, os fatores extrínsecos estão relacionados ao tipo e ritmo de treinamento, ao uso de calçados e equipamentos esportivos, condicionamento físico,  local de treinamento e à temperatura do ambiente. Já os fatores intrínsecos incluem idade, sexo, raça, densidade e estrutura óssea, equilíbrio hormonal, menstrual, metabólico e nutricional, ritmo de sono e doenças do colágeno.  
Embora as fraturas por estresse possam acometer todo o tipo de osso, elas são mais comuns em ossos que suportam o peso corporal, especialmente os membros inferiores. Estudos com corredores revelam maior incidência de fraturas por estresse na tíbia, seguida dos metatarsos, fíbula, fêmur e navicular. 
QUADRO CLÍNICO
- Dor de início insidioso, piora com atividade física e melhora com repouso, edema após esforço, sem história de trauma;
- Dor forte à palpação do local acometido;
- Queda de desempenho e alterações abruptas no treinamento
CLASSIFICAÇÃO
 - Baixo risco: São fraturas de bom prognóstico para consolidação. Estão localizadas na zona de compressão do osso. Dentre elas, temos: fêmur proximal (cortical infero-medial), diáfise da tíbia (cortical posterior), tíbia proximal, fíbula, metatarsos (2º, 3º e 4º), membros superiores e costelas. 
- Alto risco: Prognóstico ruim para a consolidação. Estão localizadas na zona de tensão do osso. Dentre elas, temos: fêmur proximal (cortical súpero-lateral), diáfise da tíbia (cortical anterior), maléolo medial, navicular, 5º metatarso e cuboide, patela, sesamóide e tálus. 
TRATAMENTO
Fratura por estresse pé euatleta (Foto: Getty Images)Fratura por estresse nos pés  (Foto: Getty Images)
O tratamento é conservador, principalmente nas fraturas de baixo risco, com interrupção das atividades de impacto, sendo permitida a realização de atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento, com intuito de manter a condição muscular e cardiorrespiratória. No geral, a imobilização não é necessária ou pode ser utilizada por curto período.   





O uso de muletas é empregado para proteção em algumas fraturas. Se a dor é incapacitante, recomenda-se o uso de analgésicos e anti-inflamatórios apenas por curto período. Nas fraturas de alto risco, o tratamento é mais rigoroso, com repouso absoluto e imobilização. Se não houver boa evolução, o tratamento cirúrgico com fixação da fratura é indicado. Em alguns casos, a cirurgia pode ser indicada precocemente. 
Fonte: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/guia/fratura-por-estresse-conheca-sinais-riscos-e-tratamento-para-o-problema.html

sábado, 21 de março de 2015

The Simple Diet for Athletes




The-simple-diet-for-athletes
Here's what you need to know...
  • This four-stage plan takes care of the big dietary issues first, then narrows things down according to the athlete's needs and goals.
  • The first step is removing the obvious junk getting in your way.
  • "Pretend health foods" make fat loss harder in spite of their health claims.
  • Although controversial, the vast majority of people lose body fat when they remove wheat, milk and fruit juice from their diets and replace them with better choices.
  • Choose foundational supplements that improve your workout performance and help you recover faster. Everything else is based on filling individual gaps and needs.
  • Losing fat and fueling hardcore workouts doesn't have to involve counting calories. Keep it simple and fine-tune as needed.
NFL Muscle
Football Players
NFL athletes are awesome to work with. They're used to being coached and perform at their best in that environment. They do what you tell them to do, they get results, and they say thank you.
These guys don't want to be inundated with science and complex plans. They want something that works, they don't want it to be a pain in the ass, and they want results.
Come to think of it, that's what most people want.
There's a time and a place for more extreme or complex diet plans, but the majority of lifters can shift their nutrition to focus on building muscle or losing fat without the process taking up half their lives.
Recently, while helping an NFL athlete who needed to lose fat, I realized that most of my advice for him would work for just about everyone. Here's the plan I laid out for him.

