sexta-feira, 1 de maio de 2015

O ‘RG’ do atleta


(Foto: Thinkstock)
Treinar ao ar livre é um dos ideais mais comuns entre quem pratica atividades físicas. E é bom que seja assim. Afinal, cumprir seu treino cercado por árvores e belas paisagens é muito melhor do que numa esteira. Existe um cuidado, no entanto, que poucos esportistas têm tomado quando saem de casa: carregar uma pulseira de identificação.
Portar uma identificação deveria ser regra entre aqueles que se aventuram pelas ruas, praças, trilhas e parques. Infelizmente, porém, acaba sendo exceção, o que mostra que não nos preparamos para imprevistos, como um desmaio, por exemplo.
Imagine a seguinte situação: você está correndo sozinho em um parque, sente-se mal e perde a consciência. Sem uma identificação, sua família não será avisada para qual hospital você foi encaminhado. Os médicos não saberão se você é alérgico a algum medicamento ou se possui alguma particularidade em seu estado de saúde – se é diabético, toma algum remédio que não possa ter interação com outros, etc.
Não se trata de alarmismo, eu mesmo já testemunhei pessoas entrando em colapso. E algumas não possuíam nenhuma de identificação. Um amigo meu que passou por isso ficou desaparecido por três dias. O paradeiro dele só foi descoberto quando acordou e pôde informar seu nome e indicar parentes que deveriam ser avisados.
Acho que você já entendeu o recado. Se já utiliza alguma identificação quando treina sozinho, parabéns! Para quem nunca tinha pensado nisso antes, saiba que há no mercado pulseiras, tornozeleiras, colares, etc. Todas bem compactas.
Anote as informações mais importantes para casos de emergência, e que devem constar do seu RG do atleta:
Nome completo
Telefone de contato de um ou mais familiares
Alergia a medicamentos
Doenças pré-existentes
Plano de saúde
Hospital de preferência

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/page/13/