quinta-feira, 30 de abril de 2015

Como correr uma maratona


Gabrielle Andersen "quebrou" durante a maratona, se superou e fez história
Historicamente, a maratona é uma das provas mais dramáticas do atletismo. Quem não se lembra da emocionante chegada da atleta suíça Gabriele Andersen, nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984? Gabriele “quebrou” durante o percurso, mas fez questão atravessar a linha de chegada, mesmo  cambaleando, porque, aos 39 anos, aquela era a última chance dela de concluir a prova numa olimpíada.
“Quebrar” nos 42.195 metros de uma maratona é relativamente comum. Quem corre certamente já ouviu relatos de amigos que contam: “Eu estava bem até o quilômetro 30 e depois comecei a me arrastar. Eu tinha fôlego, mas me faltaram as pernas…”. Eu mesmo já quebrei e posso relatar que é muito difícil continuar correndo, ainda que mais devagar, para completar esta prova. É uma experiência frustrante.
Apesar da dificuldade, é possível correr uma maratona de forma bem prazerosa, do começo ao fim e, apesar do inevitável cansaço no final, terminar a corrida em boas condições, inclusive acelerando um pouco o ritmo nos últimos quilômetros. Da mesma forma que já tive a experiência negativa de quebrar, também pude realizar uma maratona bem agradável, do começo ao fim. Lembro-me mais desta segunda prova do que daquela em que fui “pifando” e me arrastando até a linha de chegada.
Qual o segredo para não “quebrar”? Temos de adotar uma estratégia que promova duas alterações importantes em nosso metabolismo durante a maratona:
1-    Minimizar a queima de glicogênio (reserva energética dos músculos). Temos um estoque limitado desse importante combustível e, quando forçamos o ritmo, queimamos bem mais glicogênio;
2-    Maximizar a queima da gordura. O corpo humano possui uma reserva muito abundante de gordura, suficiente para percorrer mais de 100 quilômetros. No entanto, para queimar este combustível é preciso ir mais devagar.
Portanto, correr uma maratona de forma estratégica requer muita frieza. O corredor definirá o que vai acontecer na prova nos primeiros 10 quilômetros, justamente quando se encontra ansioso, motivado e descansado. É nesse momento que ele pode queimar seus estoques de glicogênio e assim quebrar no final. Ou então ser mais cauteloso, minimizando a queima dos carboidratos e otimizando a queima das gorduras. E uma grande vantagem de economizar no começo para gastar no final é que acabamos mais inteiros e a “viagem” fica bem gostosa.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/habitos/como-correr-uma-maratona/#more-182011

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Por que malhar na academia no Brasil custa o triplo do que nos EUA?

Não é só a carga tributária, mas também o modelo de negócios 'all inclusive' das academias, que transformam a manutenção da boa forma num investimento pesado.