The 4 Stage Diet

These stages can be used by anyone who needs to clean up and re-focus his or her diet:

Stage #1: Drop the obvious crap.

Donuts
You don't need anyone to tell you that candy, cookies, sodas, junk food, fast food and excess booze are wrecking your body or at least hampering your progress.
Actually, maybe you do.
That's because there are a lot of hucksters and spineless pleasers out there telling you that this shit is okay "in moderation."
They also like to say "there's no such thing as a bad food" because apparently they define "food" as anything you can swallow that won't kill you immediately.
Well, they're wrong.
Every time an overweight person consumes what we'll classify here as "obvious crap" they're either taking a step backward or temporarily halting their progress. And since many of these foods have addictive properties, moderation goes into the trash faster than junk mail.
If your goal is to lose fat, keep it off for good, and boost performance, cheat foods have to be set aside. Yes, there are a lot of plans out there that encourage cheat foods, but those people-pleasing plans have about the same long-term success rate as Weight Watchers did for your fat aunt.
Maybe it's time to grow up and stop feeling so entitled to a food reward every time you do your workout. Sure, a few skinny young dudes and heavy steroid users can get away with eating junk for a while, but try staying lean after the age of 30 or 40 when you eat like a spoiled chubby kid every weekend.
Like a good strength and conditioning coach, a diet coach must first fill the cracks in the foundation, then build up a strong structure. This is easy, because usually the athlete knows damn well what he's eating that he shouldn't be. And you do too.
Oddly, it's human nature to keep making those obvious mistakes until someone tells you to cut it out. So here it is: cut it out.

Stage #2: Get rid of the less obvious crap.

Junk Breakfast
With the obvious crap removed, it's time to narrow things down. What is "less obvious crap?" These are foods often considered to be healthy that, well, really aren't.
Sometimes these are "better bad" choices: things that are still hampering your progress but not as badly as the obvious-crap foods were before. These are also the types of foods that cause much debate in the field of nutrition.
I call many of them pretend health foods. They proclaim their health benefits right on the package: low fat, fat free, low carb, gluten free, high fiber, organic, whole grain, etc.
But low-carb foods can be calorically dense and filled with the worst type of dietary fats, and fat-free foods are often sugar bombs or brimming with processed flour. Sugar is gluten-free. Kid's breakfast cereal is "high fiber." And all of them will still make you fat.
You know this, but often when fat loss is the goal, the IQ drops before the body fat percentage does.
But let's move beyond the not-so-common common sense stuff. Here's what I have my NFL guys drop from their diets that may surprise you:
  • Wheat
  • Milk
  • Fruit juice
The wheat issue is controversial, but not to those who just want results and simple rules. So, a simple guideline is to ditch wheat-containing foods or greatly reduce your intake.
The anti-wheat doctors and paleo advocates will bore you to death with studies showing that wheat polypeptides bind to the brain's morphine receptor, the same receptor to which opiate drugs bind, meaning that you get cravings, overeat, and disrupt your natural appetite signaling mechanisms.
They go on to list dozens of other nasty-sounding effects, some of which seem to be spot-on and some of which may be a bit exaggerated.
But this much is true: the health benefits of this particular grain are largely nonexistent, you don't need it, and it's probably doing you more harm than good, for whatever reason.
Maybe it's more related to FODMAPs, or maybe it's just that most wheat-containing foods are also full of the same stuff that can lead to something called toxic hunger. Doesn't matter. The simple rule is the same: Does it contain wheat? Then don't put it in your mouth.

Related:  More on toxic hunger

Besides, adopting a gluten-free diet even if you're not a celiac tends to get rid of most of the stuff that made you get chubby in the first place, as long as you don't fall for those pretend-healthy food scams.
If your body fat is stubborn, or you feel out of control around food and you haven't eliminated wheat yet, give it a shot. Same for milk, same for fruit juice.
It can take anywhere from 5 to 28 days to drop the "addiction" to these foods. Food scientists and behavioral psychologists refer to this as the "don't be a pussy" stage and suggest three servings of "suck it up, princess" until bad habits wane and unnatural cravings subside.
Out here in the real world, it works for 90% of people. Let the geeks fling their studies like monkeys fling poo. We'll just focus on simplicity and results.