A rede Planet Fitness, que cobra mensalidades a partir de US$ 10, tem mais de 800 unidades espalhadas pelos EUA
A rede Planet Fitness, que cobra mensalidades a partir de US$ 10, tem mais de 800 unidades (Divulgação/VEJA)
Que o Brasil é um país caro e que os brasileiros pagam mais por serviços que no exterior são acessíveis à maior parte das pessoas, não é novidade. Não à toa, o preço do iPhone, que nas lojas nacionais chega a custar o triplo dos Estados Unidos, virou símbolo do peso dos impostos no bolso da população. Contudo, há um setor em franca expansão que encontra disparidade inexplicável de preço e modelo de negócios, se comparado ao mercado americano: o de academias de ginástica. Com mais de 32 mil academias e 53 milhões de alunos, os Estados Unidos são o maior mercado de academias do mundo. O Brasil é o segundo maior em número de estabelecimentos (30,7 mil) e o quarto em alunos (7,8 milhões). Mas os preços das mensalidades não espelham tal proximidade. Dados da principal associação do setor, aInternational Health, Racquet & Sportsclub Association (IHRSA), mostram que um aluno norte-americano pode contratar um plano de academia por 10 dólares (22,50 reais) em redes populares como na Planet Fit. Os que desejam investir mais, pagam cerca 150 dólares (340 reais) nas academias de Manhattan da rede Equinox, a mais exclusiva do país. Os clubes de esporte que cobram preços exorbitantes — 200 dólares, no caso (ou 450 reais) — oferecem até mesmo campo de golfe aos alunos. Já no Brasil, o valor mínimo está em torno de 50 reais, enquanto a mais cara, a unidade da Bodytech no Shopping Iguatemi, em São Paulo, cobra mensalidade de 900 reais de seus alunos. O valor pode saltar para mais de 1.000 reais se os planos forem mensais ou trimestrais, por exemplo.
Diferentemente do caso do iPhone, em que o Custo Brasil (que consiste dos altos encargos aliados à infraestrutura ruim) é o principal peso no valor do produto, o que impulsiona as altas somas das mensalidade de academias de ginástica é o modelo de negócios. As maiores redes do país cobram mensalidades de 300 a 500 reais e oferecem dezenas de serviços que, em muitos casos, os alunos não estão interessados em adquirir. Já o mercado americano cobra menos porque desenha seus planos de acordo com a vontade dos alunos. Há pacotes apenas para os que querem fazer musculação, outros para aulas de spinning ou grupos de corrida. É possível optar por aulas de pilates, yoga e dança, pagando separadamente. Um alívio maior nos preços também se deve ao fato de as academias americanas possuírem poucos instrutores de treino, deixando à disposição do aluno um amplo serviço de personal trainers, desde que estejam dispostos a pagar por isso. 
Grandes redes do país, como a Companhia Athletica, não pretendem navegar nos mares da flexibilização de planos. Segundo Richard Bilton, presidente da empresa cuja mensalidade de um plano anual está em torno de 500 reais, a estratégia é fidelizar alunos e acompanhar seu desenvolvimento. O modelo de negócios atual, diz ele, é justamente adaptado a esse objetivo. Já Luiz Urquiza, presidente do grupo Bodytech, acredita que a cultura do 'self-service', tão enraizada nos Estados Unidos, não foi bem aceita no Brasil. "O brasileiro não se identificou com essa cultura em vários setores, como postos de gasolinas ou caixas de supermercados. Aqui as pessoas gostam de ser mais assistidas", afirma.
Mas a expansão das redes de academia de baixo custo, como a SmartFit, que pertence à BioRitmo, mostra o contrário. Como oferecem apenas musculação e aparelhos de exercício aeróbico (esteiras e bicicletas ergométricas), cobram mensalidades mais baratas, em torno de 50 reais. Em contrapartida, não há aulas. Entre 2009 e 2014, a rede SmartFit ganhou 120 unidades — muitas em bairros de classe média alta que permanecem lotadas dia e noite. O público é atraído pelo preço mais acessível, mas também pela possibilidade de pagar apenas pelo serviço que quer adquirir — lógica que tende a agradar clientes de qualquer faixa de renda.
Divulgação/VEJA
Academia da rede 24 Hours Fitness na Madison Square Park, em Nova York, EUA
Rede 24 Hours Fitness na Madison Square Park, em Nova York, EUA: mensalidade a partir de 40 dólares









produto mais próximo do modelo que é oferecido aos clientes americanos é o GymPass, um programa de compra de aulas avulsas que começa a ser aceito em muitas academias do país — 2 mil unidades aderiram até junho deste ano. Segundo o sócio-fundador da empresa, César Carvalho, apenas nos cinco primeiros meses deste ano as compras de diárias em academias e aulas individuais cresceram 200% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2013, a GymPass passou a oferecer planos corporativos de até 69,90 reais ao mês. "Nossas pesquisas mostram que 80% das pessoas que começam a frequentar as academias do plano corporativo não faziam academia antes. Ou seja, as aulas avulsas são uma ótima porta de entrada de novos alunos no mercado", afirma o empresário. 
Ainda que as grandes redes não estejam dispostas a flexibilizar planos, em parte devido ao fato de o consumidor brasileiro aceitar pagar pelo que não vai consumir, os empresários do setor já perceberam que oferecer menos serviços por um valor menor é estratégia para lá de lucrativa. Tanto que Urquiza, da Bodytech, a mesma que cobra a mensalidade de 900 reais, acaba de lançar a marca Fórmula, cujo pacote custa a partir de 100 reais. "Há pessoas que estão mais preocupadas com o dinheiro e não fazem tanta questão de um serviço personalizado. Só querem uma academia perto de casa", diz o empresário. Nos Estados Unidos, apesar de o número de academias quase se equiparar ao do Brasil, seu faturamento é de 50,6 bilhões de reais, segundo a IHRSA. No mercado nacional, os ganhos não chegam a 6 bilhões de reais ao ano. A carga tributária certamente suga parte dessas cifras — mas, muito além dos impostos, as diferenças de resultados mostram um dinamismo nos Estados Unidos que o setor ainda não conseguiu encontrar no Brasil. 

terça-feira, 28 de abril de 2015

O sol da estrada


Istock
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Eu sei, você já tem muito com o que se preocupar no trânsito: motorista da frente lendo SMS, motos passando do seu lado, GPS falando sem parar. Maaaas, vou colocar mais um item para você prestar atenção enquanto dirige: o sol. Sim, porque você vive pegando sol dentro do carro através das janelas e do teto solar.
Que tipo de raios invadem o seu carro?
O sol nos atinge com dois tipos de raios ultravioleta: UVA e UVB. Cada um deles tem suas características próprias, mas ambos têm em comum o fato de provocar envelhecimento e danos à pele a longo prazo.
Será que o Sol que entra é bom para a produção de Vitamina D?
Normalmente o vidro da frente, chamado vidro laminado, bloqueia tanto UVA como UVB. Mas os vidros das janelas laterais e traseiras, chamados vidros temperados, deixam passar UVA e bloqueiam UVB. E aqui vale uma observação: se você acha que o solzinho que entra pelo vidro do carro está ajudando na produção de vitamina D (que é importante para o corpo), enganou-se. Porque são os raios UVB os responsáveis por essa síntese, bem aqueles que ficaram bloqueados por todos os vidros.
Como se proteger?
Para quem não dirige muito, o sol no carro não afeta tanto a pele. Mas vários estudos indicam que o dano causado pelos raios UV à pele é mais extenso no lado do corpo mais perto da janela do carro, principalmente em motoristas de caminhão ou em quem costuma fazer trajetos longos.
O que fazer então? Existem várias maneiras de se proteger dos raios UV no carro.
Uma delas é aplicar filtro solar com FPS de 30 ou mais no rosto, pescoço, braços e mãos. Roupas protetoras, como camisas de manga comprida, calças compridas, óculos de sol anti-UV também fazem parte importante dessa proteção solar. Até luva para dirigir existe e eu acho ótima ideia usá-la (mas sei que essa última opção é a mais difícil de convencer).
Outra opção é instalar nos vidros laterais e traseiro películas com protetor anti-UV. Algumas películas de boa qualidade bloqueiam quase 100% dos raios UV, são totalmente transparentes e podem ser escuras (dentro das normas de segurança) ou incolores.
Agora que você já sabe como se proteger do sol na estrada, boa viagem e bom carnaval. Pena só que não tenho dicas de como evitar o trânsito.
Por Lucia Mandel
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/estetica-saude/