Stage #3: Replace all the above crap with better stuff.

Dinner
Replace your breads, cereals, and pastas with rice, potatoes, quinoa, oatmeal, buckwheat, and starchy vegetables.
Replace your milk with unsweetened almond, coconut, or cashew milk because you're not a newborn cow. Replace your juice with water because you're not 7 years old.
Replace the pretend health foods with foods you cook yourself. Don't follow a Paleo diet, but eat your meats, veggies, eggs, and coconut oil.

Stage #4: Supplement to enhance performance and fill gaps.

Supplements
Much like food choices, supplement prescriptions have three phases.
1. Drop the Kid Supplements
If your supplement choices resemble those of a teenager's after hitting the supplement store at the mall, they probably suck.
If you're spending mainly on things that contain the letters "NO" or your pre-workout is nothing but stimulants that make you feel tingly, you're doing it wrong. If your favorite brand is a multi-level marketing operation, you can't be helped.
Get rid of the things that really don't work or that do very little and focus on the big-bang supplements that every hard lifter benefits from.
2. Build the Foundation
The foundation is workout nutrition. To guarantee the greatest gains from training, fuel, protect, and reload muscle immediately prior to, during, and after workouts.
My NFL guys all start with Plazma™ and Mag-10®, adjusted for practices and game day. We do not talk any more about supplementation until this is taken care of. For some of them, this is where we stop because it's all they need. For those on a tighter budget, Surge® Workout Fuel fits the bill.
3. Fill the Gaps
Perhaps not all that surprising, pro athletes often rely on fast food. My NFL guys replace these convenience meals with Finibars, eaten before and after practice or games.
Many of these athletes suffer from poor sleep, so we get them on Z-12. I have most of them add 2000-5000 IU of vitamin D to their daily routine, especially my black athletes. Most will also use Elitepro™ Mineral andFlameout™. If they detest fruits and veggies, they get Superfood.
The point here is to fill the nutritional gaps or take care of individual needs. You may only need one or two additional supplements, or none at all.

Bonus: Easy Food Prep for Athletes

Slow Cooker
Here's a simple way to have healthy meals ready to go.
First, go buy a big slow cooker (Crock Pot). Slow cookers come in small, medium, and big-ass. Go for big-ass because you're going to make multiple meals in one pot. You'll want one with a timer so it'll stop cooking when you're away and switch over to the warm setting.

Dinner

Beef
  1. Get a giant hunk of animal flesh: beef roast, a dozen chicken breasts, a turkey breast, a couple of pork tenderloins, etc. If it had to die for your dietary needs, it's good to go. Salt, pepper, toss it in.
  2. Vegetables. Get some. Chop them up. Throw them in. Frozen veggies work too.
  3. Dice up some potatoes and add them to the pot.
  4. Add liquid. I suggest stock, any kind: beef, chicken, or vegetable.
  5. Herbage. Use whatever is handy. Dried stuff is fine. Or slather the meat with tomato paste.
  6. Now, in the morning, turn your cooker on low for 7-8 hours. Now go do those things that you do: work, school, smashing heads to protect an oblong pigskin, whatever.
  7. Come home and it'll be ready. Store the leftovers for later.

Breakfast

Oatmeal
  1. Before you go to bed, toss a cup or two of steel cut oats in the slow cooker. For every cup of oats, add three cups of water.
  2. If you want, add a couple of bananas, apples, or a bag of frozen berries or peaches.
  3. Using the low setting, set the timer for around 7 hours. Go to bed.
  4. Wake up, mix a scoop or two of Metabolic Drive® Protein with your hot and ready-to-eat oats. Save the leftovers because you just made breakfast for the next several days.

Simplicity Wins

There's no calorie counting or macro micromanaging here. For most hard-training people, there doesn't need to be. Just follow the basic guidelines and you'll figure out how to fine-tune things as you go along.
It works for the best in the NFL and it'll work for you.