segunda-feira, 27 de abril de 2015

25 ANOS CLÁSSICOS – A História do Arnold Classic.


Um guia rápido sobre a história do Arnold Classic

Por Peter McGough
Em 1989,  Arnold Schwarzenegger e Jim Lorimer iniciaram o primeiro Arnold Classic em Columbus, Ohio. Em 2 de março, a primeira edição de uma competição que em se falando de prestígio, só perde para o grande  Olympia Weekend.
Já em 1989 o evento foi o acontecimento do dia, abrangendo apenas dois concursos: O Arnold Classic para os homens, e a Ms. Internacional para fisiculturistas do sexo feminino. Ao longo dos anos, o espetáculo vem crescendo rapidamente, chegando a um ponto onde que atualmente o evento precisa ser realizado durante  cinco dias, contando com  18 mil atletas que competem 40 esportes diferentes.
1989: Gaspari, o primeiro
O vencedor inicial do Arnold era Rich Gaspari. Em uma carreira profissional que começou em 1985 e incluiu três vezes vice-campeão do Mr. Olympia (1985 – ’87), este foi o último evento do ‘’Dragonslayer’’ das nove vitórias profissionais do atleta, sua história será comemorada esse ano , Rich vai receber o Lifetime Achievement Award.
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1990: Shawn Ray
Este  foi o ano em que a mão de Shawn Ray ergueu as mãos para comemorar sua  vitória no palco do Arnold Classic, em seguida, após seis dias mais tarde, quando os resultados dos testes de drogas (o primeiro em uma competição PRO da IFBB) foram anunciados. Assim, o Shawn perdeu o título, que foi concedido a vice-campeão Mike Ashley. Entre os  13 atletas do line-up, Samir Bannout, Nimrod Rei e Rolf Moeller também falharam no teste.
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1991: Antes Tarde Do Que Nunca
Um ano depois, Shawn voltou em 1990 voltou para Colombus para se consagrar campeão mais uma vez.
1992: Invencível…Quase!Em 1991 e 1992, Vince Taylor competiu em 14 competições profissionais, e ganhou nove delas, sendo uma vitória no Arnold 1992. Benaziza Momo ficou em segundo lugar, faleceu sete meses depois, poucas horas depois de vencer GP da Holanda.
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1993: FlexceptionalUma semana depois de vencer seu primeiro campeonato profissional ( Ironman) Flex Wheeler saltou para topo em Columbus, no ano de 1993. Lee Labrada ficou em segundo e Mike Matarazzo (6) desmoronou na classificação, e com desidratação grave  foi levado às pressas para o hospital.

1994: Ano de Kevin
Kevin Levrone foi vencedor contra Vince Taylor, mas atenção da noite foi para Paulo Dillett. Em meio a uma convulsão tipo cólicas ele caiu no palco e foi levado ás pressas para os bastidores.

1995: Vitória em casa
Mike Francois, voltou  e levou título, após melhorar a qualidade de suas costas, detalhe que o prejudicou no ano anterior. Flex Wheeler, ficou em segundo lugar.Mike estava no auge da carreira, a porém uma Colite ulcerativa, provocou danos em seu físico, ameaçando até a sua vida e forçou a se aposentar três anos depois.

1996: Kevin Levrone: O pesadelo de Flex
Talvez o mais polêmico resultado, Arnold Classic foi com Kevin Levrone, que obteve sua segunda vitória em Colombus, sobre Flex Wheeler. Jean Pierre Fux, que era apontado como o novo Dorian Yates,  fez a sua estréia profissional e ficou em nono lugar.
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1997:  O Retorno de Wheeler
Flex Wheeler ganhou seu segundo Arnold colocando,  Nasser El Sonbaty como  vice-campeão. Nesse ano, Ronnie Coleman, estreiava em seu primeiro Arnold Classic,ficando  quarto lugar.
1998:  É a vez de Wheeler
Os atletas TOP 2 de 1997, voltaram em 1998,  para terminar com o mesmo resultado. O que foi muito comentando, era que Flex estava em sua melhor forma.
1999: Ano de Nasser
Com Wheeler fora da competição, El Sonbaty conseguiu se classificar em primeiro lugar à frente de Kevin Levrone.
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   2000: Flex, e sua quarta vitória
Flex Wheeler consegiu bateer o recorde de quatro vitórias no Arnold, uma semana depois de perder para no Ironman para    Chris Cormier.
  2001: O Reinado Coleman
  Ronnie Coleman foi o primeiro atleta a competir no Arnold como grande Mr. Olympia, e obviamente foi o vencedor da noite, as pessoas comentam até que essa foi  a melhor forma física de sua carreira.
   2002 Jay Cutler entra na parada
Jay tinha acabado de se classificar em segundo lugar, no Olympia 2001, e apareceu em Columbus para tomar o primeiro de  três títulos consecutivos Arnold.
2003 Cutler Novamente
Jay Cutler ganha disparado de Chris Cormier.
2004: Jay Invicto
Muitos pensaram que Cormier deveria ter ganhado, do três vezes campeão Cutler,  que nessa competição não estava em sua melhor forma.
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2005: Action Jackson
Cutler decidiu não entrar para evento de 2005, o caminho parecia estava livre para Cormier.  Mas infelizmente, ficou em terceiro lugar, com Dexter Jackson no topo.
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2006: Dexter mais uma vez
Dexter Jackson defendeu com sucesso seu título deixando Branch Warren em segundo.
2007: Victor Martinez
Não foi o ano de Jackson realizar seu sonho de ter três vitórias consecutivas, pois Victor Martinez pegou o primeiro lugar.
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2008: Jackson detona Heath
Jackson teve sua vitória no Arnold deixando  futuro Mr. Olympia Phil Heath em segundo.
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2009: Surge o Mito :KAI GREENE
Kai se consagrou campeão com excelente qualidade muscular, detonou Victor Martinez.
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2010:  Festa de Greene
Kai Greene invicto novamente, mas muitos pensavam que o vice-campeão, Phil Heath deveria ter surgido o vencedor.
2011: BRANCH se enraíza vencedor
Na maior vitória de sua carreira – até agora – Branch Warren tornou-se o campeão de 2011 deixando Dennis Wolf .
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2012:
ThumbS3No fim de semana, de 1-4 de março de 2012 aconteceu o que muitos não esperavam, a segunda vitória de Branch que voltava de uma lesão e se recuperou em uma velocidade fantástica, novamente Dennis Wolf ficava em segundo lugar em um ano que apresentou sua melhor forma física, e Evan Centopani também estava em excelente forma, mas Branch estava implacável. e levou mais uma vez  o titulo.

2013: 
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No ano de 2013 o evento acontece entro os dias 28 e 3 de março em colombus ohio, porém neste ano teve a falta de grandes nome do culturismo como Branch Warren, Dennis Wolf e Kai Greene. O grande vencedor desse ano acabou sendo Dexter Jackson, que apareceu com uma forma impecável e extremamente definido .
2014:
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Em 2014 Dennis Wolf se recuperou, vindo de um 4º lugar no Olympia, para levar o premio máximo , e triunfar.  Foi uma vitória especial, para “The Big Bad Wolf” muito considerado, ele venceu Shaw Rhoden em um ponto de vice-campeão. Ficou claro quando pisou no palco ele aceitaria nada mais. Terminando em segundo lugar duas vezes o fez com fome para o título. Ele sabia o que precisava fazer para melhorar a partir da retaguarda e ele fez exatamente isso. A multidão impressionada com cada volta posar ele bateu e gritou em aprovação.
Fonte: http://ifbbbrasil.com.br/25-anos-classicos-a-historia-do-arnold-classic/

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Papel de parede motivacional.




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quinta-feira, 23 de abril de 2015

6 QUICK WAYS TO BURN 100 CALORIES

Burn significant calories quickly and easily without a gym or equipment.

six-pack abs

It might not sound like much, but burning 100 calories here and there can add up over the course of a week. One pound of fat contains 3500 calories; the only way to burn it off is to create a caloric deficit. In order to retain as much muscle as possible you want to have a small deficit from your diet, the remaining should come from cardiovascular activities.

cardio-stairs-calories


On average, 15 minutes of stair climbing can burn roughly 140 calories. Instead of taking the elevator, use the stairs. As long as you have access to a staircase set a timer for 15 minutes and walk up and down a flight.

man running

Running for just 5-7 minutes will burn over 100 calories. Walking on the treadmill takes almost twice as much time to burn the same amount. Don't be afraid to take your run outside either. Running on a beach can burn an additional 50 calories in the same time.

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This is one chore you might not want to skip. Pulling weeds, raking leaves, or digging for less than 10 minutes can leave you in a puddle of sweat in exchange for 100 calories. The key with yard work is not to move at a slow pace. Move quick and relentless when attacking the yard.

man doing pushup


With this bodyweight workout, each exercise is performed for a set time. One round of this will burn over 100 calories. Rest 20 seconds between exercises.
  1. Bodyweight Squats - 1 min
  2. Bodyweight Lunges 1 min
  3. Jumping Jacks 1 min
  4. Burpees 1 min
  5. Pushups 1 min

Twelve minutes of swimming can burn well over 100 calories. Swimming is a full body exercise that also helps to strengthen nearly every muscle in your body. Swimming is a great way to get your cardio in with no stress on your joints. 
If your goal is to burn the most amount of calories every day you need to get up and move. Do extra things around the house, take the stairs instead of the elevator and walk instead of driving.  Do not be a slave to the cardio machine, think outside the box and burn those calories.
vacuum-calories
Thirty minutes of vacuuming your house or your office will burn 100 calories plus you have the added benefit of a clean house or office. You would be surprised at how many calories you can burn doing work around your house. You may not want to ignore your chores!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

REAP THE TOTAL-BODY REWARDS OF STRONGMAN TRAINING

Add these tips and exercises to the mix to ramp up your overall strength.


stone lift strongman training


Strongman competitors have a unique mix of size, strength, speed, agility, and work capacity. They are true strength athletes. Adding a day of strongman training to your program can help improve your overall lifting. It will not only add a completely new stimuli to your body but it can also be a nice mental reprieve from everyday training.
This is not only for the big lifting, iron freaks. It can benefit the everyday lifter and gym rat as well. I have used it with both my powerlifting/strength athletes and my “everyday Joe” clients. Hell, I use it on myself!
You may think that you've got to have lots of specialized equipment to start doing strongman training, this is sort of true, but it can also be done with equipment that almost every gym has.

GETTING STARTED

The best way I have found to add strongman training into your routine is to start out by adding it in a couple of days per month. Replace your deadlift or squat workout that week with a day of heavy strongman training. If you don’t want to completely cut out your deadlift or squat training that week, just lower the volume from what you would normally do. Once you get acclimated to strongman training you can gradually add back in volume to your squat or deadlift day.

EXERCISES TO DO

Expendables Workout - Farmer's Walk
Farmers Walk
This is best done with specialized farmers walk “bars” but most gyms won’t have these. What I like to do is grab the metal handles from the cable pulley machines and use TRX straps to tie weights together and attach them to the handle. So far, it’s the best use of TRX straps I have found. I have tied as many as five 45 lb. plates together on each side, so don’t worry about breaking the straps.
The farmers walk is a great total body exercise and really tests your intestinal fortitude. They help build strong legs, hips, core, and crushing grip strength. Farmers walks are also very functional, now you might have to only make one trip to the car for groceries.
Stone Lift
This one requires a set of stones (no pun intended) and is not as easy to duplicate without the proper equipment. In the stone lift, you take a heavy, round stone and lift it onto a platform. It is a total body workout that builds legs, back, hips (and hip extension), basically everything. If you can’t find a gym with a set of stones, a substitute can be to do Zercher squats.
Backward Drags
Again, another total body exercise. All you need to do these is something heavy and a length of rope. Tie the rope around a sled, stack of weights, or anything heavy that will slide, grab hold of the rope and walk backwards while dragging the weight. Simple yet effective.
All of these exercises are great total body workouts and they can be done in many gyms. So, next cycle give these strongman exercises a try.
Fonte: http://www.muscleandfitness.com/workouts/workout-tips/reap-total-body-rewards-strongman-training